sexta-feira, 19 de maio de 2017

QUAL A DURABILIDADE DE UMA LED



As LED podem durar quatro vezes mais do que as fluorescentes compactas. Entretanto, alguns atores não relacionados com a qualidade do produto podem afetar sua durabilidade, como oscilações da rede elétrica ou mau contato no ponto de instalação.

A garantia também é mais longa do que as das lâmpadas comuns. Sendo assim, caso o produto pare de funcionar ou tenha a sua eficiência luminosa reduzida dentro do prazo de garantia estipulado pelo fornecedor, configurando um defeito, o consumidor pode solicitar a sua substituição. Porém, para usufruir desse direito é preciso guardar a embalagem e a nota fiscal.

Fonte: http://www.inmetro.gov.br/inovacao/publicacoes/cartilhas/lampada-led/lampadaled.pdf

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sexta-feira, 12 de maio de 2017

TUDO SOBRE LED



Muito se fala em Led – o produto do momento – mas ainda existem muitas dúvidas.

Com grande diversidade de modelos, esse tipo de lâmpada possui características específicas que o diferencia dos produtos que estão no mercado há mais tempo. Considerando que o desconhecimento sobre essas peculiaridades pode gerar uma frustração em relação ao bom funcionamento do produto, o Inmetro reuniu as principais dicas e informações que podem contribuir para o consumidor Aproveitar melhor o desempenho das lâmpadas LED. Vamos tratar desse assunto em alguns posts e também em nosso blog ... Acompanhe!

O que é a Lâmpada LED?

Os Light Emitting Diodes são componentes eletrônicos que geram luz com baixo consumo de energia. Nas embalagens das lâmpadas LED há sempre três tipos de informações:

  • O fluxo luminoso em lúmens (lm) - quantidade de luz emitida.
  • A potência em Watts (W) - consumo de energia elétrica.
  • Eficiência luminosa (lm/W) - relação do fluxo luminoso com a potência.

Economia e Eficiência

A lâmpada LED é mais econômica porque sua eficiência luminosa é maior do que as das outras lâmpadas. Ou seja, gasta menos energia para gerar a mesma iluminação.
As LED podem durar, dependendo do modelo, pelo menos vinte e cinco vezes mais do que as lâmpadas incandescentes e quatro vezes mais do que as fluorescentes compactas. Entretanto, o tempo (em horas de funcionamento) estimado na embalagem não significa o tempo que ela vai levar para queimar e sim o período que a lâmpada passará a funcionar com mais ou menos 70% da capacidade luminosa original.

Fonte: http://www.inmetro.gov.br/inovacao/publicacoes/cartilhas/lampada-led/lampadaled.pdf

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

CINCO PONTOS DE ATENÇÃO COM O PLUGUE DOS ELETRODOMÉSTICOS








A decisão de compra de um eletrodoméstico geralmente é rápida: busca-se o aparelho desejado, lê-se o descritivo do produto – se a compra for on line – ou faz-se meia dúzia de perguntas ao vendedor, durante a visita a loja física. Voilà! Uma nova facilidade estará disponível para revolucionar o dia a dia do consumidor.
Na prática, porém, a compra nem sempre é assim tão bem-sucedida. Isso porque foge ao habitual a atenção a algo indispensável: o plugue do aparelho a ser inserido na tomada. Segundo Hilton Moreno, engenheiro eletricista do Programa Casa Segura do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre), é recorrente o consumidor, depois de adquirir um bem, sentir-se frustrado ao perceber que o plugue do aparelho novo não encaixa na tomada que ele tem em casa ou no escritório. “Seria uma atitude simpática de fabricantes e revendedores de eletrodomésticos e portáteis identificar claramente se o plugue da tomada do equipamento é de 10 A ou 20 A”, diz o especialista.
Para estar alerta na hora da compra e na utilização do aparelho, Moreno relaciona cinco pontos de atenção.
1 – Reconhecimento do Plugue
Boa parte dos aparelhos eletroeletrônicos, aqui incluídos televisores, aparelhos de som, liquidificadores, batedeiras, furadeiras, telefones sem fio, possuem plugues de 10 A (ampères). “Ampères representa a intensidade de uma corrente elétrica e o ideal é que ainda antes da compra essa informação seja dada ao consumidor. Quando esse não é o caso, para descobrir a corrente (popularmente chamada de “amperagem”) de um eletrodoméstico, basta dividir a potência (watts) pela tensão (volts)”, explica Moreno. Outra forma de identificar a corrente é a observação do plugue. Os pinos dos plugues de 20 A têm diâmetro maior – são mais grossos – do que os de 10 A e mais usuais em eletrodomésticos de maior potência, como fritadeiras sem óleo, microondas, secadoras de roupas, aparelhos de ar-condicionado, ferros de passar roupas e alguns modelos de secadores de cabelo.
2 – Plugue de 20 A requer tomada de 20 A
Em razão do diâmetro maior dos pinos dos plugues de 20 A, não é possível encaixá-los nas tomadas de 10 A. Tentar forçar esse encaixe não é uma atitude prudente, assim como tentar resolver o problema com um adaptador com entrada de 20 A e saída de 10 A. “Esses adaptadores não são certificados!”, sentencia Moreno. Além de risco de queima do adaptador, da tomada e do aparelho, há perigo de choque elétrico e de curto-circuito, que comprometa toda a instalação elétrica da residência, afirma o consultor do Programa Casa Segura, do Procobre. “Os adaptadores poderão aquecer além de seu limite ao longo do tempo, derreter ou mesmo ser fonte de incêndios, causando danos ao imóvel e colocando em risco a integridade dos moradores da casa.”
3 – Fiação apropriada para o plugue de 20 A
A determinação da bitola apropriada dos condutores elétricos dos circuitos que alimentam as tomadas depende de alguns aspectos, tais como a potência dos aparelhos que serão ligados e o comprimento da fiação. Em algumas situações específicas, a bitola dos fios que alimentam tomadas de 10 A pode até ser a mesma de tomadas de 20 A, mas isso não é uma regra fixa. Esse cálculo deve ser realizado caso a caso por um profissional qualificado. O certo é que, conforme norma da ABNT, a bitola mínima de qualquer circuito que alimenta tomadas é 2,5 mm2.
4 – Segurança no uso de aparelhos com plugue de 20 A
Quando um eletroeletrônico possui um plugue de 20 A, a única maneira segura de mantê-lo funcionando sem correr o risco de choque ou incêndio é a troca da tomada de 10 A pela tomada de 20 A. É fácil fazer a substituição e indispensável o cuidado de desligar o quadro geral de força antes de fazer a troca. Também deve ser verificada se a bitola dos fios que chegam na tomada é adequada para o novo aparelho ou também precisará ser trocada.
5 – Plugue de 20 A com três pinos
O terceiro pino de um plugue corresponde ao condutor de proteção (“fio terra”). Por norma, todas as tomadas precisam ter três furos, mas os plugues podem variar e ter dois ou três pinos. Essa variação no número de pinos do plugue depende da classe de proteção do aparelho contra choque elétrico. Aparelhos ditos blindados, isto é, que possuem dupla isolação interna contra choques elétricos, possuem apenas dois pinos no plugue. Os que possuem apenas uma isolação interna trazem o terceiro pino no plugue para encaixe no terceiro furo da tomada. Nesses aparelhos com três pinos, sob nenhuma circunstância, o terceiro pino deve ser removido ou inutilizado. Isso anularia a proteção do eletrodoméstico contra choques e deixaria o usuário exposto ao risco.


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sábado, 5 de novembro de 2016

A época de chuvas chegou. Será que a sua casa está segura contra raios?



Com tantos raios e trovões que acontecem durante o período de chuvas, a probabilidade de acontecer uma descarga atmosférica e atingir o seu imóvel é muito grande. Será que você já reparou se sua casa tem instalado um para-raios? E quais são as condições do para-raios do edifício onde você vive?

Em um país com uma alta incidência de raios como o Brasil, o para-raios deveria ser um item obrigatório em qualquer residência ou edifício. Segundo o ELAT (Grupo de Eletricidade Atmosférica) referência mundial nas pesquisas sobre raios, o Brasil é o país do mundo com a maior incidência de raios. Sendo assim, todas as residências edifícios de nosso país deveriam possuir um para-raios.

A principal função do para-raios é evitar que os raios ocorram. Os para-raios são hastes metálicas ligadas por cabos condutores ao solo, colocadas nos telhados das residências de modo a criar um caminho por onde o raio possa passar em direção ao solo, sem causar danos. No solo ele se dissipa. Embora os para-raios não protejam totalmente uma residência, o seu uso diminui consideravelmente os acidentes provocados por raios.

Apesar de existir a norma ABNT NBR BR 5419/2015 que estabelece os requisitos para a determinação de proteção contra descargas atmosféricas, uma vez que as normas no Brasil são voluntárias e não mandatórias, faz com que a sua aplicação não seja uma realidade em muitos casos.

A falta de para-raios em épocas de temporais pode representar sérios prejuízos, já que a descarga elétrica de um raio sobre uma antena (televisão, rádio) ou sobre um poste de energia elétrica causa a queima de equipamentos domésticos como máquinas de lavar, televisores, aparelhos de som, etc. Você conhece alguém que já perdeu um equipamento por conta de raios, não é mesmo?

Aproveite essa época do ano para chamar um profissional eletricista para checar se sua casa tem instalado o para-raios e se o mesmo encontra em boas condições. Somente assim você poderá ficar tranquilo em casa, enquanto a chuva cai bem forte lá fora!


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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Aterramento e Dr – Uma dupla perfeita!


Quantas vezes você já levou um choque-elétrico? Se sua resposta foi pelo menos uma vez, isso não é um bom sinal. Esse choque aconteceu na sua casa ao tocar a sua máquina de lavar, microondas, ou até mesmo ao desligar o chuveiro elétrico?

Tenha cuidado. Provavelmente a instalação elétrica de sua casa não possui aterramento, ou seja, aquele fio verde que os eletrodomésticos possuem não está aterrado.
O descaso em relação ao choque elétrico ainda é muito grande em nosso país. A maioria das pessoas toma uma atitude frente a esse assunto somente quando a consequência do choque já é irreversível, ou seja, no caso de morte. Um choque elétrico tem diversos graus de profundidade 


Em uma linguagem muito simples, veja, na figura, como a dupla aterramento e DR funcionam: quando há o aterramento, no caso de você tocar na parte metalizada de uma maquina de lavar, em uma questão de milésimos de segundos o fio terra desviará a energia do seu corpo para a terra, enquanto isso o DR irá desarmar, garantindo que o choque elétrico não aconteça.


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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Faz alguma diferença desligar o aparelho da tomada para economizar energia?








Sabe aquela luzinha vermelha (ou azul) que continua acesa mesmo depois de você ter desligado a sua televisão? Essa luz, conhecida como modo “Standby” ou “Espera” pode ser chamada de consumo “vampiro”, pois acontece exatamente quando deixamos os equipamentos eletrônicos conectados nas tomadas mesmo quando não estão sendo usados.
Testes realizados pela Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – apontam os principais vilões de consumo “vampiro” de energia: ar-condicionado tipo split, TV, aparelho de som e microondas.
Para se ter uma ideia, para um microondas ligado à tomada o ano todo, o modo standby representa aproximadamente 25% do consumo de energia do aparelho, se você usa ele por 20 minutos por dia.
No programa de etiquetagem brasileira, o INMETRO observou que uma TV pode consumir até 3,7 KWh/mês em modo ‘stand by’, isto significa que uma desligar a televisão da tomada equivale a uma economia no fim do ano.
O total consumido por todos os equipamentos ligados no modo standby pode representar até 12% do consumo de energia elétrica de uma residência, segundo dados do Instituto Akatu.
Siga as dicas do Programa Casa Segura para evitar o consumo “vampiro” em casa:
  1. Retire da tomada todos aqueles equipamentos que são poucos utilizados e que usam o modo de espera (standby)
  2. Na hora da compra, sempre observe a etiqueta sobre o consumo energético do equipamento, dando preferência aos mais econômicos.
  3. Realize periodicamente a manutenção correta de sua instalação elétrica, isso também ajudará você a economizar energia.
Evite o desperdício de energia!

Fonte:http://programacasasegura.org/blog/2016/07/22/faz-alguma-diferenca-desligar-o-aparelho-da-tomada-para-economizar-energia/

sábado, 16 de julho de 2016

O que é preciso ser feito para evitar a sobrecarga nas tomadas?


É preciso sempre verificar a voltagem e a potência (watts) dos aparelhos antes de conectá-los à tomada, a fim de evitar um curto-circuito, e por consequência um incêndio.
Uma tomada de uso comum (110Volts), suporta no máximo 2.200 watts. Se ligarmos um microondas e uma geladeira em uma mesma tomada, esses aparelhos conectados juntos poderão chegar à 2.300 watts, acima do máximo de watts que a tomada suporta de carga elétrica.
Na tabela abaixo fica fácil entender porque devemos evitar de ligar outros equipamentos juntos, em uma mesma tomada, usando muitas vezes um benjamin (ou T) para conectá-los.
Depois de analisarmos a tabela abaixo, a recomendação é a de utilizar benjamins (ou T’s) para ligar equipamentos com potência (watts) baixa, como por exemplo, TV, rádio ou abajur.
No caso do uso de uso de réguas e filtros de linha, devemos ter o mesmo cuidado. Para evitar a sobrecarga, ligue somente aparelhos que tenham potência baixa, como: celulares, notebooks, roteadores. Lembrando: ligue somente 1 aparelho em cada tomada disponível na régua ou filtro de linha.

Fonte:http://programacasasegura.org/blog/2016/07/01/o-que-e-preciso-ser-feito-para-evitar-a-sobrecarga-das-tomadas/