sexta-feira, 19 de junho de 2015

Santil destaca alternativas às lâmpadas incandescentes



Lâmpadas fluorescentes e de LED são opções eficientes
e econômicas para a iluminação de ambientes residenciais, comerciais
e de via públicas e estão cada vez mais acessíveis


No próximo dia 30 de junho, as lâmpadas incandescentes de 60W – a potência mais utilizada pelos brasileiros – deixam de vez o mercado. Para muitas pessoas, a medida pode provocar dúvidas quanto ao que fazer quando as lâmpadas de suas casas queimarem, já que as incandescentes vêm iluminando há mais de um século os mais diversos ambientes residenciais ou corporativos. Os consumidores, entretanto, podem contar com soluções variadas.

Karina Jorge Bassani, diretora financeira da Santil, uma das principais distribuidoras de materiais elétricos do país,destaca que este é um movimento mundial que atende às novas necessidades de economia de energia elétrica, problema que afeta a todos. “Com o passar dos anos, a evolução tecnológica acompanhou as mudanças no estilo de vida das pessoas e a inevitável elevação da demanda. Aumentaram as exigências por mais eficiência, com economia de energia elétrica e redução de custos, sejam em empresas ou em nossa casa”, afirma.

Muitos consumidores podem ficar inseguros, mas o mercado já oferece produtos cada vez mais aperfeiçoados, com preços que estão, gradativamente, em queda. As lâmpadas fluorescentes foram um dos primeiros passos de sucesso no sentido de oferecer uma resposta eficaz aos desafios que surgiam.

Criada em 1938, esse tipo de lâmpada foi muito utilizada em uso comercial e industrial. Desde 2001, quando o país despertou para o déficit energético, com o chamado “apagão”, as fluorescentes passaram a ser fabricadas em formatos compactos, conquistando significativas parcelas de consumidores, em busca de boa luminosidade, durabilidade, com economia de energia. Essas lâmpadas economizam cerca de 40% de energia elétrica se comparadas às incandescentes.

Mais recentes são os produtos com LED (Light EmitingDiode/Diodo Emissor de Luz) – existente desde 1962. O aperfeiçoamento desta tecnologia vem permitindo a ampliação da gama de itens, para diferentes aplicações e que atendem a gostos variados, com economia energética de cerca de 80% em comparação às incandescentes.

Aos poucos, essa alternativa vem conquistando os consumidores, que têm à disposição uma variedade de marcas e tipos de produtos para quaisquer necessidades. As opções são inúmeras e estão cada vez mais acessíveis. O LED já é utilizado nos mais diferentes tipos de lâmpadas, o que amplia a gama de aplicações e atende às diferentes necessidades e projetos decorativos.

São plafons, luminárias, lustres, componentes diversos e lâmpadas decorativas e funcionais, com diferentes potências, cores e formas, incluindo o formato de bulbo como das incandescentes, com luz branca e amarela, que resgata a sensação de conforto visual atribuída às antigas lâmpadas. “Nossos vendedores estão sempre preparados para ajudar a sanar dúvidas dos consumidores com relação à equivalência entre os modelos, aplicações mais adequadas, instalação, etc.”, ressalta Karina.

Nova luz
O processo de banimento das lâmpadas incandescentes foi iniciado em 2010 e visa retirar do mercado os produtos energeticamente ineficientes. A crise hídrica e energética, os altos custos de energia contribuem para o desenvolvimento de uma nova visão sobre o problema.


“Os recentes reajustes dos custos de energia elétrica vem provocando um aumento da demanda por lâmpadas economizadoras. Na Santil, o aumento das vendas de LED foi de 200% em 2014, se comparado a 2013. Essa preocupação demonstra que um novo ciclo se inicia. Um ciclo virtuoso, no qual todos ganham e pelo qual todos devem trabalhar: setores públicos e privados, indústria e comércio e a sociedade”, finaliza Karina.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Santil investe em ações sustentáveis





As iniciativas colocadas em prática visam, além da economia
imediata de recursos e maior proteção do meio ambiente, despertar
a consciência de cada colaborador para o tema



Atenta à questão da sustentabilidade e ciente da responsabilidade que pessoas e empresas devem ter em favor ao meio ambiente, a Santil - uma das principais distribuidoras de material elétrico do país - coloca em prática várias iniciativas para estimular o consumo consciente e o descarte correto. Além de resultados práticos no dia a dia da empresa, as medidas têm como objetivo maior, despertar a consciência de todos os colaboradores para a importância do tema.

“Dependemos da participação de cada indivíduo e de atitudes conscientes, para avançar no campo da sustentabilidade que, sabemos, envolve aspectos econômicos, equilíbrio social e preservação do meio ambiente”, destaca Karina Jorge Bassani , diretora financeira da Santil.

Já há alguns anos a empresa criou programas internos de incentivo ao descarte adequado e ao consumo e utilização racional dos recursos disponíveis, valores já incorporados no dia a dia da maior parte dos colaboradores e comprovados com o levantamento financeiro dos últimos anos na compra de papéis, envelopes, tintas para impressão e copos descartáveis, por exemplo.

Apesar do constante aumento do quadro de colaboradores, a Santil tem conseguido reduzir, proporcionalmente, o consumo destes itens. Também tem alcançado resultados bastantes positivos em relação à mudança de hábitos. “Após uma forte campanha interna, hoje, quase todos os funcionários dos escritórios administrativos abandonaram os copos descartáveis e adotaram as garrafinhas ou copos individuais para água”, conta Karina. Do mesmo modo, a coleta seletiva foi implantada com sucesso em todos os pontos de venda, no Centro de Distribuição e na sede administrativa.

As campanhas para uso racional de papéis e tintas para impressão são regulares. Mais do que mensagens de incentivo e conscientização, os colaboradores já recebem sugestões de ações a serem adotadas, como procedimentos para imprimir frente e verso, configurar margens e copiar e colar apenas o conteúdo de interesse para impressão. Regularmente, processos operacionais são revisados com o objetivo de diminuir ou eliminar a impressão e arquivo de papéis desnecessários.

Envelopes são reutilizados e as sobras de papéis são picotadas e aproveitadas nas embalagens de produtos frágeis. Da mesma forma, sobras de embalagens de papelão e até de pallets de madeira são reaproveitados nas operações de armazenamento e entrega.


Parcerias com fornecedores comprometidos com a sustentabilidade são priorizadas e já geraram boas iniciativas, como o Selo Sacola Verde de Garantia, da Siemens, que dá autonomia à Santil para troca de produtos, que são encaminhados diretamente para centros de descarte e reciclagem autorizados.

Responsabilidade social
Além das práticas que demonstram respeito e preocupação com o meio ambiente, a Santil está atenta aos aspectos econômicos e sociais, que visam o bem-estar das gerações futuras e estão totalmente integrados ao conceito de sustentabilidade. Por isso, mantém também uma estrutura de Recursos Humanos que permite e valoriza a carreira profissional interna e inclui política de subsídios para qualificação e melhoria da formação acadêmica.

Há também as iniciativas dirigidas a comunidades externas. Entre elas, estão doações mensais a entidades envolvidas com o cuidado de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social; e a distribuição de alimentação a moradores de rua da região central de São Paulo. Este trabalho, realizado duas vezes por semana, há mais de 10 anos, inclui o preparo e a distribuição de 9.720 refeições por mês.

Nos pontos de venda, a Santil disponibiliza caixas para doação de cupons fiscais, que são encaminhados a uma instituição que presta auxílio a crianças e adultos carentes com deficiência intelectual.

Ainda com o objetivo de difundir os conceitos que envolvem a sustentabilidade e estimular o debate entre colaboradores, parceiros e clientes, a Santil criou, em 2011, o Blog EcoSantil, que reúne notícias ligadas à sustentabilidade, responsabilidade social e meio ambiente.

Conheça a santil: www.santil.com.br 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

As opções em material elétrico para as festas juninas


Com a variedade de itens disponíveis, criatividade
e cuidados com a instalação elétrica, é possível
criar festas bem decoradas e seguras



Em épocas das tradicionais e divertidas festas juninas e quermesses pelo Brasil afora, muitos materiais elétricos são solicitados para a preparação das festas e produtos práticos e eficientes não faltam. A variedade é grande e com criatividade é possível decorar e, ao mesmo tempo, deixar tudo funcionando conforme às necessidades.

Entretanto, a Santil - uma das principais distribuidoras de material elétrico do País - alerta para a questão da segurança. “Nestas ocasiões, é comum algumas pessoas improvisarem as instalações elétricas. Mas isso é um erro que pode causar sérios transtornos, mesmo em projetos pequenos”, destaca Danielle Sanches, gerente de e-commerce, da Santil.

Daí a importância de utilizar produtos de qualidade atestada, realizar instalações seguras e, dependendo da complexidade das mesmas, contratar um profissional habilitado, que poderá dimensionar corretamente os condutores e as cargas necessárias para a iluminação, por exemplo. É preciso ainda evitarligar muitas lâmpadas ou muitas tomadas que alimentarão iluminação e/ou equipamentos em um único circuito, que pode ultrapassar a capacidade de corrente dos condutores utilizados.


Variedade
Entre os itens que podem ajudar a compor as instalações e decorações das festas juninas estão as lâmpadas coloridas (PAR ou LED), pisca-pisca, fitas ou mangueiras de LED, fios e cabos, fitas isolantes, conectores, plugues e tomadas, luminárias para áreas externas, etc.

“Muitos produtos são adquiridos para este fim e outros reaproveitados, mas o importante é planejar de que forma serão utilizados. Desta forma, evita-se, por exemplo, usar um cabo mal dimensionado para a carga elétrica que receberá ou luminárias em áreas externas, sem grau de proteção a intempéries”, alerta Danielle.

A fita de LED é um exemplo de produto prático, eficiente e sustentável: fácil de instalar (há modelos flexíveis e com sistema autoadesivo); com diversas opções de cores, inclusive sistema RGB, de alternância das cores;  baixo consumo energético;entre outros benefícios.

Assim, com alguns cuidados e criatividade, é possível realizar festas juninas visualmente bonitas, funcionais e, sobretudo, seguras. Confira mais algumas dicas práticas:
 não colocar enfeites de papel, papelão ou plástico em contato ou muito próximo às lâmpadas; 
  • isolar corretamente as emendas dos fios com fita isolante certificada, nunca com fita crepe ou fita adesiva de uso geral;
  • produtos sem o grau IP de proteção à intempéries adequado ou isolações elétricas não devem ter contato com umidade e água;
  • evitar o uso de adaptadores tipo benjamim, que podem sobrecarregar as tomadas e causar danos elétricos; 
  • desligar os produtos da corrente elétrica ou da tomada sempre que for manuseá-los.


segunda-feira, 27 de abril de 2015

Saiba como usar a eletricidade em casa



Conhecer sistemas elétricos pode evitar aquisição de produtos incorretos ou acidentes

Eletricidade é coisa séria e muitos consumidores enfrentam dúvidas na hora de optar por materiais elétricos, lâmpadas ou equipamentos que funcionam com energia elétrica. 

Voltagem, potência e corrente elétrica são temas comuns no cotidiano de qualquer residência. Mas afinal o que significam esses termos tão interligados e quais os efeitos práticos no dia a dia das pessoas? Gilmar do Nascimento, subgerente de vendas da Santil, explica e dá algumas dicas para tornar a vida do consumidor mais fácil e segura. “Existem dúvidas muito comuns sobre tensão, corrente, resistência, potência elétrica. Diariamente nos deparamos com estas questões por parte de consumidores finais e também de eletricistas e outros profissionais, seja no balcão de nossas lojas ou pelo site ou SAC”, conta Nascimento.

Potência elétrica:  Um dos fatores mais importantes na escolha de um produto elétrico, como um chuveiro, por exemplo, é a potência elétrica, que está diretamente ligada à força do motor do aparelho – e também ao consumo de energia elétrica. A potência é a quantidade de energia que passa por um condutor durante um período de tempo e é dimensionada pela medida Watt (W). Quanto maior a potência, mais rápido, mais quente ou frio torna-se o aparelho, ou maior é a luminosidade de uma lâmpada. No entanto, o consumo de energia eleva-se proporcionalmente. 

Aparelhos com maior potência consomem mais, independentemente se tiverem tensão 127V ou 220V. Pode-se dizer que a potência nominal da lâmpada está ligada ao brilho e à energia que está sendo transformada em cada unidade de tempo. Se utilizada de acordo com as especificações do fabricante, uma lâmpada de 100 W brilha mais e consome mais energia que o mesmo modelo de 50 W, por exemplo. 

Tensão elétrica:  Outra medida muito comum é a tensão elétrica – ou voltagem –, cuja dimensão é Volt (V). A tensão (ou DDP - diferença de potencial) é definida como diferencial de potencial elétrico entre dois pontos, que gera uma corrente elétrica. Vale lembrar que é necessário verificar sempre qual a tensão do aparelho/produto e da tomada onde o mesmo será ligado. Em geral, as tensões residenciais são 127V e 220V. Se um aparelho concebido para receber 127V for ligado numa tomada 220V, ele receberá mais energia do que suporta, e poderá, simplificadamente, ‘queimar’. Do contrário, ele será subutilizado. 

No Brasil se convencionou usar 110V para a alimentação de lâmpadas e tomadas e 220V para equipamentos de alta potência, como ar condicionado, chuveiro e torneira elétrica. Mas ambas as voltagens têm o mesmo desempenho, consumo de energia e grau de periculosidade. A única diferença entre as tensões está relacionada ao dimensionamento dos componentes da instalação elétrica. Os circuitos de 220V permitem a utilização de condutores com seção nominal (bitola) menor em relação aos de 110V (ou 127V). Isso em função da corrente elétrica, que é maior em instalações de 110V.

Fonte: http://www.jornaldogutierrez.com.br/public/uploads/editions/c6b19d9f56b878988af6b4be1ad0ab65.pdf

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Mitos, verdades e dicas sobre o consumo de energia da geladeira



Utilizar a energia elétrica com eficiência significa combater o desperdício, consumindo apenas o necessário e preservando os recursos naturais do planeta e garantindo uma boa economia na conta de luz

Mitos, verdades e dicas sobre o consumo de energia da geladeira:

1 - Desligar a geladeira durante a noite de sono não diminui o consumo de energia?
Não. Algumas pessoas acreditam que desligando a geladeira durante a noite da tomada e religando na manhã seguinte reduz o consumo de energia elétrica. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as geladeiras estão no topo da lista dos eletroeletrônicos que mais gastam energia. Mas desligar o equipamento todos os dias pode aumentar o valor da conta de luz e não diminuí-la. 
Isso porque a geladeira opera a uma determinada temperatura. Quando é desligada, para de funcionar e a temperatura interna aumenta. Quando é novamente ligada a energia, o motor opera ainda mais para baixar a temperatura. Ou seja, mantendo a geladeira ligada o tempo todo permite que o motor trabalhe menos para manter o mesmo nível de temperatura.

2- Gelo acumulado no freezer gasta mais energia?
Sim. É importante descongelar regularmente a geladeira e o freezer, evitando que se formem camadas de gelo com mais de meio centímetro de espessura

3- Colocar alimentos quentes na geladeira gasta mais energia?
Sim. A geladeira tem de trabalhar mais para equilibrar a temperatura interna, gastando mais energia

Dicas para economizar: 
- Adquira refrigeradores com o selo PROCEL A, eles economizam energia em relação aos outros. Mesmo que sejam um pouquinho mais caro você certamente economizará no longo prazo.

- Instale o refrigerador em local arejado e protegido do calor do sol e do fogão. A alta temperatura atrapalha as trocas de calor do refrigerador.

- Antes de abrir a geladeira pense no que vai pegar. Geladeira aberta absorve calor do meio e para restabelecer a temperatura gasta-se muita energia.

- Evite forrar as prateleiras e superlotar o eletrodoméstico, isto atrapalha a convecção.

- Não coloque alimentos quentes no refrigerador e lembre-se que líquidos devem ficar tampados.

- Mantenha a borracha de vedação em perfeito estado, caso não esteja troque por uma nova. Em poucos meses você economizará o valor da borracha na conta de luz.

- Não deixe acumular gelo no congelador, o gelo é um bom isolante térmico o que dificulta as trocas de calor. O gelo joga o trabalho do motor fora, é gasto sem retorno!

- Limpe o radiador periodicamente para que a gordura e a poeira que nele se depositam não reduzam a transferência de calor para o ambiente.

- Organize os alimentos de maneira a deixar um pequeno espaço entre eles, isso facilita a convecção.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Verão: Cuidado com os raios!


Com a chegada do verão, aumentam a intensidade das chuvas e os riscos envolvendo a rede elétrica. A alta frequência de queda de raios traz preocupações em dobro para a população. O Programa Casa Segura indica procedimentos e atitudes fundamentais para a segurança pessoal e do imóvel nestas situações.

Queda de raios: Durante a ocorrência de raios, forma-se uma sobretensão – tensão (“voltagem”) acima da normal, que se propaga pela rede elétrica da rua e pode chegar às residências. Neste cenário, a rede que normalmente funciona em 110 ou 220 volts pode receber uma descarga da ordem de milhares de volts (por exemplo, 5 mil volts ou até mais). É esse pico de energia que pode percorrer a rede elétrica do imóvel e queimar os aparelhos que estejam conectados nas tomadas, independente de estarem funcionando ou não.
  • No momento de chuva forte com raios, retire todos os aparelhos da tomada até que a intensidade da chuva diminua.
  • Evite usar o telefone, a TV e a internet por cabo durante a chuva com raios, uma vez que uma descarga elevada pode também percorrer essas fiações.
  • No caso de chuveiro elétrico, evite tomar banho quando houver chuva com raios, pois, caso haja uma sobretensão no circuito elétrico do chuveiro, uma parte da descarga elétrica elevada pode ser transferida para a água, colocando a pessoa em risco de choque elétrico grave. Embora a possibilidade deste tipo de acidente seja remota, não custa nada prevenir.
Um bom Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas
  • Os condutores de descida são distribuídos ao longo do perímetro da edificação, de acordo com o nível de proteção, com preferência para as quinas principais.
  • Em edificações acima de 20 metros de altura, os condutores das descidas e dos anéis intermediários horizontais devem ter a mesma bitola dos condutores de captação, devido à presença de descargas laterais.
  • Para minimizar os danos estéticos nas fachadas e no nível dos terraços, pode-se utilizar condutores chatos de cobre.
  • A malha de aterramento deve ser com cabo de cobre nu de 50mm² e instalado na profundidade de 0,5m no solo, interligando todas as descidas.
  • Os eletrodos de aterramento tipo copperweld devem ser de alta camada (254 microns). Os eletrodos de baixa camada não são permitidos.
  • As conexões enterradas devem ser preferencialmente com solda exotérmica. Se forem usados conectores de aperto, instala-se uma caixa de inspeção de solo para proteção e manutenção do conector.
  • As equalizações de potenciais devem ser executadas no nível do solo e a cada 20 metros de altura, onde são interligadas todas as malhas de aterramento, bem como todas as prumadas metálicas, além da própria estrutura da edificação.
  • As tubulações de gás com proteção catódica não podem ser vinculadas diretamente. Neste caso deve-se instalar um DPS tipo centelhador.
  • Lembre-se que o cobre é o melhor condutor de energia e tem papel fundamental na instalação dos para-raios que protegem o seu patrimônio da sua vida.
Mitos e verdades sobre os raios
  • Um raio não cai duas vezes em um mesmo lugar: Quantas vezes já ouvimos isso! Pois saiba que é uma grande bobagem!!! É comprovado que um raio pode cair mais de uma vez no mesmo lugar.
  • Outras crenças populares contribuem para que as pessoas tenham dúvidas sobre este assunto e continuem se arriscando. Uma das mais comuns é a de se achar que estamos protegidos pelo para-raios do vizinho. Grande erro.
  • Há uma confusão ainda maior. Muitos acreditam que os para-raios possam atrair os raios para suas edificações e, por medo, se recusam a instalá-los. Na realidade o para-raios é um caminho seguro para conduzir a energia gerada pelo raio à terra.
  • Mais uma dúvida comum. Os para-raios não protegem os equipamentos eletroeletrônicos. Para isso devem ser usados o aterramento elétrico (fio terra) e supressores de surto. Todo o sistema de aterramento deve ser equipotencializado.
Fonte: http://programacasasegura.org/br/noticias/verao-a-estacao-dos-raios-e-das-chuvas-evite-tragedias/

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Férias! Cuidados em dobro com a criançada



Durante as férias escolares, aumenta a permanência das crianças no quarto, em meio a seus games e computadores. A reunião de amigos eleva o número de crianças no espaço confinado. É neste período que os pais devem ter cuidado redobrado com os riscos de acidentes com choques elétricos, aumentando a cautela quanto à instalação elétrica do local.

  • Os pequenos são curiosos e, para eles, o alerta maior é para a proteção das tomadas. No caso de crianças, o grande problema é colocar o dedinho ou um objeto metálico no buraco da tomada, que pode ser fatal, alerta. Recomendação: tampar todas as tomadas não utilizadas com um protetor plástico comum, à venda em qualquer loja elétrica ou home center. Isso é válido, obviamente, desde que a criança não tenha força e habilidade suficientes para tirar o protetor. Para resolver o problema de uma vez por todas, independentemente da criança, deve-se usar tomadas com bloqueadores (obturadores) que já vêm de fábrica. Esse modelo é ainda pouco conhecido e usado no Brasil, mas deveria ser usado sempre por aqueles que têm ou recebem crianças pequenas em casa.
  • Para os filhos maiores, o perigo de choque pode ser maior, pois eles têm acesso fácil aos plugues dos aparelhos, correndo o risco ao colocar ou tirá-los da tomada. Sobretudo nos modelos antigos de tomadas, esse risco era um pouco maior do que no novo padrão de tomadas. É comum a retirada do aparelho da tomada puxando pelo cabo elétrico e não pelo corpo do plugue, o que aumenta o risco de danificar a extremidade do condutor, o qual pode se romper com o tempo, perfurando a isolação do cabo e, então, provocando o choque. Em ambas as situações, deve-se orientar a criança para que insira e retire os plugues das tomadas tocando-os apenas no corpo do plugue e nunca puxando o fio.
  • Outro alerta para os pais é orientar os filhos a não brincar com aparelhos que estão dando choque. Às vezes a criança acha engraçado levar choque de baixa intensidade, que ocorre por defeitos internos nos aparelhos. Isso é muito perigoso e pode ser fatal dependendo do percurso da corrente elétrica pelo corpo.
  • O uso de benjamins (ou tês) deve ser evitado para reduzir a ocorrência de sobrecargas. Fios soltos pelo chão no meio do caminho da criançada podem resultar em danos aos fios e consequentes choques elétricos, além do risco da criança tropeçar, cair e se machucar.
  • Um alerta que vai além da segurança: o controle no consumo de energia. Embora não esteja diretamente relacionado com a segurança, pois isso raramente leva a um incêndio, os pais devem orientar seus filhos a não deixarem os equipamentos ligados na tomada quando não estiverem sendo usados. A maioria dos eletroeletrônicos continua funcionando, mesmo que apenas para manter os LEDs acesos ou os relógios funcionando. Isso significa gasto desnecessário de energia com a consequente emissão de gás carbônico na atmosfera.
  • Outra medida que evita choques e acidentes em qualquer época do ano: o uso do fio terra e do dispositivo DR – este, popularmente conhecido por fazer desligar a energia elétrica. Esses dispositivos, associados ao bom uso dos aparelhos, podem reduzir o consumo de energia, além de evitar possíveis acidentes elétricos domésticos que, em alguns casos, podem ser fatais. Dispositivos do tipo DR protegem a corrente diferencial residual, e isso não acontece quando o fiozinho verde do chuveiro não está ligado na parede e permanece enrolado ao lado do aparelho.
  • Todos os circuitos elétricos, sejam de iluminação, tomadas ou outros equipamentos devem ser protegidos contra choques elétricos. Em particular o DR de alta sensibilidade é especialmente usado em áreas molhadas como banheiro, lavanderia e cozinha e tem como missão desligar automaticamente o circuito no momento em que ocorre uma descarga elétrica para a terra ou pelo corpo das pessoas. Quando você liga o ferro de passar, que consome muita energia, junto a outro equipamento, com o uso de um benjamim, ou T, por exemplo, e a energia cai, isso é sinal de que sua casa está correta, com o disjuntor funcionando perfeitamente. Ele impediu que a sobrecarga de energia provocada pelo mau uso dos dois aparelhos pudesse provocar uma temperatura elevada que, em casos extremos, pode resultar em incêndios.
Além de provocar incêndios, as instalações elétricas mal dimensionadas ou sem a manutenção adequada podem causar queimaduras de até terceiro grau, coagulação do sangue, lesão nos nervos, contrações musculares e reação nervosa de estremecimento (a sensação de choque).
Fonte: http://programacasasegura.org/br/noticias/ferias-cuidados-em-dobro-com-a-criancada/