quinta-feira, 29 de maio de 2014

4 dicas de iluminação para áreas externas

iluminação é um aspecto extremamente importante nos projetos residenciais. Além de agregar beleza e charme aos ambientes – internos e externos – a luz propiciada nos locais também cumpre o papel de orientar e garantir a segurança na locomoção dos moradores e visitantes.
É uma pena que, mesmo diante disso, muitas pessoas negligenciem a iluminação de pátios, garagens, fachadas, jardins, varandas e afins. A gente sabe que você se preocupa com sua casa de modo geral, portanto, listamos algumas dicas imprescindíveis para deixar suas áreas externas muito mais bonitas, iluminadas e funcionais. Ficou curioso? Então vem com a gente!

Cuide da Iluminação de entrada/fachada

A iluminação da entrada/fachada valoriza o projeto arquitetônico da casa, pois é como se fosse o cartão de visitas da residência. O ideal é que a iluminação embeleze o lugar sem ofuscar as pessoas. Especialistas recomendam o uso da luz fria, na cor branca, pois o aspecto é bonito e agradável nas fachadas. Outra dica bacana é usar luzes delimitadoras ou refletores apontando o caminho para os visitantes. Isso evita tropeços, além de ficar super charmoso em terrenos grandes.

Ilumine o número da casa

Muitos não prestam atenção à iluminação do número, mas este detalhe é extremamente importante para facilitar a localização da residência. O mais recomendado é iluminar o número com brilho suficiente apenas para sua identificação. Uma boa pedida neste sentido é usar lâmpadas halógenas, pois elas produzem luz instantânea de alta qualidade, sem incomodar a visão.

Capriche na iluminação de jardins e varandas

A varanda é o espaço perfeito para relaxar, ler e conversar com os amigos. Por isso, aposte em uma iluminação agradável e bonita. Usar luminárias decorativas e mais rústicas é uma excelente aposta para agregar charme a essa área.
Quanto aos jardins, é preciso focar tanto na estética quanto na funcionalidade. Luzes de parede, lâmpadas delimitadoras e luzes de piso podem deixar o jardim encantador à noite. A iluminação uplighting ilumina o chão de baixo para cima, enquanto a iluminação front lighting é ideal para paredes e fachadas. Saiba diferenciá-las!
Os refletores coloridos são bem-vindos neste tipo de área, mas cuidado com exageros! O tom de âmbar, por exemplo, fica super delicado nas áreas externas das casas. Por outro lado, cores como azul e verde tendem a ficar bacanas apenas em espaços bem grandes, como os sítios e clubes.
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Dicas extras

  • A iluminação da garagem deve ser suficiente apenas para que o morador estacione o carro com segurança;

  • Refletores perto de plantas dão um efeito maravilhoso;

  • Decks ficam super charmosos quando possuem uma iluminação adequada;

  • A iluminação em churrasqueiras e espaços gourmet deve ser básica e agradável, afinal, pessoas se reúnem nessas áreas;

  • Use iluminação automatizada: ela garante a segurança e evitam a incidência de assaltos quando os moradores estão fora de casa;

  • A iluminação de piscinas deve ser projetada por um profissional e as lâmpadas precisam ser de baixa voltagem para evitar choques elétricos. Além disso, existem sistemas de fibra ótica que conduzem a luz para dentro da piscina;

  • Lembre-se que as lâmpadas de Led são mais econômicas e duráveis, mas não funcionam em todos os casos.
Ao projetar a disposição de áreas externas como varandas, decks, áreas de churrasco e lazer, jardins e demais locais, a iluminação merece todo um cuidado especial para compor o clima perfeito para cada ambiente. E você, gostou das dicas?

Fonte: http://blog.tendtudo.com.br/4-dicas-iluminacao-areas-externas/

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Choque elétrico: mais perigoso do que parece

SIL chama atenção para a importância de utilizar produtos adequados às instalações elétricas e para os cuidados que evitam acidentes com energia elétrica.


Os riscos de um choque elétrico são bastante conhecidos e seus perigos espreitam nos lugares mais comuns, ao alcance da maioria das pessoas: crianças que soltam pipas perto da rede elétrica ou colocam o dedo em tomadas, ligação de vários equipamentos na mesma tomada, pessoas que roubam cabos elétricos para fazer ligações clandestinas (os populares “gatos”). Além disso, instalações mal feitas e equipamentos irregulares são, muitas vezes, causas de acidentes fatais. Dados da AES Eletropaulo atestam que esse tipo de acidente é mais comum do que se pensa, com índice de falecimentos em 20% dos eventos que envolvem choques elétricos. Entretanto, é comum as pessoas minimizarem as causas, os efeitos e as consequências de um choque. O gerente de Engenharia de Produto da SIL, Nelson Volyk, destaca que uma descarga elétrica não precisa ser “forte” para provocar a morte. “Por isso é tão importante planejar e executar uma instalação elétrica segura através da contratação de profissional capacitado e utilizando produtos fabricados segundo as normas técnicas vigentes no país. Realizar uma instalação adequada não é complicado e nem tão custoso quanto muitos podem imaginar – seja em instalações novas ou antigas”, explica. 

Instalação segura

Para amenizar o risco dos choques elétricos, alguns componentes não podem faltar, como o fio terra – proteção básica e essencial contra choques elétricos –, dispositivos diferenciais residuais (DRs), que interrompem a alimentação do sistema elétrico em caso de fuga de corrente, e tomadas 2P+T (com dois polos e mais o contato para o fio terra), que devem ser instaladas em imóveis novos ou nas reformas dos usados.Dentro de casa, o contato indevido com a eletricidade ou aparelhos elétricos pode causar ainda queimaduras ou incêndios. Por isso, as boas condições dos equipamentos e a tomada correta para cada plugue são recomendadas. A limpeza e o reparo dos equipamentos devem ser realizados com os mesmos desligados e é importante não fazer uso de benjamim, que pode se incendiar devido a uma sobrecarga elétrica, além de consumir energia elétrica em excesso. No final de janeiro deste ano o Inmetro publicou a Portaria nº 51, que define os requisitos de Avaliação da Conformidade para Instalações Elétricas de Baixa Tensão, instituindo a certificação voluntária para este tipo de instalação. “Significa que a partir de agora será possível atestar, através de avaliação feita por um organismo de certificação acreditado pelo Inmetro, se a instalação elétrica de uma obra foi ou não bem executada e realizada conforme as orientações do projeto”, informa Volyk. Além de priorizar a segurança, que está no foco central das atenções, a portaria nº 51 também favorece a aplicação correta dos produtos e soluções nas instalações de baixa tensão. É importante lembrar que uma parte significativa dos incêndios tem como causa o mau uso da eletricidade, sendo que as principais estão relacionadas a fiações com defeitos na isolação, sobrecargas nos condutores e conexões com problemas. 

Perfil SIL

Em 2014 a SIL comemora os 40 anos de fundação e de uma história vitoriosa, período em que se tornou uma das principais indústrias do Brasil na produção de fios e cabos destinados às instalações elétricas com tensões até 1 kV (baixa tensão), cabos de solda e para transmissão de áudio e de sinal de vídeo.Ao longo dessas quatro décadas tornou-se reconhecida pela seriedade na política de atuação e na relação com seus parceiros e fornecedores, com metas e diretrizes honestas, somadas a iniciativas como avanços tecnológicos, rigoroso controle de qualidade, valorização profissional e respeito ao consumidor. As premiações recebidas nos últimos anos confirmam a liderança da marca no segmento de fios e cabos elétricos.Seu parque fabril está instalado em um terreno de 30.000 m² localizado em Guarulhos (SP) e possui equipamentos de última geração e capacidade instalada para processar 30 mil toneladas/ano de cobre. A SIL conta hoje com 420 funcionários e 60 representantes em todo o País. A expectativa para 2014 é de registrar um crescimento de faturamento 5% a 10% superior ao atingido em 2013. 


Fonte: http://www.dino.com.br/releases/choque-eletrico-mais-perigoso-do-que-parece-dino89031883131

terça-feira, 29 de abril de 2014

Cresce demanda por condomínios multiuso e de uso misto em São Paulo

RealtON pretende alcançar 30% de vendas de imóveis com o perfil em 2014.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Morar próximo ao trabalho ou a centros de serviços é o desejo da maioria das pessoas em grandes centros urbanos. Os modernos complexos multiuso e de uso misto vieram para possibilitar esse desejo, unindo no mesmo local condomínios empresariais, residenciais e até centros de compras, levando comodidade, bem-estar e praticidade para a vida das pessoas. Em São Paulo a procura por empreendimentos com o perfil cresceu 22% na RealtON, no ano de 2013. As ofertas apresentadas pelo outlet para 2014 representam 15% dos imóveis e a expectativa é de que as vendas representem 30 % no ano.
De acordo com o CEO da RealtON, Rogério Santos, a junção dos complexos é uma tendência mundial, crescente nos últimos 5 anos, pois em todas as grandes cidades as pessoas querem cada vez mais se locomover menos: “empreendimentos multiuso e que estejam próximos de estações de metrô ou localizados próximos às principais vias, são os mais procurados. O público alvo são executivos, pessoas que moram sozinhas, tem alto poder aquisitivo e pouco tempo livre,” destaca Santos. A aposta das incorporadoras nos complexos multiuso atrai também investidores que veem nesses empreendimentos uma forma de conseguir renda com aluguel ou lucro com uma revenda.



“O perfil é extremamente atrativo para investidores uma vez que conjuga moradia, trabalho e lazer em um mesmo espaço, e estão localizados em bairros que apresentam grande valorização ou têm perspectiva de valorização do metro quadrado nos próximos anos, como Pinheiros e bairros que apresentam concentração de estações do metrô,” aponta Rogério. Os empreendimentos mistos fazem parte do conceito de cidade compacta, que será cada vez mais forte nas cidades de grande e médio porte, onde é preciso aproveitar cada espaço, criando novas centralidades, com residências, entretenimento e trabalho em um só lugar. A RealtON, primeiro Outlet de imóveis do mundo, oferece imóveis concluídos, semiprontos e na planta. O risco de atraso é mínimo, já que a entrega está muito mais próxima graças aos produtos se encontrarem em estoque durante algum tempo.
A marca RealtON vem de Realty On-line (imóvel on-line).  Dentre os objetivos, um deles é reunir as melhores ofertas de imóveis novos em um mesmo lugar para favorecer quem pretende adquirir a casa própria para morar ou investir; dar liquidez às maiores e melhores incorporadoras do mercado e melhorar a prestação de serviço na comercialização de novos empreendimentos. Sua equipe de especialistas negocia as unidades diretamente com incorporadoras renomadas com capital aberto listado na Bolsa de Valores e com balanços públicos.

Fonte:  http://www.grandesconstrucoes.com.br/br/index.php?option=com_conteudo&task=viewNoticia&id=19981

terça-feira, 22 de abril de 2014

Eficiência energética em sistemas semafóricos com LED

Projeto consiste na instalação de novos módulos de Led em substituição a lâmpadas incandescentes. Objetivo foi reduzir o consumo de energia, assim como custos com a operação do sistema.
Com aumento contínuo da frota, cenário econômico favorável e o avanço do turismo, a atenção nas questões associadas à mobilidade urbana está em pauta. Pensando nisso, a CPFL Serviços deverá concluir ainda neste ano a instalação de novos módulos semafóricos em uma cidade do litoral de São Paulo. O projeto foi viabilizado no âmbito do Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O projeto de eficiência energética no sistema semafórico da cidade contou com uma parceria com a prefeitura do município em questão. A abrangência do projeto estende-se a 8.818 módulos, que funcionavam com lâmpadas incandescentes de 100 W.O objetivo principal desse tipo de projeto é a redução de consumo de energia, diminuindo assim os custos de operação do sistema. Mas outros benefícios diretos são obtidos, principalmente na manutenção do sistema e consequente melhoria na mobilidade dos usuários.
Manutenções
Um semáforo veicular opera durante todas as horas do ano, sendo assim, sempre um de seus módulos estará aceso. Se considerarmos que 45% do tempo ele está com a lâmpada na posição vermelha acesa, outros 45% na verde e os 10% restante na posição amarelo em horas de operação/ano temos: 3.942 h/ano com vermelho aceso, 3.942 h/ano com verde aceso e 876 h/ano com amarelo aceso.
No caso dos grupos focais de pedestres e de ciclistas, eles se alternam nas posições vermelha/verde durante o ano todo totalizando 4.380 h/ano em cada cor. Esta organização do tempo é apenas de caráter gerencial para projeção de consumo de energia e de manutenção, na prática, cada grupo focal pertence a um circuito que uma controladora semafórica gerencia os tempos individuais de maneira customizada por cruzamentos.
No caso desta cidade, a Tabela 1, a seguir, sintetiza por tipo de grupo focal a quantidade por tipo de módulo versus horas de operação:
Se for considerado de maneira conservadora que uma lâmpada incandescente de filamento reforçado tenha um ciclo de vida de 2.500 h para esse tipo de operação, se dividirmos o tempo de operação pelo ciclo de vida, temos um índice de trocas ao ano por tipo de módulo.
Dessa maneira, a cidade em questão, com o sistema de lâmpadas incandescentes acusa um número de aproximadamente 11.600 ocorrências de queima de lâmpadas por ano, ou 32 por dia. Para identificar e evitar maiores consequências referentes a acidentes, as controladoras semafóricas identificam uma lâmpada queimada e mudam automaticamente a programação para o amarelo piscante. Não é necessário aprofundar o assunto sobre o impacto gerado no trânsito na cidade.
O novo sistema – Led
A aplicação de sistemas a Led vem avançando rapidamente. A CPFL Serviços avaliou tecnicamente um grande número de produtos e tipos de sistemas exigindo dos proponentes os respectivos ensaios dos produtos em laboratórios certificadospelo Inmetro. Após análise, optou-se em oferecer o que foi considerado de melhor desempenho, os módulos semafóricos selecionados apresentam lente de policarbonato multifacetado, denominada Fresnel, que evita o ofuscamento (usuário não vê pontinhos acesos), com ciclo de vida apresentado pelo fabricante superior a 75.000 h. A Figura 1 demonstra no detalhe um módulo utilizado aceso.
Características técnicas dos módulos
  • Tipo de grupo focal: tipo I (veiculares) – diâmetro de 200 mm;
  • Tipo de grupo focal: pedestres / ciclistas – quadrados de 200 mm, respectivos pictogramas internos aos módulos;
  • IP: 55
  • Tipo de lente: lentes Fresnel
  • Tensão de operação: 200 VCA ~ 240 VCA
  • Frequência: 60 Hz
  • Fator de potência: > 0,90
  • Vida útil: superior a 75.000 h
  • Percentual de área de iluminação acesa: conforme requisitos do item 4.6 – características fotométricas da ABNT NBR 15.889
  • Normas brasileiras: ABNT NBR 15.889 –Sinalização semafórica – foco semafórico com base em diodos emissores de luz
  • Potências: 8 W (vermelho) 9W verde e 11W amarelo
Outras especificações técnicas
O módulo precisa apresentar uniformidade de luminância (Cd/m²) na distribuição da luz por meio da lente, sendo que a relação entre os valores máximo e mínimo de luminância não poderão exceder a proporção 10:1.
Todos os chips de cada módulo deverão ter mesma intensidade luminosa e ser do mesmo tipo e cromaticidade.
Os módulos devem ser testados conforme os requisitos para uniformidade de luminância à temperatura de 25ºC e em sua tensão nominal. As medidas deverão ser efetuadas utilizando-se um medidor de luminância posicionado sempre perpendicularmente à superfície externa da lente do módulo (acompanhando a curvatura da lente) a uma distância tal que a abertura selecionada propicie o enfoque/enquadramento de uma superfície de lente de 25mm de diâmetro. A posição do medidor de luminância deverá ser variada de forma a se ter uma amostra mínima de 32 medidas distribuídas uniformemente por toda a superfície emissora da lente.
Teste de cromaticidade
São medidas colorimétricas da luz emitida em pelo menos dez posições igualmente distribuídas sobre a superfície da lente do módulo de Led, sendo considerada a média das dez medições como o valor a ser levado como verdadeiro pelo teste.
Baseado no diagrama de cromaticidade ITE2005 – 1931_CIE (Commission Internationale d’Eclairage), as cores da luz emitida pelos módulos a Led deverão estar na região compreendida pelo contorno proporcionado pelas coordenadas de cromaticidade (pontos A até D) apresentadas na Tabela 3.
As medidas de cromaticidade deverão ser realizadas com o módulo Led operando a um ciclo de trabalho de 100%. Portanto, é necessário que o módulo em teste alcance equilíbrio térmico e estabilidade de saída das cores antes das medidas serem registradas.
Para os ensaios de cromaticidade, não são permitidos ensaios feitos somente nos chips individualmente ou fornecidos pelo fabricante. Eles devem ser executados nos módulos completos com a lente que será fornecida pelo fabricante em definitivo.
Teste de ciclo de temperatura
Os módulos são submetidos a um choque térmico, com ciclo de variação da temperatura entre -10ºC (sem controle de umidade) a 60ºC (com a umidade relativa do ar de 90%). Deverão ser submetidos a dez ciclos de condicionamento climático, conforme as características da Figura 2.
Nota: esse ensaio poderá ser realizado em uma câmara climática que tenha a função de choque térmico ou utilizando duas câmaras simultaneamente. Quando utilizadas duas câmaras, o tempo de mudança entre ciclos não pode exceder três minutos.
Burn-in
Previamente à realização dos demais ensaios, as amostras dos módulos de Led deverão passar por um teste de condicionamento preparatório das amostras, ou seja, ser energizadas permanentemente (ciclo operacional de 100%), à temperatura de 60ºC, por um período mínimo de quatro horas de condicionamento.
A implantação
Para a implantação na cidade em questão foram definidos367 endereços, totalizando 8.818 módulos. ACPFL Serviços foi contratada para ser a responsável pela implantação e avaliação do desempenho sob o ponto de vista da eficiência energética.
Para atendimento dos requisitos, a concessionária desenvolveu conjuntamente com uma empresa especializada em eficiência energética – a Vitális Energia – um sistema via web para automatizar todos os controles, da implantação com georreferenciamento de todos os grupos semafóricos, dos resultados parciais de redução de consumo, quais unidades consumidoras (medidores) associadas estavam envolvidas etc. Assim, conforme evolução do projeto, os benefícios já poderiam ser contabilizados.
A comprovação dos resultados foi facilitada porque os cruzamentos possuem medição do consumo de energia elétrica com longo histórico registrado pela distribuidora assim, a confrontação e comprovação de economia foi facilitada por meio de medição real.
Redução do consumo
Diferentemente das lâmpadas incandescentes, o sistema a Led apresenta potências distintas em função da cor e da aplicação. Os módulos utilizados neste projeto são de:
Módulos veiculares: vermelho 8 W / amarelo 11 W / verde 9 W;
Módulos pedestres / Ciclistas: vermelho 8 W / verde 9 W.
Ponderando-se potência pelo tempo de utilização, temos a potência média de 8,6 W por módulo aceso veicular e 8,5 W para os de ciclistas e pedestres. Dessa maneira, a nova demanda efetiva do sistema semafórico da cidade passou a ser de 28,46 kW.
A Figura 3 sintetiza a redução da demanda efetiva obtida após a implantação do projeto.
Conclusão
O desempenho da tecnologia de diodos emissores de luz (Leds) aplicadaem sistema semafórico, para este caso,possibilita significativa redução do consumo de energia elétrica (91%).
Além disso, proporcionadiminuição das manutenções periódicas, reduzindo custos com a reposição de lâmpadas e equipamentos e aumento da qualidade de visualização do usuário – tanto durante o dia como à noite.
Concluímos que um projeto de sistemas semafóricos com utilização de lâmpadas a LED proporciona maior eficiência operacional e significativa redução de custos no consumo de energia elétrica.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

A Philips traz a lâmpada tradicional ao século 21

Finalmente chegou: A lâmpada transparente de LED da Philips, a primeira lâmpada do mundo com lentes inovadoras e uma bela luz no formato da lâmpada incandescente tradicional.



Frankfurt, Alemanha – A lâmpada incandescente tradicional recebeu a maior inovação em 100 anos, graças à Royal Philips, líder mundial em iluminação. A nova lâmpada transparente de LED da Philips equivalente a 40 w traz o formato e a luz brilhante, instantânea e quente de uma lâmpada tradicional — melhorada com LED. A primeira lente inovadora do mundo distribui a luz em todas as direções. Com seu formato tradicional e qualidade de luz, a lâmpada é ideal para salas de estar e outros locais onde a luz faz a diferença.

A clássica transparente vira LED
À medida que as lâmpadas incandescentes tradicionais entram em desuso — e muitos relutam em abandoná-la — a lâmpada transparente de LED da Philips finalmente permite que as pessoas continuem com a luz que adoram, com todos os benefícios do LED moderno. Com a lâmpada transparente de LED da Philips, a lâmpada clássica mantém sua beleza original em uma substituta perfeita para a lâmpada de 40 w padrão (formato A60). O resultado é uma lâmpada que economiza energia e dinheiro e dura até 25 mil horas. Tudo isso mantendo o formato elegante e a luz reluzente, tão conhecidos e adorados. A luz de alta qualidade, com 470 lúmens de saída, se mantém clara e brilhante como uma lâmpada de 40 w, mesmo com o uso do dimmer.
“Com nossa lâmpada de LED L-prize, fomos capazes de reproduzir a qualidade da lâmpada incandescente. Com essa lâmpada, combinamos a beleza estética e o formato da lâmpada incandescente tradicional com os benefícios do LED”, diz René van Schooten, CEO de Fontes de Luz e Eletrônicos da Philips Iluminação. “Usando nossas inovações em LED, a lâmpada é altamente eficiente em energia, economizando até 10 euros por unidade em comparação com as lâmpadas tradicionais.”
A Philips anunciou recentemente a Hue Lux: a primeira lâmpada transparente de LED de luz branca perfeitamente controlada por dimmer com um aplicativo em seu dispositivo móvel. A Hue Lux oferece luz de alta qualidade para uso diário por meio de LEDs sustentáveis e é compatível com aplicativos e controles Hue. A luz clara e quente pode ser controlada convenientemente com seu smartphone — mesmo que você não esteja em casa.
A lâmpada transparente de LED de 40 w estará disponível a partir de julho de 2014 por um preço de venda no varejo de 8,99 euros.

Características da lâmpada transparente de LED da Philips:
  • Lentes inovadoras para efeito de luz reluzente (semelhante ao filamento)
  • Pode ser controlada por dimmer
  • Formato: A60
  • Vida útil: 25 mil horas
  • Temperatura de cor: 2700K (luz branca quente)
  • Lúmens: 470 lm (equivalentes a 40 w)
  • Eficiente em energia e com redução de custos: 85% de eficiência de energia (potência de entrada de 6 w: 78 lúmens por watt) Perfeita distribuição de luz (omnidirecional): > 240D
  • Ideal para residências, hospitais e comércio.


segunda-feira, 31 de março de 2014

Samsung apresenta lâmpadas para controlar pelo celular ou tablet

Em breve ligar e desligar as luzes da sua casa ficará mais prático e usando somente o celular. A Samsung criou uma linha de lâmpadas inteligentes que se comunicam via bluetooth com os smartphones ou tablets que possua a tecnologia.
Elas são bem parecidas em questão de design com as lâmpadas comuns que conhecemos, mas a semelhança para por aí. A gigante sul-coreana criou modelos específicos para cada tipo de uso como, por exemplo, residencial ou comercial.
Projetadas para durar até 15 mil horas, cerca de 10 anos, as “Samsung Smart Bulbs” são controladas diretamente pelo telefone através de Bluetooth, substituindo assim uma rede Wi-Fi com roteador em sistemas complexos. De acordo com a Samsung, basta instalar um aplicativo no seu telefone ou tablet e com ele você poderá controlar até 64 lâmpadas inteligentes simultaneamente. Seus preços ou data de lançamento não foram revelados.

Fonte: http://www.tudocelular.com/samsung/noticias/n34071/Samsung-Lampadas-bluetooth-controlar-celular.html

quinta-feira, 27 de março de 2014

Fabricantes de LED disputam projeto bilionário em SP

Atraídas por um projeto que poderá render uma receita bilionária, ao menos três grandes empresas de lâmpadas de LED afirmam que certamente vão investir em fábricas ou expansões no país caso sejam escolhidas como fornecedoras das lâmpadas. O que está em disputa é a Parceria Público-Privada (PPP) da Iluminação Pública de São Paulo, que prevê a troca de todas as 580 mil luminárias da capital paulista. GE, Phillips e Unicoba afirmam que o projeto da cidade, por si só, justifica os investimentos.

O que atrai as três empresas - e pelo menos outras 30 companhias que se cadastraram para a concorrência - é principalmente o valor estimado para o projeto, de R$ 2 bilhões a R$ 3,5 bilhões, segundo apurou o Valor.

No momento, as empresas aguardam com ansiedade o anúncio do estudo vencedor, que será usado como base para a PPP. Em 14 de março, a Prefeitura recebeu 11 trabalhos e em até 60 dias vai anunciar o projeto vencedor (que poderá ser a união de mais de um estudo) e falar sobre o edital.

GE, Phillips e Unicoba estão entre as companhias que apresentaram estudos e esperam, com isso, sair na frente na licitação. Além de abocanhar um projeto vultuoso, as empresas veem a vitória como uma vantagem para disputar concorrências futuras. "São Paulo tem um poder de influência e ditar tendências para os outros municípios", afirmou Eduardo Park, presidente da Unicoba.

Ele disse ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, que a companhia deverá expandir suas operações no Brasil caso vença a PPP. Hoje, tem duas unidades para produção de luminárias no país, uma em Extrema (MG) e outra em Manaus (AM). Fundada nos anos 70 pelo imigrante coreano Young Moo Park, a companhia acredita ter a seu favor a iluminação a LED no projeto "23 de Maio/Washington Luiz" [duas importantes avenidas], em São Paulo. Segundo Park, a empresa também tem a vantagem de ter sido a primeira a ter seus produtos de iluminação pública de LED a serem homologados dentro do departamento de Iluminação do Município de São Paulo (Ilume).

"Será a maior PPP do mundo", disse o holandês Henk de Jong, presidente da Philips na América Latina, quando perguntado sobre o interesse da empresa na PPP. Como estratégia, a empresa fez uma parceria com a AES Serviços, especializada em serviços de iluminação pública na cidade, tanto para elaborar o estudo - de 1.200 páginas -, como para disputar a PPP. "A AES Serviços já conhece todas as necessidades de todas as regiões de São Paulo", afirmou.

Caso a dupla seja vencedora, a AES Serviços será responsável por operações em campo, manutenção do pontos, atendimento e outros serviços. E a Phillips será a fornecedora das luminárias, o que deverá exigir a expansão de suas operações no país, segundo Jong. "O projeto é tão grande que vamos avaliar como vamos fazer isso." Entre as opções estariam a ampliação de sua fábrica de lâmpadas em Varginha (MG) ou a instalação de outra unidade fabril no país. Além de um parceiro importante, Jong acrescenta que a Phillips tem a seu favor a sua experiência em iluminação pública com LED em Buenos Aires e em Washington (EUA) e, em São Paulo, iluminou a Av. Faria Lima e o Parque do Ibirapuera.

Ainda mais assertiva, a GE afirmou que "sem dúvida nenhuma" vai investir em uma nova fábrica no Brasil caso vença a PPP. "Já começamos fazer estudos internos, inclusive de localização, para colocar uma planta no país", disse Rodrigo Martins, presidente para a América Latina da GE Lighting, divisão de iluminação da GE. Para o tipo de lâmpada que poderá ser usado em São Paulo, a empresa tem fábricas no México e nos Estados Unidos. Além da promessa do investimento, Martins afirma que a GE tem como vantagem na disputa a experiência na iluminação de cidades como San Diego e Las Vegas. No Brasil, tem entre os projetos de seu portfólio a iluminação da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.

Já a Osram, subsidiária da Siemens, optou por não apresentar estudo próprio, mas pretende ser a fornecedora das luminárias. A empresa já possui uma unidade fabril em Osasco (SP), onde produz lâmpadas de LED para uso residencial e comercial. Eduardo Soares, gerente de vendas para Infraestrutura e Cidades, disse que a demanda brasileira fez com que a Osram desse início a um projeto para fabricar localmente também produtos para iluminação pública, atualmente importados da China.

Os executivos ressaltam que as fábricas do país não produzem 100% dos chamados "componentes" (ou soluções) de LED, que são importados principalmente da China. Quando citam novas fábricas de LED, referem-se à mistura de componentes para a composição dos produtos e à fabricação de outras partes das luminárias. "Mesmo com a PPP de São Paulo, o país não tem escala para a produção do componente", diz Park.

Eles afirmam ainda que apesar de o LED não ter sido uma exigência da Prefeitura, todos os estudos provavelmente incluem esse tipo de lâmpadas. Além de consumirem até 80% menos energia do que outros tipos, têm vida útil mais longa - pelo menos quatro vezes - e iluminam mais, o que contribui para a segurança ao município.