terça-feira, 29 de abril de 2014
Cresce demanda por condomínios multiuso e de uso misto em São Paulo
Morar próximo ao trabalho ou a centros de serviços é o desejo da maioria das pessoas em grandes centros urbanos. Os modernos complexos multiuso e de uso misto vieram para possibilitar esse desejo, unindo no mesmo local condomínios empresariais, residenciais e até centros de compras, levando comodidade, bem-estar e praticidade para a vida das pessoas. Em São Paulo a procura por empreendimentos com o perfil cresceu 22% na RealtON, no ano de 2013. As ofertas apresentadas pelo outlet para 2014 representam 15% dos imóveis e a expectativa é de que as vendas representem 30 % no ano.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Eficiência energética em sistemas semafóricos com LED
Projeto consiste na instalação de novos módulos de Led em substituição a lâmpadas incandescentes. Objetivo foi reduzir o consumo de energia, assim como custos com a operação do sistema.
Com aumento contínuo da frota, cenário econômico favorável e o avanço do turismo, a atenção nas questões associadas à mobilidade urbana está em pauta. Pensando nisso, a CPFL Serviços deverá concluir ainda neste ano a instalação de novos módulos semafóricos em uma cidade do litoral de São Paulo. O projeto foi viabilizado no âmbito do Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O projeto de eficiência energética no sistema semafórico da cidade contou com uma parceria com a prefeitura do município em questão. A abrangência do projeto estende-se a 8.818 módulos, que funcionavam com lâmpadas incandescentes de 100 W.O objetivo principal desse tipo de projeto é a redução de consumo de energia, diminuindo assim os custos de operação do sistema. Mas outros benefícios diretos são obtidos, principalmente na manutenção do sistema e consequente melhoria na mobilidade dos usuários.
Manutenções
Um semáforo veicular opera durante todas as horas do ano, sendo assim, sempre um de seus módulos estará aceso. Se considerarmos que 45% do tempo ele está com a lâmpada na posição vermelha acesa, outros 45% na verde e os 10% restante na posição amarelo em horas de operação/ano temos: 3.942 h/ano com vermelho aceso, 3.942 h/ano com verde aceso e 876 h/ano com amarelo aceso.
No caso dos grupos focais de pedestres e de ciclistas, eles se alternam nas posições vermelha/verde durante o ano todo totalizando 4.380 h/ano em cada cor. Esta organização do tempo é apenas de caráter gerencial para projeção de consumo de energia e de manutenção, na prática, cada grupo focal pertence a um circuito que uma controladora semafórica gerencia os tempos individuais de maneira customizada por cruzamentos.
No caso desta cidade, a Tabela 1, a seguir, sintetiza por tipo de grupo focal a quantidade por tipo de módulo versus horas de operação:
Se for considerado de maneira conservadora que uma lâmpada incandescente de filamento reforçado tenha um ciclo de vida de 2.500 h para esse tipo de operação, se dividirmos o tempo de operação pelo ciclo de vida, temos um índice de trocas ao ano por tipo de módulo.
Dessa maneira, a cidade em questão, com o sistema de lâmpadas incandescentes acusa um número de aproximadamente 11.600 ocorrências de queima de lâmpadas por ano, ou 32 por dia. Para identificar e evitar maiores consequências referentes a acidentes, as controladoras semafóricas identificam uma lâmpada queimada e mudam automaticamente a programação para o amarelo piscante. Não é necessário aprofundar o assunto sobre o impacto gerado no trânsito na cidade.
O novo sistema – Led
A aplicação de sistemas a Led vem avançando rapidamente. A CPFL Serviços avaliou tecnicamente um grande número de produtos e tipos de sistemas exigindo dos proponentes os respectivos ensaios dos produtos em laboratórios certificadospelo Inmetro. Após análise, optou-se em oferecer o que foi considerado de melhor desempenho, os módulos semafóricos selecionados apresentam lente de policarbonato multifacetado, denominada Fresnel, que evita o ofuscamento (usuário não vê pontinhos acesos), com ciclo de vida apresentado pelo fabricante superior a 75.000 h. A Figura 1 demonstra no detalhe um módulo utilizado aceso.
Características técnicas dos módulos
- Tipo de grupo focal: tipo I (veiculares) – diâmetro de 200 mm;
- Tipo de grupo focal: pedestres / ciclistas – quadrados de 200 mm, respectivos pictogramas internos aos módulos;
- IP: 55
- Tipo de lente: lentes Fresnel
- Tensão de operação: 200 VCA ~ 240 VCA
- Frequência: 60 Hz
- Fator de potência: > 0,90
- Vida útil: superior a 75.000 h
- Percentual de área de iluminação acesa: conforme requisitos do item 4.6 – características fotométricas da ABNT NBR 15.889
- Normas brasileiras: ABNT NBR 15.889 –Sinalização semafórica – foco semafórico com base em diodos emissores de luz
- Potências: 8 W (vermelho) 9W verde e 11W amarelo
Outras especificações técnicas
O módulo precisa apresentar uniformidade de luminância (Cd/m²) na distribuição da luz por meio da lente, sendo que a relação entre os valores máximo e mínimo de luminância não poderão exceder a proporção 10:1.
Todos os chips de cada módulo deverão ter mesma intensidade luminosa e ser do mesmo tipo e cromaticidade.
Os módulos devem ser testados conforme os requisitos para uniformidade de luminância à temperatura de 25ºC e em sua tensão nominal. As medidas deverão ser efetuadas utilizando-se um medidor de luminância posicionado sempre perpendicularmente à superfície externa da lente do módulo (acompanhando a curvatura da lente) a uma distância tal que a abertura selecionada propicie o enfoque/enquadramento de uma superfície de lente de 25mm de diâmetro. A posição do medidor de luminância deverá ser variada de forma a se ter uma amostra mínima de 32 medidas distribuídas uniformemente por toda a superfície emissora da lente.
Teste de cromaticidade
São medidas colorimétricas da luz emitida em pelo menos dez posições igualmente distribuídas sobre a superfície da lente do módulo de Led, sendo considerada a média das dez medições como o valor a ser levado como verdadeiro pelo teste.
Baseado no diagrama de cromaticidade ITE2005 – 1931_CIE (Commission Internationale d’Eclairage), as cores da luz emitida pelos módulos a Led deverão estar na região compreendida pelo contorno proporcionado pelas coordenadas de cromaticidade (pontos A até D) apresentadas na Tabela 3.
As medidas de cromaticidade deverão ser realizadas com o módulo Led operando a um ciclo de trabalho de 100%. Portanto, é necessário que o módulo em teste alcance equilíbrio térmico e estabilidade de saída das cores antes das medidas serem registradas.
Para os ensaios de cromaticidade, não são permitidos ensaios feitos somente nos chips individualmente ou fornecidos pelo fabricante. Eles devem ser executados nos módulos completos com a lente que será fornecida pelo fabricante em definitivo.
Teste de ciclo de temperatura
Os módulos são submetidos a um choque térmico, com ciclo de variação da temperatura entre -10ºC (sem controle de umidade) a 60ºC (com a umidade relativa do ar de 90%). Deverão ser submetidos a dez ciclos de condicionamento climático, conforme as características da Figura 2.
Nota: esse ensaio poderá ser realizado em uma câmara climática que tenha a função de choque térmico ou utilizando duas câmaras simultaneamente. Quando utilizadas duas câmaras, o tempo de mudança entre ciclos não pode exceder três minutos.
Burn-in
Previamente à realização dos demais ensaios, as amostras dos módulos de Led deverão passar por um teste de condicionamento preparatório das amostras, ou seja, ser energizadas permanentemente (ciclo operacional de 100%), à temperatura de 60ºC, por um período mínimo de quatro horas de condicionamento.
A implantação
Para a implantação na cidade em questão foram definidos367 endereços, totalizando 8.818 módulos. ACPFL Serviços foi contratada para ser a responsável pela implantação e avaliação do desempenho sob o ponto de vista da eficiência energética.
Para atendimento dos requisitos, a concessionária desenvolveu conjuntamente com uma empresa especializada em eficiência energética – a Vitális Energia – um sistema via web para automatizar todos os controles, da implantação com georreferenciamento de todos os grupos semafóricos, dos resultados parciais de redução de consumo, quais unidades consumidoras (medidores) associadas estavam envolvidas etc. Assim, conforme evolução do projeto, os benefícios já poderiam ser contabilizados.
A comprovação dos resultados foi facilitada porque os cruzamentos possuem medição do consumo de energia elétrica com longo histórico registrado pela distribuidora assim, a confrontação e comprovação de economia foi facilitada por meio de medição real.
Redução do consumo
Diferentemente das lâmpadas incandescentes, o sistema a Led apresenta potências distintas em função da cor e da aplicação. Os módulos utilizados neste projeto são de:
Módulos veiculares: vermelho 8 W / amarelo 11 W / verde 9 W;
Módulos pedestres / Ciclistas: vermelho 8 W / verde 9 W.
Ponderando-se potência pelo tempo de utilização, temos a potência média de 8,6 W por módulo aceso veicular e 8,5 W para os de ciclistas e pedestres. Dessa maneira, a nova demanda efetiva do sistema semafórico da cidade passou a ser de 28,46 kW.
A Figura 3 sintetiza a redução da demanda efetiva obtida após a implantação do projeto.
Conclusão
O desempenho da tecnologia de diodos emissores de luz (Leds) aplicadaem sistema semafórico, para este caso,possibilita significativa redução do consumo de energia elétrica (91%).
Além disso, proporcionadiminuição das manutenções periódicas, reduzindo custos com a reposição de lâmpadas e equipamentos e aumento da qualidade de visualização do usuário – tanto durante o dia como à noite.
Concluímos que um projeto de sistemas semafóricos com utilização de lâmpadas a LED proporciona maior eficiência operacional e significativa redução de custos no consumo de energia elétrica.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
A Philips traz a lâmpada tradicional ao século 21
Finalmente chegou: A lâmpada transparente de LED da Philips, a primeira lâmpada do mundo com lentes inovadoras e uma bela luz no formato da lâmpada incandescente tradicional.

Frankfurt, Alemanha – A lâmpada incandescente tradicional recebeu a maior inovação em 100 anos, graças à Royal Philips, líder mundial em iluminação. A nova lâmpada transparente de LED da Philips equivalente a 40 w traz o formato e a luz brilhante, instantânea e quente de uma lâmpada tradicional — melhorada com LED. A primeira lente inovadora do mundo distribui a luz em todas as direções. Com seu formato tradicional e qualidade de luz, a lâmpada é ideal para salas de estar e outros locais onde a luz faz a diferença.
A clássica transparente vira LED
À medida que as lâmpadas incandescentes tradicionais entram em desuso — e muitos relutam em abandoná-la — a lâmpada transparente de LED da Philips finalmente permite que as pessoas continuem com a luz que adoram, com todos os benefícios do LED moderno. Com a lâmpada transparente de LED da Philips, a lâmpada clássica mantém sua beleza original em uma substituta perfeita para a lâmpada de 40 w padrão (formato A60). O resultado é uma lâmpada que economiza energia e dinheiro e dura até 25 mil horas. Tudo isso mantendo o formato elegante e a luz reluzente, tão conhecidos e adorados. A luz de alta qualidade, com 470 lúmens de saída, se mantém clara e brilhante como uma lâmpada de 40 w, mesmo com o uso do dimmer.
“Com nossa lâmpada de LED L-prize, fomos capazes de reproduzir a qualidade da lâmpada incandescente. Com essa lâmpada, combinamos a beleza estética e o formato da lâmpada incandescente tradicional com os benefícios do LED”, diz René van Schooten, CEO de Fontes de Luz e Eletrônicos da Philips Iluminação. “Usando nossas inovações em LED, a lâmpada é altamente eficiente em energia, economizando até 10 euros por unidade em comparação com as lâmpadas tradicionais.”
A Philips anunciou recentemente a Hue Lux: a primeira lâmpada transparente de LED de luz branca perfeitamente controlada por dimmer com um aplicativo em seu dispositivo móvel. A Hue Lux oferece luz de alta qualidade para uso diário por meio de LEDs sustentáveis e é compatível com aplicativos e controles Hue. A luz clara e quente pode ser controlada convenientemente com seu smartphone — mesmo que você não esteja em casa.
A lâmpada transparente de LED de 40 w estará disponível a partir de julho de 2014 por um preço de venda no varejo de 8,99 euros.
Características da lâmpada transparente de LED da Philips:
Frankfurt, Alemanha – A lâmpada incandescente tradicional recebeu a maior inovação em 100 anos, graças à Royal Philips, líder mundial em iluminação. A nova lâmpada transparente de LED da Philips equivalente a 40 w traz o formato e a luz brilhante, instantânea e quente de uma lâmpada tradicional — melhorada com LED. A primeira lente inovadora do mundo distribui a luz em todas as direções. Com seu formato tradicional e qualidade de luz, a lâmpada é ideal para salas de estar e outros locais onde a luz faz a diferença.
A clássica transparente vira LED
À medida que as lâmpadas incandescentes tradicionais entram em desuso — e muitos relutam em abandoná-la — a lâmpada transparente de LED da Philips finalmente permite que as pessoas continuem com a luz que adoram, com todos os benefícios do LED moderno. Com a lâmpada transparente de LED da Philips, a lâmpada clássica mantém sua beleza original em uma substituta perfeita para a lâmpada de 40 w padrão (formato A60). O resultado é uma lâmpada que economiza energia e dinheiro e dura até 25 mil horas. Tudo isso mantendo o formato elegante e a luz reluzente, tão conhecidos e adorados. A luz de alta qualidade, com 470 lúmens de saída, se mantém clara e brilhante como uma lâmpada de 40 w, mesmo com o uso do dimmer.
“Com nossa lâmpada de LED L-prize, fomos capazes de reproduzir a qualidade da lâmpada incandescente. Com essa lâmpada, combinamos a beleza estética e o formato da lâmpada incandescente tradicional com os benefícios do LED”, diz René van Schooten, CEO de Fontes de Luz e Eletrônicos da Philips Iluminação. “Usando nossas inovações em LED, a lâmpada é altamente eficiente em energia, economizando até 10 euros por unidade em comparação com as lâmpadas tradicionais.”
A Philips anunciou recentemente a Hue Lux: a primeira lâmpada transparente de LED de luz branca perfeitamente controlada por dimmer com um aplicativo em seu dispositivo móvel. A Hue Lux oferece luz de alta qualidade para uso diário por meio de LEDs sustentáveis e é compatível com aplicativos e controles Hue. A luz clara e quente pode ser controlada convenientemente com seu smartphone — mesmo que você não esteja em casa.
A lâmpada transparente de LED de 40 w estará disponível a partir de julho de 2014 por um preço de venda no varejo de 8,99 euros.
Características da lâmpada transparente de LED da Philips:
- Lentes inovadoras para efeito de luz reluzente (semelhante ao filamento)
- Pode ser controlada por dimmer
- Formato: A60
- Vida útil: 25 mil horas
- Temperatura de cor: 2700K (luz branca quente)
- Lúmens: 470 lm (equivalentes a 40 w)
- Eficiente em energia e com redução de custos: 85% de eficiência de energia (potência de entrada de 6 w: 78 lúmens por watt) Perfeita distribuição de luz (omnidirecional): > 240D
- Ideal para residências, hospitais e comércio.
segunda-feira, 31 de março de 2014
Samsung apresenta lâmpadas para controlar pelo celular ou tablet
Em breve ligar e desligar as luzes da sua casa ficará mais prático e usando somente o celular. A Samsung criou uma linha de lâmpadas inteligentes que se comunicam via bluetooth com os smartphones ou tablets que possua a tecnologia.
Elas são bem parecidas em questão de design com as lâmpadas comuns que conhecemos, mas a semelhança para por aí. A gigante sul-coreana criou modelos específicos para cada tipo de uso como, por exemplo, residencial ou comercial.
Projetadas para durar até 15 mil horas, cerca de 10 anos, as “Samsung Smart Bulbs” são controladas diretamente pelo telefone através de Bluetooth, substituindo assim uma rede Wi-Fi com roteador em sistemas complexos. De acordo com a Samsung, basta instalar um aplicativo no seu telefone ou tablet e com ele você poderá controlar até 64 lâmpadas inteligentes simultaneamente. Seus preços ou data de lançamento não foram revelados.
Fonte: http://www.tudocelular.com/samsung/noticias/n34071/Samsung-Lampadas-bluetooth-controlar-celular.html
Elas são bem parecidas em questão de design com as lâmpadas comuns que conhecemos, mas a semelhança para por aí. A gigante sul-coreana criou modelos específicos para cada tipo de uso como, por exemplo, residencial ou comercial.
Projetadas para durar até 15 mil horas, cerca de 10 anos, as “Samsung Smart Bulbs” são controladas diretamente pelo telefone através de Bluetooth, substituindo assim uma rede Wi-Fi com roteador em sistemas complexos. De acordo com a Samsung, basta instalar um aplicativo no seu telefone ou tablet e com ele você poderá controlar até 64 lâmpadas inteligentes simultaneamente. Seus preços ou data de lançamento não foram revelados.
Fonte: http://www.tudocelular.com/samsung/noticias/n34071/Samsung-Lampadas-bluetooth-controlar-celular.html
quinta-feira, 27 de março de 2014
Fabricantes de LED disputam projeto bilionário em SP
Atraídas
por um projeto que poderá render uma receita bilionária, ao menos três grandes
empresas de lâmpadas de LED afirmam que certamente vão investir em fábricas ou
expansões no país caso sejam escolhidas como fornecedoras das lâmpadas. O que
está em disputa é a Parceria Público-Privada (PPP) da Iluminação Pública de São
Paulo, que prevê a troca de todas as 580 mil luminárias da capital paulista.
GE, Phillips e Unicoba afirmam que o projeto da cidade, por si só, justifica os
investimentos.
O que atrai as três empresas - e pelo menos outras 30 companhias que se cadastraram para a concorrência - é principalmente o valor estimado para o projeto, de R$ 2 bilhões a R$ 3,5 bilhões, segundo apurou o Valor.
No momento, as empresas aguardam com ansiedade o anúncio do estudo vencedor, que será usado como base para a PPP. Em 14 de março, a Prefeitura recebeu 11 trabalhos e em até 60 dias vai anunciar o projeto vencedor (que poderá ser a união de mais de um estudo) e falar sobre o edital.
GE, Phillips e Unicoba estão entre as companhias que apresentaram estudos e esperam, com isso, sair na frente na licitação. Além de abocanhar um projeto vultuoso, as empresas veem a vitória como uma vantagem para disputar concorrências futuras. "São Paulo tem um poder de influência e ditar tendências para os outros municípios", afirmou Eduardo Park, presidente da Unicoba.
Ele disse ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, que a companhia deverá expandir suas operações no Brasil caso vença a PPP. Hoje, tem duas unidades para produção de luminárias no país, uma em Extrema (MG) e outra em Manaus (AM). Fundada nos anos 70 pelo imigrante coreano Young Moo Park, a companhia acredita ter a seu favor a iluminação a LED no projeto "23 de Maio/Washington Luiz" [duas importantes avenidas], em São Paulo. Segundo Park, a empresa também tem a vantagem de ter sido a primeira a ter seus produtos de iluminação pública de LED a serem homologados dentro do departamento de Iluminação do Município de São Paulo (Ilume).
"Será a maior PPP do mundo", disse o holandês Henk de Jong, presidente da Philips na América Latina, quando perguntado sobre o interesse da empresa na PPP. Como estratégia, a empresa fez uma parceria com a AES Serviços, especializada em serviços de iluminação pública na cidade, tanto para elaborar o estudo - de 1.200 páginas -, como para disputar a PPP. "A AES Serviços já conhece todas as necessidades de todas as regiões de São Paulo", afirmou.
Caso a dupla seja vencedora, a AES Serviços será responsável por operações em campo, manutenção do pontos, atendimento e outros serviços. E a Phillips será a fornecedora das luminárias, o que deverá exigir a expansão de suas operações no país, segundo Jong. "O projeto é tão grande que vamos avaliar como vamos fazer isso." Entre as opções estariam a ampliação de sua fábrica de lâmpadas em Varginha (MG) ou a instalação de outra unidade fabril no país. Além de um parceiro importante, Jong acrescenta que a Phillips tem a seu favor a sua experiência em iluminação pública com LED em Buenos Aires e em Washington (EUA) e, em São Paulo, iluminou a Av. Faria Lima e o Parque do Ibirapuera.
Ainda mais assertiva, a GE afirmou que "sem dúvida nenhuma" vai investir em uma nova fábrica no Brasil caso vença a PPP. "Já começamos fazer estudos internos, inclusive de localização, para colocar uma planta no país", disse Rodrigo Martins, presidente para a América Latina da GE Lighting, divisão de iluminação da GE. Para o tipo de lâmpada que poderá ser usado em São Paulo, a empresa tem fábricas no México e nos Estados Unidos. Além da promessa do investimento, Martins afirma que a GE tem como vantagem na disputa a experiência na iluminação de cidades como San Diego e Las Vegas. No Brasil, tem entre os projetos de seu portfólio a iluminação da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.
Já a Osram, subsidiária da Siemens, optou por não apresentar estudo próprio, mas pretende ser a fornecedora das luminárias. A empresa já possui uma unidade fabril em Osasco (SP), onde produz lâmpadas de LED para uso residencial e comercial. Eduardo Soares, gerente de vendas para Infraestrutura e Cidades, disse que a demanda brasileira fez com que a Osram desse início a um projeto para fabricar localmente também produtos para iluminação pública, atualmente importados da China.
Os executivos ressaltam que as fábricas do país não produzem 100% dos chamados "componentes" (ou soluções) de LED, que são importados principalmente da China. Quando citam novas fábricas de LED, referem-se à mistura de componentes para a composição dos produtos e à fabricação de outras partes das luminárias. "Mesmo com a PPP de São Paulo, o país não tem escala para a produção do componente", diz Park.
Eles afirmam ainda que apesar de o LED não ter sido uma exigência da Prefeitura, todos os estudos provavelmente incluem esse tipo de lâmpadas. Além de consumirem até 80% menos energia do que outros tipos, têm vida útil mais longa - pelo menos quatro vezes - e iluminam mais, o que contribui para a segurança ao município.
O que atrai as três empresas - e pelo menos outras 30 companhias que se cadastraram para a concorrência - é principalmente o valor estimado para o projeto, de R$ 2 bilhões a R$ 3,5 bilhões, segundo apurou o Valor.
No momento, as empresas aguardam com ansiedade o anúncio do estudo vencedor, que será usado como base para a PPP. Em 14 de março, a Prefeitura recebeu 11 trabalhos e em até 60 dias vai anunciar o projeto vencedor (que poderá ser a união de mais de um estudo) e falar sobre o edital.
GE, Phillips e Unicoba estão entre as companhias que apresentaram estudos e esperam, com isso, sair na frente na licitação. Além de abocanhar um projeto vultuoso, as empresas veem a vitória como uma vantagem para disputar concorrências futuras. "São Paulo tem um poder de influência e ditar tendências para os outros municípios", afirmou Eduardo Park, presidente da Unicoba.
Ele disse ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, que a companhia deverá expandir suas operações no Brasil caso vença a PPP. Hoje, tem duas unidades para produção de luminárias no país, uma em Extrema (MG) e outra em Manaus (AM). Fundada nos anos 70 pelo imigrante coreano Young Moo Park, a companhia acredita ter a seu favor a iluminação a LED no projeto "23 de Maio/Washington Luiz" [duas importantes avenidas], em São Paulo. Segundo Park, a empresa também tem a vantagem de ter sido a primeira a ter seus produtos de iluminação pública de LED a serem homologados dentro do departamento de Iluminação do Município de São Paulo (Ilume).
"Será a maior PPP do mundo", disse o holandês Henk de Jong, presidente da Philips na América Latina, quando perguntado sobre o interesse da empresa na PPP. Como estratégia, a empresa fez uma parceria com a AES Serviços, especializada em serviços de iluminação pública na cidade, tanto para elaborar o estudo - de 1.200 páginas -, como para disputar a PPP. "A AES Serviços já conhece todas as necessidades de todas as regiões de São Paulo", afirmou.
Caso a dupla seja vencedora, a AES Serviços será responsável por operações em campo, manutenção do pontos, atendimento e outros serviços. E a Phillips será a fornecedora das luminárias, o que deverá exigir a expansão de suas operações no país, segundo Jong. "O projeto é tão grande que vamos avaliar como vamos fazer isso." Entre as opções estariam a ampliação de sua fábrica de lâmpadas em Varginha (MG) ou a instalação de outra unidade fabril no país. Além de um parceiro importante, Jong acrescenta que a Phillips tem a seu favor a sua experiência em iluminação pública com LED em Buenos Aires e em Washington (EUA) e, em São Paulo, iluminou a Av. Faria Lima e o Parque do Ibirapuera.
Ainda mais assertiva, a GE afirmou que "sem dúvida nenhuma" vai investir em uma nova fábrica no Brasil caso vença a PPP. "Já começamos fazer estudos internos, inclusive de localização, para colocar uma planta no país", disse Rodrigo Martins, presidente para a América Latina da GE Lighting, divisão de iluminação da GE. Para o tipo de lâmpada que poderá ser usado em São Paulo, a empresa tem fábricas no México e nos Estados Unidos. Além da promessa do investimento, Martins afirma que a GE tem como vantagem na disputa a experiência na iluminação de cidades como San Diego e Las Vegas. No Brasil, tem entre os projetos de seu portfólio a iluminação da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.
Já a Osram, subsidiária da Siemens, optou por não apresentar estudo próprio, mas pretende ser a fornecedora das luminárias. A empresa já possui uma unidade fabril em Osasco (SP), onde produz lâmpadas de LED para uso residencial e comercial. Eduardo Soares, gerente de vendas para Infraestrutura e Cidades, disse que a demanda brasileira fez com que a Osram desse início a um projeto para fabricar localmente também produtos para iluminação pública, atualmente importados da China.
Os executivos ressaltam que as fábricas do país não produzem 100% dos chamados "componentes" (ou soluções) de LED, que são importados principalmente da China. Quando citam novas fábricas de LED, referem-se à mistura de componentes para a composição dos produtos e à fabricação de outras partes das luminárias. "Mesmo com a PPP de São Paulo, o país não tem escala para a produção do componente", diz Park.
Eles afirmam ainda que apesar de o LED não ter sido uma exigência da Prefeitura, todos os estudos provavelmente incluem esse tipo de lâmpadas. Além de consumirem até 80% menos energia do que outros tipos, têm vida útil mais longa - pelo menos quatro vezes - e iluminam mais, o que contribui para a segurança ao município.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Fonte eólica bate recorde de energia contratada em 2013
A fonte foi responsável por 4,7GW de potência contratada, ultrapassando o maior volume de contratação anual praticado até o momento (2011 com 2.905,3MW)
O ano de 2013 marcou um recorde para o segmento de energia
eólica. Isto porque, nos leilões de energia nova realizados pelo governo, a
fonte foi responsável por 4,7GW de potência contratada, ultrapassando o maior
volume de contratação anual praticado até o momento (2011 com 2.905,3 MW) e
contabilizando 142% a mais do que a meta estipulada de 2GW para o ano. Estas
informações foram divulgadas por meio do boletim mensal de dados do Setor
Eólico publicado recentemente pela Associação Brasileira de Energia Eólica
(Abeeólica).
O documento informa que, dos quatro leilões contemplando
empreendimentos de energia nova, três tiveram a participação da fonte eólica.
No primeiro certame de 2013, exclusivo para fonte eólica, foram contratados
1.505,2MW e a energia eólica atingiu 75,26% de sua meta anual. Em seguida, o
leilão A-3 2013, que previa contratar diversas fontes de energia, finalizou sua
negociação e contratou toda demanda somente de usinas eólicas. Foram mais de
867,6MW contratados. O último leilão do ano, o segundo A-5 de 2013, teve ótima
participação dos empreendimentos eólicos, que conseguiram emplacar 2.337,8MW.
Os empreendimentos eólicos que foram contratados nos leilões
de 2013 deverão ter investimentos de R$ 21,20 bilhões, gerando mais de 70 mil
empregos e abastecendo cerca de 8,5 milhões de casas no país inteiro. O impacto
ambiental decorrente destas novas usinas também será grande, pois, com a
contratação destes 4,7GW, a previsão é de que deixem de ser emitidas 4.050.558
toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano.
Capacidade Instalada
Segundo o boletim, em dezembro de 2013 foram acrescentados à
matriz brasileira mais de 10 MW de energia advinda de fontes eólicas em relação
ao mês de novembro. Isto fez com que a capacidade instalada total dos
empreendimentos eólicos chegasse a 3,46GW. Ao todo, são 142 parques eólicos
construídos.
A participação da energia eólica na matriz elétrica
brasileira continua em 3%. Contudo, se as projeções da Agência Nacional de
Energia Elétrica (Aneel) estiverem corretas, a capacidade instalada de energia
eólica tenderá a quadruplicar nos próximos quatro anos, chegando a 13.487,3 GW
em 2018. A fonte eólica já mostra que uma grande evolução da sua capacidade
instalada na última década. Em 2005, eram apenas 27,1 MW. Em 2014, a
expectativa é de que a energia eólica alcance a marca de 7.310,6 GW de potência
instalada.
Outro dado relevante mostrado no boletim refere-se aos
Encargos de Serviço de Sistema (ESS) gerados pelo despacho das usinas térmicas
com inserção da fonte eólica. O gráfico elaborado pela associação, que contou
com o apoio da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), compara os
encargos gerados sem e com a presença da energia eólica e mostra que após a
presença da fonte eólica houve uma redução de cerca de R$ 400 milhões mensais
de outubro de 2014 a junho de 2013 em encargos. Após este mês, houve uma queda
vertiginosa dos encargos, que não foram cobrados nem em setembro e nem em
outubro do ano passado.
ENERGIA
EÓLICA- CAPACIDADE INSTALADA NO BRASIL
segunda-feira, 17 de março de 2014
Nova unidade em Osasco
Soluções para uso industrial, comercial e residencial estão
disponíveis para os clientes de Osasco e região com os mesmos
benefícios encontrados nas demais lojas do Grupo.
A Santil Comercial Elétrica acaba de inaugurar uma filial em Osasco (SP). A nova loja atenderádesde o consumidor final até indústrias ou grandes construtoras e incorporadoras da região, pois
conta também com equipe de televendas voltada ao atendimento para pessoa jurídica. Os clientes
de Osasco e região terão à disposição a mesma variedade de soluções que fazem parte do portfólio da Santil, de aproximadamente 30 mil itens.
Os principais segmentos comercializados são os de condutores elétricos (cabos), iluminação
(lâmpadas e acessórios), disjuntores, reatores e materiais de infraestrutura. Os produtos de maior
demanda possuem estoque local para atender a pronta entrega e os demais itens chegarão no
destino escolhido pelo cliente em até 48 horas na Grande São Paulo. Para outros Estados brasileiros, possuímos parceria com diversas transportadoras.
A nova loja, de 1.000 m2 de área construída possui uma equipe de televendas e consultores de
balcão, altamente qualificados para prestar aos clientes todo o suporte técnico necessário. Para a
nova unidade, selecionamos vendedores experientes e que passam por constantes treinamentos,
pois sabemos da necessidade deste apoio na hora da venda. Possuímos consultores comerciais
especializados em indústria, construção civil, decoração e luminotecnia.
Pesquisas internas apontaram um comércio crescente na região e a ausência de lojas
especializadas em material elétrico. Por isso entendemos como uma boa oportunidade levar até
os clientes produtos de qualidade e excelência em serviços, respaldados na nossa experiência de
35 anos de atuação no setor elétrico.
Além da qualificação dos funcionários, a nova loja conta com diferenciais importantes, já
presentes na operação das demais lojas do grupo, como entrega rápida e amplo apoio pós-venda.
Endereço: Av.. dos Autonomistas, 5.669 – Vila Quitauna – Osasco – SP
Horário de atendimento: das 8h30 às 18h00, de segunda a sexta-feira e das 8h30 às 13h30 aos sábados.
Fone: (11) 3695-9000.
Sobre a Santil
Fundada em 1978, a Santil Comercial Elétrica, é uma das principais distribuidoras de materialelétrico do país. Com soluções para uso industrial, comercial e residencial, atua fortemente no
segmento da construção civil por meio de vendas corporativas, mas também atende pequenas
revendas, indústrias e consumidores finais.
Possui cerca de 30 mil itens cadastrados e um giro mensal de aproximadamente 20 mil itens, sendo carros-chefes as linhas de cabos, lâmpadas, luminárias, tubos e conexões, conduletes e reatores. O amplo portfólio de produtos no setor elétrico, aliado à entrega rápida e atendimento altamente qualificado formam os principais diferenciais da Santil, reconhecidos tanto por profissionais da área elétrica, como consumidores.
Com mais de 400 colaboradores, atualmente a empresa possui quatro pontos de venda, sendo três na cidade de São Paulo(bairros do Piqueri, Centro e Água Branca) e uma em Osasco; além de um amplo entro de Distribuição, no bairro Água Branca, com aproximadamente 9.000 m2 de área. Com crescimento histórico superior ao desempenho do PIB brasileiro, a Santil vem aumentando seu faturamento em torno de 20% nos últimos cinco anos. Investimentos contínuos permitem um crescimento sólido e preparam a empresa para um incremento da participação no mercado de material elétrico.
Santil Comercial Elétrica Eireli
Fone: (11) 3998-3000
sac@santil.com.br
www.santil.com.br
www.facebook.com/santilcomercial
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