sábado, 18 de julho de 2015

Cinco dicas para uma instalação elétrica segura




Com vendas efetivadas nas lojas, pelo televendas e por meio da loja virtual, a Santil, fundada em 1978, tem larga experiência quando o assunto é instalação elétrica. Por isso, reuniu cinco dicas valiosas acerca de um item de fundamental importância em qualquer projeto: a segurança. Afinal, a falta de cuidados e atenção neste quesito pode ser fatal. Confira: -
-Projetos devem ser realizados, sempre (inclusive reformas e manutenções), por profissional habilitado. Dessa forma, com base no dimensionamento da carga elétrica em questão haverá a correta especificação da seção nominal – bitola - dos condutores, da quantidade de circuitos (tomadas e pontos de luz) necessários, da capacidade dos disjuntores, entre outros itens relevantes.
- Instalações seguras incluem sistemas de aterramento ("fio terra"), tomadas com contato de aterramento; dispositivo diferencial residual (DR); dispositivos protetores de surtos (DPS); cabos elétricos retardantes de chama; e eletrodutos normalizados - produtos que oferecem nível mais elevado de segurança e evitam o desperdício de energia elétrica.
- O cuidado com as emendas dos condutores elétricos e suas conexões é fundamental, tanto para a durabilidade da instalação quanto para não haver aquecimento e perda elétrica.
- É preciso prever circuitos de iluminação separados dos circuitos de tomadas de uso geral e circuitos independentes exclusivos para cada equipamento com corrente nominal acima de 10A (ampères), como chuveiros, torneiras elétricas e máquinas de lavar louça, por exemplo.
- um projeto elétrico adequado às necessidades do imóvel deve obedecer rigorosamente as exigências técnicas prescritas pela NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão - norma que orienta sobre os princípios fundamentais para a concepção de um projeto de instalação elétrica.
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Santil Comercial Elétrica Eireli
Loja Piqueri: (11) 3998.3000
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Loja Santa Ifigênia: (11) 3338.0000
Televendas Santil Água Branca: (11) 3616.5000


sexta-feira, 3 de julho de 2015

LED certificada, um compromisso de todos nós



Por Karina Jorge Bassani*
  
Economia, preservação do meio ambiente, qualidade e durabilidade. Apoiada nestes – e em outros – predicados, a tecnologia LED vem passo a passo conquistando seu espaço no varejo brasileiro. E, portanto, o debate em torno do tema vem, aos poucos, buscando também o seu lugar. Não poderia ser diferente, afinal é algo novo e ainda um tanto distante da cultura geral. Precisa ser discutida, elucidada, destrinchada...

Quer um dado importante para atestar o que estamos afirmando? Em 2014, a tecnologia das lâmpadas LED venceu o Prêmio Nobel de Física ao provar que, apesar de ser aproximadamente 15 vezes mais cara do que a lâmpada incandescente, a de LED dura 50 vezes mais e é, em média, 8 vezes mais eficiente que a incandescente, que desperdiça energia gerando mais calor do que luz.

A boa notícia é que as vantagens não se restringem ao bolso do consumidor. A nova tecnologia também apresenta benefícios para o meio ambiente já que são mais resistentes, superando as fluorescentes que, por sua vez, duram 10 vezes mais que as lâmpadas amarelas. Com maior vida útil, contribui para a diminuição da produção e descarte de resíduos na natureza. E não possuem mercúrio como nas fluorescentes que, mesmo que em pequena quantidade, representa um risco para o meio ambiente.

Com tantas utilidades, a aceitação da tecnologia LED deverá crescer mais de 30% ao ano no Brasil. Estima-se que, em 2020, cerca de 70% do faturamento do setor de iluminação serão provenientes desses produtos, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Com índices tão consideráveis, o governo precisou tomar medidas para proteger o consumidor.

Assim, em 17 de março de 2015, regulamentou o comércio de lâmpadas de LED no Brasil, publicando duas portarias que passaram a disciplinar a fabricação e a importação dos produtos com essa nova e moderna tecnologia. As duas portarias, 143 e 144, regulamentadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), tratam, respectivamente, dos aspectos técnicos da qualidade das lâmpadas de LED e do envolvimento dos fabricantes, importadores e lojistas quanto à comercialização. Em outras palavras, a partir da regulamentação, os fabricantes só poderão trazer ao Brasil lâmpadas de LED que estejam previamente certificadas e liberadas para importação em conformidade com as exigências.

Ainda de acordo com o Inmetro, além de segurança, estão sendo avaliadas também: a eficiência energética das lâmpadas LED – no âmbito do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) – e a durabilidade. Os critérios utilizados para comprovar a vida útil ficam por conta dos ensaios com alguns dos componentes das lâmpadas LED que permitem atestar a veracidade da informação de durabilidade informada pelo fabricante. Na verdade, segue o mesmo padrão da certificação aplicada hoje para as lâmpadas incandescentes e fluorescentes compactas.


Nós da Santil não só apoiamos a iniciativa, que trará benefícios incontáveis para o mercado, como também trabalhamos dentro das regras estipuladas, oferecendo ao consumidor o que de melhor há em tecnologia LED. Acreditamos que esse deve ser um compromisso de todos nós.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Sua conta de luz veio alta demais?



Estamos sofrendo grandes aumentos por parte do governo, mas, já feitas estas considerações, você continua desconfiado do valor de sua conta de luz?Confira as super dicas da Elektro:
Orientações sobre conta alta
Se ao receber a sua conta de luz você identificar uma diferença muito grande entre os valores da conta atual e da anterior, siga nossas dicas abaixo para tentar identificar as possíveis causas:
  •  Acompanhe a leitura do medidor: Anote a leitura atual do seu medidor, subtraia da última leitura emitida em sua conta de luz e divida esse valor pela quantidade de dias entre elas. Esse resultado será o seu consumo médio diário que poderá auxiliá-lo a identificar se você está realmente consumindo mais energia. Mais detalhes em Cálculo e histórico de consumo.
  • Possível erro na anotação da leitura: Seguindo os passos do item anterior, ao anotar a leitura do seu medidor você poderá confrontá-la com a última anotada na conta e, caso a leitura atual esteja menor que a anterior, encaminhe uma solicitação de análise para a cia responsável pela distribuição elétrica da sua região
  • Mudança de alíquota do ICMS: Mesmo uma pequena variação de consumo pode provocar alteração no valor de sua conta de luz. Isso acontece devido à mudança de faixa da alíquota de ICMS do seu Estado (SP ou MS). Mais detalhes em Tributos recolhidos.
  • Acúmulo de contas (plurimestral): Sua conta pode estar trazendo o valor acumulado dos últimos meses, não cobrados, devido ao faturamento plurimestral das contas demonstrativas/vinculadas. Mais detalhes em Conta demonstrativa ou vinculada.
  • Taxas de serviços prestados: Veja se na sua conta não estão relacionados taxas de serviços solicitados por você, tais como religação, custo de diferença de medição (troca de medidor em ligação nova ou reforma), etc.
  • Tarifa social: Se a unidade consumidora for utilizada apenas como residência, pode ser que você tenha direito a tarifa de energia com desconto (baixa renda). Para isso você deve atender algumas exigências governamentais.
  • Teste no medidor: Se mesmo com as informações acima você ainda tiver dúvidas sobre o seu consumo de energia, você pode realizar um teste simples e rápido em seu medidor. Veja a figura acima. 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Santil destaca alternativas às lâmpadas incandescentes



Lâmpadas fluorescentes e de LED são opções eficientes
e econômicas para a iluminação de ambientes residenciais, comerciais
e de via públicas e estão cada vez mais acessíveis


No próximo dia 30 de junho, as lâmpadas incandescentes de 60W – a potência mais utilizada pelos brasileiros – deixam de vez o mercado. Para muitas pessoas, a medida pode provocar dúvidas quanto ao que fazer quando as lâmpadas de suas casas queimarem, já que as incandescentes vêm iluminando há mais de um século os mais diversos ambientes residenciais ou corporativos. Os consumidores, entretanto, podem contar com soluções variadas.

Karina Jorge Bassani, diretora financeira da Santil, uma das principais distribuidoras de materiais elétricos do país,destaca que este é um movimento mundial que atende às novas necessidades de economia de energia elétrica, problema que afeta a todos. “Com o passar dos anos, a evolução tecnológica acompanhou as mudanças no estilo de vida das pessoas e a inevitável elevação da demanda. Aumentaram as exigências por mais eficiência, com economia de energia elétrica e redução de custos, sejam em empresas ou em nossa casa”, afirma.

Muitos consumidores podem ficar inseguros, mas o mercado já oferece produtos cada vez mais aperfeiçoados, com preços que estão, gradativamente, em queda. As lâmpadas fluorescentes foram um dos primeiros passos de sucesso no sentido de oferecer uma resposta eficaz aos desafios que surgiam.

Criada em 1938, esse tipo de lâmpada foi muito utilizada em uso comercial e industrial. Desde 2001, quando o país despertou para o déficit energético, com o chamado “apagão”, as fluorescentes passaram a ser fabricadas em formatos compactos, conquistando significativas parcelas de consumidores, em busca de boa luminosidade, durabilidade, com economia de energia. Essas lâmpadas economizam cerca de 40% de energia elétrica se comparadas às incandescentes.

Mais recentes são os produtos com LED (Light EmitingDiode/Diodo Emissor de Luz) – existente desde 1962. O aperfeiçoamento desta tecnologia vem permitindo a ampliação da gama de itens, para diferentes aplicações e que atendem a gostos variados, com economia energética de cerca de 80% em comparação às incandescentes.

Aos poucos, essa alternativa vem conquistando os consumidores, que têm à disposição uma variedade de marcas e tipos de produtos para quaisquer necessidades. As opções são inúmeras e estão cada vez mais acessíveis. O LED já é utilizado nos mais diferentes tipos de lâmpadas, o que amplia a gama de aplicações e atende às diferentes necessidades e projetos decorativos.

São plafons, luminárias, lustres, componentes diversos e lâmpadas decorativas e funcionais, com diferentes potências, cores e formas, incluindo o formato de bulbo como das incandescentes, com luz branca e amarela, que resgata a sensação de conforto visual atribuída às antigas lâmpadas. “Nossos vendedores estão sempre preparados para ajudar a sanar dúvidas dos consumidores com relação à equivalência entre os modelos, aplicações mais adequadas, instalação, etc.”, ressalta Karina.

Nova luz
O processo de banimento das lâmpadas incandescentes foi iniciado em 2010 e visa retirar do mercado os produtos energeticamente ineficientes. A crise hídrica e energética, os altos custos de energia contribuem para o desenvolvimento de uma nova visão sobre o problema.


“Os recentes reajustes dos custos de energia elétrica vem provocando um aumento da demanda por lâmpadas economizadoras. Na Santil, o aumento das vendas de LED foi de 200% em 2014, se comparado a 2013. Essa preocupação demonstra que um novo ciclo se inicia. Um ciclo virtuoso, no qual todos ganham e pelo qual todos devem trabalhar: setores públicos e privados, indústria e comércio e a sociedade”, finaliza Karina.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Santil investe em ações sustentáveis





As iniciativas colocadas em prática visam, além da economia
imediata de recursos e maior proteção do meio ambiente, despertar
a consciência de cada colaborador para o tema



Atenta à questão da sustentabilidade e ciente da responsabilidade que pessoas e empresas devem ter em favor ao meio ambiente, a Santil - uma das principais distribuidoras de material elétrico do país - coloca em prática várias iniciativas para estimular o consumo consciente e o descarte correto. Além de resultados práticos no dia a dia da empresa, as medidas têm como objetivo maior, despertar a consciência de todos os colaboradores para a importância do tema.

“Dependemos da participação de cada indivíduo e de atitudes conscientes, para avançar no campo da sustentabilidade que, sabemos, envolve aspectos econômicos, equilíbrio social e preservação do meio ambiente”, destaca Karina Jorge Bassani , diretora financeira da Santil.

Já há alguns anos a empresa criou programas internos de incentivo ao descarte adequado e ao consumo e utilização racional dos recursos disponíveis, valores já incorporados no dia a dia da maior parte dos colaboradores e comprovados com o levantamento financeiro dos últimos anos na compra de papéis, envelopes, tintas para impressão e copos descartáveis, por exemplo.

Apesar do constante aumento do quadro de colaboradores, a Santil tem conseguido reduzir, proporcionalmente, o consumo destes itens. Também tem alcançado resultados bastantes positivos em relação à mudança de hábitos. “Após uma forte campanha interna, hoje, quase todos os funcionários dos escritórios administrativos abandonaram os copos descartáveis e adotaram as garrafinhas ou copos individuais para água”, conta Karina. Do mesmo modo, a coleta seletiva foi implantada com sucesso em todos os pontos de venda, no Centro de Distribuição e na sede administrativa.

As campanhas para uso racional de papéis e tintas para impressão são regulares. Mais do que mensagens de incentivo e conscientização, os colaboradores já recebem sugestões de ações a serem adotadas, como procedimentos para imprimir frente e verso, configurar margens e copiar e colar apenas o conteúdo de interesse para impressão. Regularmente, processos operacionais são revisados com o objetivo de diminuir ou eliminar a impressão e arquivo de papéis desnecessários.

Envelopes são reutilizados e as sobras de papéis são picotadas e aproveitadas nas embalagens de produtos frágeis. Da mesma forma, sobras de embalagens de papelão e até de pallets de madeira são reaproveitados nas operações de armazenamento e entrega.


Parcerias com fornecedores comprometidos com a sustentabilidade são priorizadas e já geraram boas iniciativas, como o Selo Sacola Verde de Garantia, da Siemens, que dá autonomia à Santil para troca de produtos, que são encaminhados diretamente para centros de descarte e reciclagem autorizados.

Responsabilidade social
Além das práticas que demonstram respeito e preocupação com o meio ambiente, a Santil está atenta aos aspectos econômicos e sociais, que visam o bem-estar das gerações futuras e estão totalmente integrados ao conceito de sustentabilidade. Por isso, mantém também uma estrutura de Recursos Humanos que permite e valoriza a carreira profissional interna e inclui política de subsídios para qualificação e melhoria da formação acadêmica.

Há também as iniciativas dirigidas a comunidades externas. Entre elas, estão doações mensais a entidades envolvidas com o cuidado de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social; e a distribuição de alimentação a moradores de rua da região central de São Paulo. Este trabalho, realizado duas vezes por semana, há mais de 10 anos, inclui o preparo e a distribuição de 9.720 refeições por mês.

Nos pontos de venda, a Santil disponibiliza caixas para doação de cupons fiscais, que são encaminhados a uma instituição que presta auxílio a crianças e adultos carentes com deficiência intelectual.

Ainda com o objetivo de difundir os conceitos que envolvem a sustentabilidade e estimular o debate entre colaboradores, parceiros e clientes, a Santil criou, em 2011, o Blog EcoSantil, que reúne notícias ligadas à sustentabilidade, responsabilidade social e meio ambiente.

Conheça a santil: www.santil.com.br 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

As opções em material elétrico para as festas juninas


Com a variedade de itens disponíveis, criatividade
e cuidados com a instalação elétrica, é possível
criar festas bem decoradas e seguras



Em épocas das tradicionais e divertidas festas juninas e quermesses pelo Brasil afora, muitos materiais elétricos são solicitados para a preparação das festas e produtos práticos e eficientes não faltam. A variedade é grande e com criatividade é possível decorar e, ao mesmo tempo, deixar tudo funcionando conforme às necessidades.

Entretanto, a Santil - uma das principais distribuidoras de material elétrico do País - alerta para a questão da segurança. “Nestas ocasiões, é comum algumas pessoas improvisarem as instalações elétricas. Mas isso é um erro que pode causar sérios transtornos, mesmo em projetos pequenos”, destaca Danielle Sanches, gerente de e-commerce, da Santil.

Daí a importância de utilizar produtos de qualidade atestada, realizar instalações seguras e, dependendo da complexidade das mesmas, contratar um profissional habilitado, que poderá dimensionar corretamente os condutores e as cargas necessárias para a iluminação, por exemplo. É preciso ainda evitarligar muitas lâmpadas ou muitas tomadas que alimentarão iluminação e/ou equipamentos em um único circuito, que pode ultrapassar a capacidade de corrente dos condutores utilizados.


Variedade
Entre os itens que podem ajudar a compor as instalações e decorações das festas juninas estão as lâmpadas coloridas (PAR ou LED), pisca-pisca, fitas ou mangueiras de LED, fios e cabos, fitas isolantes, conectores, plugues e tomadas, luminárias para áreas externas, etc.

“Muitos produtos são adquiridos para este fim e outros reaproveitados, mas o importante é planejar de que forma serão utilizados. Desta forma, evita-se, por exemplo, usar um cabo mal dimensionado para a carga elétrica que receberá ou luminárias em áreas externas, sem grau de proteção a intempéries”, alerta Danielle.

A fita de LED é um exemplo de produto prático, eficiente e sustentável: fácil de instalar (há modelos flexíveis e com sistema autoadesivo); com diversas opções de cores, inclusive sistema RGB, de alternância das cores;  baixo consumo energético;entre outros benefícios.

Assim, com alguns cuidados e criatividade, é possível realizar festas juninas visualmente bonitas, funcionais e, sobretudo, seguras. Confira mais algumas dicas práticas:
 não colocar enfeites de papel, papelão ou plástico em contato ou muito próximo às lâmpadas; 
  • isolar corretamente as emendas dos fios com fita isolante certificada, nunca com fita crepe ou fita adesiva de uso geral;
  • produtos sem o grau IP de proteção à intempéries adequado ou isolações elétricas não devem ter contato com umidade e água;
  • evitar o uso de adaptadores tipo benjamim, que podem sobrecarregar as tomadas e causar danos elétricos; 
  • desligar os produtos da corrente elétrica ou da tomada sempre que for manuseá-los.


segunda-feira, 27 de abril de 2015

Saiba como usar a eletricidade em casa



Conhecer sistemas elétricos pode evitar aquisição de produtos incorretos ou acidentes

Eletricidade é coisa séria e muitos consumidores enfrentam dúvidas na hora de optar por materiais elétricos, lâmpadas ou equipamentos que funcionam com energia elétrica. 

Voltagem, potência e corrente elétrica são temas comuns no cotidiano de qualquer residência. Mas afinal o que significam esses termos tão interligados e quais os efeitos práticos no dia a dia das pessoas? Gilmar do Nascimento, subgerente de vendas da Santil, explica e dá algumas dicas para tornar a vida do consumidor mais fácil e segura. “Existem dúvidas muito comuns sobre tensão, corrente, resistência, potência elétrica. Diariamente nos deparamos com estas questões por parte de consumidores finais e também de eletricistas e outros profissionais, seja no balcão de nossas lojas ou pelo site ou SAC”, conta Nascimento.

Potência elétrica:  Um dos fatores mais importantes na escolha de um produto elétrico, como um chuveiro, por exemplo, é a potência elétrica, que está diretamente ligada à força do motor do aparelho – e também ao consumo de energia elétrica. A potência é a quantidade de energia que passa por um condutor durante um período de tempo e é dimensionada pela medida Watt (W). Quanto maior a potência, mais rápido, mais quente ou frio torna-se o aparelho, ou maior é a luminosidade de uma lâmpada. No entanto, o consumo de energia eleva-se proporcionalmente. 

Aparelhos com maior potência consomem mais, independentemente se tiverem tensão 127V ou 220V. Pode-se dizer que a potência nominal da lâmpada está ligada ao brilho e à energia que está sendo transformada em cada unidade de tempo. Se utilizada de acordo com as especificações do fabricante, uma lâmpada de 100 W brilha mais e consome mais energia que o mesmo modelo de 50 W, por exemplo. 

Tensão elétrica:  Outra medida muito comum é a tensão elétrica – ou voltagem –, cuja dimensão é Volt (V). A tensão (ou DDP - diferença de potencial) é definida como diferencial de potencial elétrico entre dois pontos, que gera uma corrente elétrica. Vale lembrar que é necessário verificar sempre qual a tensão do aparelho/produto e da tomada onde o mesmo será ligado. Em geral, as tensões residenciais são 127V e 220V. Se um aparelho concebido para receber 127V for ligado numa tomada 220V, ele receberá mais energia do que suporta, e poderá, simplificadamente, ‘queimar’. Do contrário, ele será subutilizado. 

No Brasil se convencionou usar 110V para a alimentação de lâmpadas e tomadas e 220V para equipamentos de alta potência, como ar condicionado, chuveiro e torneira elétrica. Mas ambas as voltagens têm o mesmo desempenho, consumo de energia e grau de periculosidade. A única diferença entre as tensões está relacionada ao dimensionamento dos componentes da instalação elétrica. Os circuitos de 220V permitem a utilização de condutores com seção nominal (bitola) menor em relação aos de 110V (ou 127V). Isso em função da corrente elétrica, que é maior em instalações de 110V.

Fonte: http://www.jornaldogutierrez.com.br/public/uploads/editions/c6b19d9f56b878988af6b4be1ad0ab65.pdf