quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Usina vai transformar lixo produzido por oito municípios do Rio em gás natural


A Usina de Tratamento de Biogás do Aterro Dois Arcos, inaugurada em 04/08/2014 pelo governo do Rio em São Pedro da Aldeia, em conjunto com as empresas Osafi e Ecometano,  vai transformar em gás natural cerca de 600 toneladas de lixo produzidas diariamente por oito municípios da Região dos Lagos, que formam o consórcio que construiu o aterro sanitário. São eles: São Pedro da Aldeia, Búzios, Iguaba Grande, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Casimiro de Abreu, Silva Jardim e Araruama. O projeto recebeu investimento de R$ 18 milhões.

A usina ainda não está ligada à  rede da Companhia Estadual de Gás do Rio de Janeiro (CEG-Rio), e, até que o gasoduto seja construído, o biogás produzido no local será comprimido e entregue a um consumidor industrial.  Também nesta fase inicial, o  gás obtido vai abastecer os caminhões que fazem o recolhimento do lixo e os veículos da própria companhia, que  funcionarão com gás natural veicular (GNV).

“Depois, quando o gasoduto estiver pronto – são quatro quilômetros, que devem ficar prontos entre março e abril de 2015 – este gás vai ser misturado com gás da CEG-Rio”, adiantou a coordenadora do Programa Rio Capital da Energia, Maria Paula Martins. A distribuição do produto aos consumidores será feita sem custos adicionais, segundo ela. “O consumidor não vai distinguir que está consumindo uma mistura [de gás natural e biogás], nem tem mudança no preço”. De início, a produção diária será de 6 mil metros cúbicos de gás e, em  oito anos, deve chegar a 20 mil  metros cúbicos, com produção estimada de 5 milhões de metros cúbicos de biogás purificado por ano.
Maria Paula  lembrou os benefícios ao meio ambiente e disse que a usina vai evitar o lançamento na atmosfera de cerca de 470 mil toneladas de dióxido de carbono até 2020 e poderá gerar créditos de carbono, que serão emitidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). “Tem um aproveitamento nobre. O setor energético é caro, e a gente acaba usando [o lixo] de forma produtiva para a empresa”, avaliou.

De acordo com o pesquisador do Instituto Luiz Alberto Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),  Luciano Basto, o Brasil economizaria cerca de R$ 32 bilhões por ano se reaproveitasse todo o lixo produzido. Se a conta incluir os resíduos da pecuária confinada e da agricultura, a economia ultrapassaria R$ 100 bilhões anuais.

O tratamento e destinação adequadas dos resíduos também resolvem questões sanitárias. O gás que seria naturalmente produzido e iria poluir a atmosfera é armazenado para aproveitamento energético. Na forma de gás, como produzido na Usina de Tratamento de Biogás do Aterro Dois Arcos, a utilização é bastante flexível, segundo Basto.  “Pode servir para geração elétrica no local ou fora, transportado por caminhões; para fins  veiculares; e até para injeção na tubulação  de gás que distribui pelo estado. Aí, pode ser usado para comércio, indústria, residência”, listou.

Na avaliação do pesquisador da Coppe-UFRJ, o caminho economicamente viável e ambientalmente mais adequado “é pensar na substituição de  combustível veicular, porque o Brasil é importador de diesel e gasolina, que  podem ser substituídos por biometano”. De acordo com Batso, este gás tratado é competitivo do ponto de vista financeiro na comparação com combustíveis líquidos.  “Para a balança comercial do país, pode ser muito interessante e mais vantajoso esse caminho”, disse à Agência Brasil. O combate ao desperdício, por meio da substituição de combustíveis importados, seria um ganho de produtividade imediato, segundo o pesquisador. 

Apesar das vantagens dos aterros, Basto destacou que, como os resíduos sólidos são um problema que a sociedade tem que resolver com urgência, é preciso buscar novas tecnologias de tratamento  para substituição dos aterros, que são difíceis  de licenciar. A partir daí, segundo o pesquisador, poderá haver  sistemas de biodigestão que comecem tratando o lixo, mas sirvam também para os resíduos da pecuária confinada e da agricultura. “Isso se caracteriza como um mercado gigantesco no Brasil, que sempre continuará a ser produtor e exportador de produtos agropecuários”, avaliou.

Fonte: http://www.ebc.com.br/noticias/economia/2014/08/usina-vai-transformar-em-gas-natural-lixo-produzido-por-oito-municipios-do

segunda-feira, 28 de julho de 2014

A diferença entre choquinho e chocão




Há sempre uma polêmica quando dizemos que um choque de determinado valor (por exemplo de 110 volts) pode não levar a pessoa a óbito. No popular, um choquinho não faz mal,  só serve para acordar a pessoa que o tomou. Ou então se diz “Um choque 110V não oferece perigo. O perigoso é um choque 220V”.
Parece que não, mas esta é uma das crenças populares mais fortes e por este motivo leva inúmeras pessoas a óbito. Só em 2013 foram 592 no Brasil. Achar que um choquinho de 110 volts não mata é algo muito perigosos, pois na realidade valores acima de 50 volts em áreas secas já são perigosos.
Vamos tentar mostrar qual a diferença entre um choquinho e um chocão. O choque elétrico se dá pela diferença de potencial entre dois pontos. No caso da maioria dos choques elétricos que conhecemos esta diferença de potencial está entre uma estrutura metálica energizada por um determinado potencial (pode ser 110, 220, ou qualquer outra tensão) e a terra, o qual nos referimos como “zero”. Esta diferença causa a movimentação de elétrons pelo condutor (no caso o corpo humano), transferindo os elétrons de um potencial para outro. Esta movimentação de elétrons é chamada de corrente elétrica e depende da resistência do corpo que a conduz.
Um estudo realizado pela IEC (Comitê Internacional de Eletrotécnica) mostrou que uma corrente de 30mA passando pelo coração de um ser humano pode causar parada cardíaca e levar a pessoa a morte. Observe que este valor é 1.500 vezes menor que a corrente que passa por um chuveiro elétrico. Se fizermos um exercício simples, no qual 110V aplicado a um corpo humano com resistência aparente de 2.500 ohms (unidade de medida da resistência) veremos que por este corpo pode passar uma corrente de 44mA, ou seja, maior que o valor estimado como limite do corpo para um choque elétrico. Neste caso um choque 110V é também perigoso e pode matar.
Portanto qualquer choque, seja choquinho ou chocão, é um perigo para os usuários. E esta condição deve ser eliminada de imediato. Se você tem na sua casa algum equipamento que esteja dando um choquinho, desligue-o imediatamente e peça o conserto urgente. Também verifique a instalação elétrica, pois ela não deveria permitir que um equipamento com defeito desta natureza continuasse energizado.
Solução? A instalação de um DR já pode ser o suficiente para reduzir estes efeitos.
Não se arrisque! Eletricidade é coisa séria e pode matar…

Fonte: http://programacasasegura.org/

terça-feira, 22 de julho de 2014

Como limpar o seu ar condicionado


Com as altas temperaturas, o ar-condicionado passou a ser um eletrodoméstico indispensável em residências e escritórios. Só que quando chega o inverno, ele acaba caindo em esquecimento e, por isso, acumula sujeira.
Para evitar que este aparelho seja o vilão das doenças respiratórias é necessário realizar a manutenção periódica. Confira dicas da Electrolux para fazer a limpeza do ar-condicionado.
Atenção!
Antes de qualquer procedimento, é preciso desligar o condicionador de ar e o fornecimento de energia elétrica.

Limpeza interna e do controle remoto

  • Use um pano seco para limpar a unidade interna e o controle remoto;
  • Se a unidade interna estiver muito suja, utilize um pano umedecido com água para limpá-la;
  • O painel frontal da unidade interna pode ser removido para lavar. Retire-o com cuidado;
  • Seque-o com um pano seco e macio;
  • Não utilize escovas, lixas ou polidores para limpar a unidade, pois isso poderá danificá-la;
  • Não utilize benzina, tiner, gasolina, querosene, solventes ou produtos abrasivos para efetuar a limpeza, pois podem causar rachaduras ou deformar as superfícies plásticas;
  • Nunca utilize água quente acima de 40ºC para limpar o painel frontal, pois isto pode causar a deformação ou descoloração do painel.

Limpeza do filtro de ar

  • Limpe-os uma vez por mês ou com mais frequência se necessário;
  • Abra e levante o painel frontal para cima até que o painel fique travado nessa posição;
  • Segure no puxador do filtro de ar e levante-o um pouco para desencaixá-lo do suporte do filtro;
  • Retire os filtros de ar da unidade interna. Limpe os filtros de ar com um aspirador de pó ou lave-os em água corrente e deixe-os secar ao ar livre;
  • Retire o filtro de carvão ativado (lado esquerdo) e o Ultra Filter (filtro verde no lado direito) dos seus suportes, limpe-os utilizando um aspirador de pó ou substitua-os. A cada 4 ou 5 meses, troque-os;
  • Limpe os filtros de ar de nylon com um aspirador de pó ou lave-os em água corrente. Seque bem os filtros antes de recolocá-los na unidade interna;
  • Instale o filtro de carvão ativado e o Ultra Filter nos seus suportes. Instale os filtros de ar na unidade interna cuidando para que os lados direito e esquerdo fiquem perfeitamente alinhados;
  • Coloque a parte superior do filtro de ar no seu local, cuidando para que os lados direito e esquerdo fiquem perfeitamente alinhados.
  • Feche o painel frontal depois de colocar os filtros.

Cuidados ao limpar ar- condicionado

  • Não toque nas partes de metal da unidade interna quando estiver removendo o filtro, pois estas podem conter cantos cortantes e causar ferimentos.
  • Não utilize água para limpar dentro do condicionador de ar. Exposição à água pode comprometer a isolação, resultando em choque elétrico;
  • Nunca ligue o condicionador de ar sem os filtros de ar.
Fonte: http://bbel.com.br

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Alemanha, um exemplo a ser seguido

Metade da eletricidade da Alemanha vem do sol!


O instituto de pesquisa Fraunhofer ISE anunciou que a Alemanha estabeleceu um recorde para o uso de energia solar em 9 de junho, dia em que 50,6% da demanda de energia do país passou a ser atendida pela incrível tecnologia de captação da energia do sol. Parece que estamos cada vez mais próximos de uma solução eficaz e sustentável para problemas de um futuro que não demorará muito para chegar.
Aquela conversa de que o mundo se criou sobre um modelo de desenvolvimento que está ruindo e correndo rumo à falência parece velha, mas a verdade é que esse papo é cada vez mais atual. Quanto mais ouvimos falar que os recursos naturais que são base para a economia mundial, como o petróleo e até água potável, estão chegando a um fim natural por conta do uso excessivo que fazemos deles, mais subestimamos esses fatos.
Mas a verdade é que precisamos de soluções. São implementações de tecnologias como essa que a Alemanha colocou em prática que acendem uma luz no fim do túnel para a humanidade.

A energia solar na Alemanha

Você deve estar se perguntando: mas bem a Alemanha!? Achei que os dias por lá fossem mais cinzentos do que ensolarados…A reposta é que apesar de não ter os céus mais limpos do mundo, a Alemanha foi compelida a investir nessa tecnologia.
Ao invés de ocupar enormes fazendas, como outros países mais privilegiados pelo sol, o foco do gelado país europeu são coletores solares instalados em casas, empresas e edifícios de qualquer tipo.
Atualmente, mais de 90% dos painéis solares montados no país estão em telhados, o que fez com que a terra da cerveja quebrasse dois recordes praticamente ao mesmo tempo: a produção de energia solar chegou a 24,24 GW entre as 13h e 14h no último dia 6 de junho e, ao longo de toda essa semana, o país produziu 1,26 TWh de eletricidade a partir da mesma tecnologia. Como dissemos no começo do texto, esses valores são capazes de atender 50,6% da demanda de energia de todo o país.
Só para você ter uma ideia de como esses números são significativos, relatórios recentes mostraram que nos Estados Unidos a produção de energia solar corresponde a apenas 0,2% da produção total de energia no país. Claro, os EUA é um país bem maior que a Alemanha. Mas, proporcionalmente, podemos ver que os americanos estão realmente muito atrás nesse quesito.

Ajudinha do governo

Para fazer uma mudança tão profunda quanto essa, a população ganhou um incentivo. A popularidade de painéis solares nos telhados das casas foi reforçada por subsídios generosos do governo, juntamente com uma campanha publicitária bem sucedida. O movimento faz parte de um plano do governo alemão para reduzir as emissões de gases do efeito devido à eletricidade tradicionalmente ser produzida em centrais elétricas a carvão e usinas nucleares, de forma que o conjunto dessas instalações está programado para encerrar definitivamente em 2022. Para concretizar tal objetivo, o país tem investido muito em energia solar, energia eólica e biomassa, embora claramente a energia solar tenha se tornado a líder nacional.

Problemas

A mudança para a energia solar não foi isenta de problemas, é claro. O governo planeja reduzir ou eliminar os subsídios o mais depressa possível e a procura por baterias para armazenar a eletricidade feita em casa está superando a oferta, o que naturalmente leva a um aumento nos preços.
Além disso, não está claro que papel esses equipamentos irão desempenhar no futuro. Atualmente, muitos proprietários estão relatando que a produção de energia excede a demanda em dias ensolarados, e por isso vendem o que sobra para empresas de energia elétrica, que armazenam para ter uma reserva para dias nublados.
Há um outro problema também: embora não seja tão óbvio, por termos uma imagem de que em países desenvolvidos esse tipo de coisa não acontece, o governo alemão observou recentemente que quase sete milhões de famílias estão vivendo em “pobreza de energia” para receber abonos na conta de luz. Segundo os economistas, o programa, chamado Energiewend, acabou invertendo a foco de distribuição de riqueza proposto pelo governo. Ao invés de privilegiar os pobres, quem acaba recebendo os incentivos são os ricos, e às vezes a classe média, que são as pessoas que conseguem arcar com os custos de instalação de todo esse equipamento. Os pobres continuam a viver marginalizados, mas pagando os impostos que garantem os fundos necessários para os subsídios.
As respostas, mais do que nunca, não existem prontas para consumo. Elas precisam ser inventadas e erros fazem parte do caminho. Contudo, não há como duvidar que o céu é o limite para as possibilidades que, um dia, a energia solar proporcionará para a Alemanha – e todos os outros países que seguirem esse exemplo.
FONTE:http://hypescience.com

quinta-feira, 5 de junho de 2014

São Paulo recebe 11º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética nos dias 21 e 22 de julho

 O Congresso Brasileiro de Eficiência Energética – COBEE é o principal evento do setor dedicado não apenas à eficiência no uso da energia, mas também de água e combustíveis.


Realizado anualmente pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia - ABESCO, o Congresso chega a sua 11ª edição em 2014 consolidado como um espaço de sensibilização, debate e negócios em torno de tecnologias e serviços que contribuem para o uso racional de energia e água. 

Focado na melhoria da competitividade das empresas, no aperfeiçoamento de ações de sustentabilidade e em políticas socioambientais que contribuem para minimizar o impacto da ação do homem na natureza, o COBEE tem atraído mais e mais participantes a cada nova edição. O evento é referência como espaço de negócios, sensibilização e debate em torno de tecnologias e serviços que garantem a melhoria da competitividade das empresas por meio do uso racional de energia e água, o aperfeiçoamento de ações alinhadas às questões de sustentabilidade e o desenvolvimento de políticas socioambientais que reforçam a lucratividade e o êxito das empresas.

A feira destinará uma área para o COBEE Experience, espaço dedicado à apresentação de inovações tecnológicas promovidas pelas empresas participantes da ExpoEficiência, com o objetivo de oferecer ao público a chance de vivenciar a aplicação de soluções em Eficiência Energética nas atividades relacionadas ao seu dia a dia.
Especialistas brasileiros e estrangeiros discutirão elementos que passam por melhores práticas empresariais, eliminação de perdas em eletricidade, gás e água e a adoção de equipamentos eficientes e processos automatizados. Esses e vários outros aspectos diretamente ligados à questão financeira, otimização de custos e, por consequência, maior competitividade no mercado.
“2014 é um ano de inovações e oportunidades para empresas e profissionais visionários que identificam em eventos deste porte o caminho para abertura de novos negócios e fortalecimento de network”, comenta Rodrigo Aguiar, presidente da Abesco.

Saiba mais em: http://www.cobee.com.br/

quinta-feira, 29 de maio de 2014

4 dicas de iluminação para áreas externas

iluminação é um aspecto extremamente importante nos projetos residenciais. Além de agregar beleza e charme aos ambientes – internos e externos – a luz propiciada nos locais também cumpre o papel de orientar e garantir a segurança na locomoção dos moradores e visitantes.
É uma pena que, mesmo diante disso, muitas pessoas negligenciem a iluminação de pátios, garagens, fachadas, jardins, varandas e afins. A gente sabe que você se preocupa com sua casa de modo geral, portanto, listamos algumas dicas imprescindíveis para deixar suas áreas externas muito mais bonitas, iluminadas e funcionais. Ficou curioso? Então vem com a gente!

Cuide da Iluminação de entrada/fachada

A iluminação da entrada/fachada valoriza o projeto arquitetônico da casa, pois é como se fosse o cartão de visitas da residência. O ideal é que a iluminação embeleze o lugar sem ofuscar as pessoas. Especialistas recomendam o uso da luz fria, na cor branca, pois o aspecto é bonito e agradável nas fachadas. Outra dica bacana é usar luzes delimitadoras ou refletores apontando o caminho para os visitantes. Isso evita tropeços, além de ficar super charmoso em terrenos grandes.

Ilumine o número da casa

Muitos não prestam atenção à iluminação do número, mas este detalhe é extremamente importante para facilitar a localização da residência. O mais recomendado é iluminar o número com brilho suficiente apenas para sua identificação. Uma boa pedida neste sentido é usar lâmpadas halógenas, pois elas produzem luz instantânea de alta qualidade, sem incomodar a visão.

Capriche na iluminação de jardins e varandas

A varanda é o espaço perfeito para relaxar, ler e conversar com os amigos. Por isso, aposte em uma iluminação agradável e bonita. Usar luminárias decorativas e mais rústicas é uma excelente aposta para agregar charme a essa área.
Quanto aos jardins, é preciso focar tanto na estética quanto na funcionalidade. Luzes de parede, lâmpadas delimitadoras e luzes de piso podem deixar o jardim encantador à noite. A iluminação uplighting ilumina o chão de baixo para cima, enquanto a iluminação front lighting é ideal para paredes e fachadas. Saiba diferenciá-las!
Os refletores coloridos são bem-vindos neste tipo de área, mas cuidado com exageros! O tom de âmbar, por exemplo, fica super delicado nas áreas externas das casas. Por outro lado, cores como azul e verde tendem a ficar bacanas apenas em espaços bem grandes, como os sítios e clubes.
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Dicas extras

  • A iluminação da garagem deve ser suficiente apenas para que o morador estacione o carro com segurança;

  • Refletores perto de plantas dão um efeito maravilhoso;

  • Decks ficam super charmosos quando possuem uma iluminação adequada;

  • A iluminação em churrasqueiras e espaços gourmet deve ser básica e agradável, afinal, pessoas se reúnem nessas áreas;

  • Use iluminação automatizada: ela garante a segurança e evitam a incidência de assaltos quando os moradores estão fora de casa;

  • A iluminação de piscinas deve ser projetada por um profissional e as lâmpadas precisam ser de baixa voltagem para evitar choques elétricos. Além disso, existem sistemas de fibra ótica que conduzem a luz para dentro da piscina;

  • Lembre-se que as lâmpadas de Led são mais econômicas e duráveis, mas não funcionam em todos os casos.
Ao projetar a disposição de áreas externas como varandas, decks, áreas de churrasco e lazer, jardins e demais locais, a iluminação merece todo um cuidado especial para compor o clima perfeito para cada ambiente. E você, gostou das dicas?

Fonte: http://blog.tendtudo.com.br/4-dicas-iluminacao-areas-externas/

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Choque elétrico: mais perigoso do que parece

SIL chama atenção para a importância de utilizar produtos adequados às instalações elétricas e para os cuidados que evitam acidentes com energia elétrica.


Os riscos de um choque elétrico são bastante conhecidos e seus perigos espreitam nos lugares mais comuns, ao alcance da maioria das pessoas: crianças que soltam pipas perto da rede elétrica ou colocam o dedo em tomadas, ligação de vários equipamentos na mesma tomada, pessoas que roubam cabos elétricos para fazer ligações clandestinas (os populares “gatos”). Além disso, instalações mal feitas e equipamentos irregulares são, muitas vezes, causas de acidentes fatais. Dados da AES Eletropaulo atestam que esse tipo de acidente é mais comum do que se pensa, com índice de falecimentos em 20% dos eventos que envolvem choques elétricos. Entretanto, é comum as pessoas minimizarem as causas, os efeitos e as consequências de um choque. O gerente de Engenharia de Produto da SIL, Nelson Volyk, destaca que uma descarga elétrica não precisa ser “forte” para provocar a morte. “Por isso é tão importante planejar e executar uma instalação elétrica segura através da contratação de profissional capacitado e utilizando produtos fabricados segundo as normas técnicas vigentes no país. Realizar uma instalação adequada não é complicado e nem tão custoso quanto muitos podem imaginar – seja em instalações novas ou antigas”, explica. 

Instalação segura

Para amenizar o risco dos choques elétricos, alguns componentes não podem faltar, como o fio terra – proteção básica e essencial contra choques elétricos –, dispositivos diferenciais residuais (DRs), que interrompem a alimentação do sistema elétrico em caso de fuga de corrente, e tomadas 2P+T (com dois polos e mais o contato para o fio terra), que devem ser instaladas em imóveis novos ou nas reformas dos usados.Dentro de casa, o contato indevido com a eletricidade ou aparelhos elétricos pode causar ainda queimaduras ou incêndios. Por isso, as boas condições dos equipamentos e a tomada correta para cada plugue são recomendadas. A limpeza e o reparo dos equipamentos devem ser realizados com os mesmos desligados e é importante não fazer uso de benjamim, que pode se incendiar devido a uma sobrecarga elétrica, além de consumir energia elétrica em excesso. No final de janeiro deste ano o Inmetro publicou a Portaria nº 51, que define os requisitos de Avaliação da Conformidade para Instalações Elétricas de Baixa Tensão, instituindo a certificação voluntária para este tipo de instalação. “Significa que a partir de agora será possível atestar, através de avaliação feita por um organismo de certificação acreditado pelo Inmetro, se a instalação elétrica de uma obra foi ou não bem executada e realizada conforme as orientações do projeto”, informa Volyk. Além de priorizar a segurança, que está no foco central das atenções, a portaria nº 51 também favorece a aplicação correta dos produtos e soluções nas instalações de baixa tensão. É importante lembrar que uma parte significativa dos incêndios tem como causa o mau uso da eletricidade, sendo que as principais estão relacionadas a fiações com defeitos na isolação, sobrecargas nos condutores e conexões com problemas. 

Perfil SIL

Em 2014 a SIL comemora os 40 anos de fundação e de uma história vitoriosa, período em que se tornou uma das principais indústrias do Brasil na produção de fios e cabos destinados às instalações elétricas com tensões até 1 kV (baixa tensão), cabos de solda e para transmissão de áudio e de sinal de vídeo.Ao longo dessas quatro décadas tornou-se reconhecida pela seriedade na política de atuação e na relação com seus parceiros e fornecedores, com metas e diretrizes honestas, somadas a iniciativas como avanços tecnológicos, rigoroso controle de qualidade, valorização profissional e respeito ao consumidor. As premiações recebidas nos últimos anos confirmam a liderança da marca no segmento de fios e cabos elétricos.Seu parque fabril está instalado em um terreno de 30.000 m² localizado em Guarulhos (SP) e possui equipamentos de última geração e capacidade instalada para processar 30 mil toneladas/ano de cobre. A SIL conta hoje com 420 funcionários e 60 representantes em todo o País. A expectativa para 2014 é de registrar um crescimento de faturamento 5% a 10% superior ao atingido em 2013. 


Fonte: http://www.dino.com.br/releases/choque-eletrico-mais-perigoso-do-que-parece-dino89031883131