quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Estradas que recarregam carros elétricos serão testadas na Inglaterra



Para incentivar o setor nacional de carros elétricos, o governo da Inglaterra pensa em introduzir pelo país pistas que possam carregar veículos enquanto eles seguem viagem.
Proposto pela Highways England, o projeto terá uma fase de testes com duração de 18 meses, analisando assim a viabilidade das vias de carga.

Para os testes, que não serão públicos, os veículos serão equipados com tecnologia sem fio.
“O nosso compromisso é o de realizar testes fora das ruas, ou seja, não em vias públicas, em 2016 ou 2017,” disse Stuart Thompson, um porta-voz da Highways England.

Abaixo da superfície das estradas serão instalados fios elétricos, responsáveis por gerar campos eletromagnéticos. captados por uma bobina dentro do dispositivo e assim convertidos em eletricidade. É o mesmo princípio usado nos carregadores sem fio para celulares.

A intenção do projeto é aumentar a autonomia dos carros elétricos e a expectativa é que os primeiros testes comecem no final deste ano.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Extensões, benjamins e similares: saiba usar

Acessórios são úteis, mas precisam ser usados com critério para não causarem sobrecarga na instalação elétrica



Benjamim, “T”, extensão, régua, multiplicador de tomadas... os nomes são variados. Facilmente encontrados à venda em supermercados, lojas de material elétrico ou construção, são práticos, úteis e resolvem o problema quando precisamos de um ponto de energia elétrica e não temos uma tomada disponível por perto. Certo? Depende.

Não é raro escutarmos que estes itens não são recomendados e que colocam em risco aparelhos eletrônicos e a instalação elétrica. E aí é que surge a dúvida: usar ou não usar? “Basta ter cuidados e seguir critérios. Seu uso não pode ser generalizado para todo e qualquer tipo de situação, sob o risco de sobrecarga elétrica”, comenta Gilmar Nascimento, gerente de vendas da Santil, uma das principais distribuidoras de material elétrico do país.

Os dispositivos são recomendados para a conexão simultânea de aparelhos, desde que a soma das potências deles não ultrapasse a capacidade de fornecimento de corrente da tomada em que serão conectados. Se usados de forma inapropriada, podem causar sobrecarga na rede elétrica, curto-circuito na tomada, deformações por superaquecimento, funcionamento anormal dos equipamentos ou até mesmo incêndio.

A razão disso é que o aumento de potência faz com que haja um acréscimo da corrente elétrica naquele ponto do circuito. Se a tomada e os fios ou cabos estiverem mal dimensionados para esta carga, ocorrerá um aquecimento, que pode iniciar até um incêndio.


Como calcular
A soma das correntes consumidas pelos aparelhos ligados ao multiplicador de tomadas não deve ser superior à capacidade máxima da tomada. Para uma tomada residencial comum, no Brasil, este limite pode ser de 10 ou de 20 amperes (A), de acordo com o modelo utilizado, padronizado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Uma forma prática de fazer este cálculo é conferir qual é a corrente da tomada e do multiplicador e associar 1 ampere para cada 100 W de potência do aparelho, em redes de 110 V (volts), e 1 ampere para cada 200 W (watts) em redes de 220 V.

Então, no benjamim colocado em uma tomada com capacidade de 10 A (a mais comum), não podemos ligar, por exemplo, um ferro de passar de 700 W e um forno de micro-ondas também de 700 W. A corrente, na somatória, chegaria a 14 A, o que é acima da capacidade da tomada.

Nunca se deve ultrapassar a capacidade da tomada elétrica ou do multiplicador. Por segurança, a soma não deve ser superior ao limite de corrente estipulado para este ou para a tomada, o que for menor.


Quando usar Exemplo prático
Os acessórios são ideais para ligar aparelhos que consomem pouca energia elétrica. Um exemplo comum é conectar um abajur, um ventilador portátil e um telefone no mesmo multiplicador. Como possuem baixo consumo de energia, mesmo que conectados simultaneamente, não ultrapassarão a capacidade de corrente da tomada.

Então, é sempre recomendável que haja um equilíbrio da potência: ao ligar um eletrodoméstico em um benjamim, deve se “aliviar” outros plugues que estejam conectados no mesmo circuito. Outra regra básica é: nunca utilizar equipamentos de alta potência em benjamins ou similares. Note que alguns aparelhos que consomem corrente bastante elevada não podem ser ligados nem
mesmo na tomada, como é o caso do chuveiro elétrico, que é conectado diretamente na rede elétrica da casa.

Na falta de pontos de energia elétrica para equipamentos que ultrapassem o limite de capacidade das tomadas e multiplicadores, a solução é instalar mais tomadas ou fazer um rodízio de aparelhos,  quando forem utilizados.


Outro ponto importante, destaca o gerente de vendas da Santil, refere-se à qualidade dos acessórios: “Existem inúmeros modelos disponíveis no mercado, mas é preciso ficar atento à procedência dos itens, adquirir produtos certificados e de empresas reconhecidas”.

sábado, 18 de julho de 2015

Cinco dicas para uma instalação elétrica segura




Com vendas efetivadas nas lojas, pelo televendas e por meio da loja virtual, a Santil, fundada em 1978, tem larga experiência quando o assunto é instalação elétrica. Por isso, reuniu cinco dicas valiosas acerca de um item de fundamental importância em qualquer projeto: a segurança. Afinal, a falta de cuidados e atenção neste quesito pode ser fatal. Confira: -
-Projetos devem ser realizados, sempre (inclusive reformas e manutenções), por profissional habilitado. Dessa forma, com base no dimensionamento da carga elétrica em questão haverá a correta especificação da seção nominal – bitola - dos condutores, da quantidade de circuitos (tomadas e pontos de luz) necessários, da capacidade dos disjuntores, entre outros itens relevantes.
- Instalações seguras incluem sistemas de aterramento ("fio terra"), tomadas com contato de aterramento; dispositivo diferencial residual (DR); dispositivos protetores de surtos (DPS); cabos elétricos retardantes de chama; e eletrodutos normalizados - produtos que oferecem nível mais elevado de segurança e evitam o desperdício de energia elétrica.
- O cuidado com as emendas dos condutores elétricos e suas conexões é fundamental, tanto para a durabilidade da instalação quanto para não haver aquecimento e perda elétrica.
- É preciso prever circuitos de iluminação separados dos circuitos de tomadas de uso geral e circuitos independentes exclusivos para cada equipamento com corrente nominal acima de 10A (ampères), como chuveiros, torneiras elétricas e máquinas de lavar louça, por exemplo.
- um projeto elétrico adequado às necessidades do imóvel deve obedecer rigorosamente as exigências técnicas prescritas pela NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão - norma que orienta sobre os princípios fundamentais para a concepção de um projeto de instalação elétrica.
Conheça mais sobre a Santil e compre materiais elétricos das melhores marcas pelo menor preço em:
Santil Comercial Elétrica Eireli
Loja Piqueri: (11) 3998.3000
Loja Osasco: (11) 3695.9000
Loja Santa Ifigênia: (11) 3338.0000
Televendas Santil Água Branca: (11) 3616.5000


sexta-feira, 3 de julho de 2015

LED certificada, um compromisso de todos nós



Por Karina Jorge Bassani*
  
Economia, preservação do meio ambiente, qualidade e durabilidade. Apoiada nestes – e em outros – predicados, a tecnologia LED vem passo a passo conquistando seu espaço no varejo brasileiro. E, portanto, o debate em torno do tema vem, aos poucos, buscando também o seu lugar. Não poderia ser diferente, afinal é algo novo e ainda um tanto distante da cultura geral. Precisa ser discutida, elucidada, destrinchada...

Quer um dado importante para atestar o que estamos afirmando? Em 2014, a tecnologia das lâmpadas LED venceu o Prêmio Nobel de Física ao provar que, apesar de ser aproximadamente 15 vezes mais cara do que a lâmpada incandescente, a de LED dura 50 vezes mais e é, em média, 8 vezes mais eficiente que a incandescente, que desperdiça energia gerando mais calor do que luz.

A boa notícia é que as vantagens não se restringem ao bolso do consumidor. A nova tecnologia também apresenta benefícios para o meio ambiente já que são mais resistentes, superando as fluorescentes que, por sua vez, duram 10 vezes mais que as lâmpadas amarelas. Com maior vida útil, contribui para a diminuição da produção e descarte de resíduos na natureza. E não possuem mercúrio como nas fluorescentes que, mesmo que em pequena quantidade, representa um risco para o meio ambiente.

Com tantas utilidades, a aceitação da tecnologia LED deverá crescer mais de 30% ao ano no Brasil. Estima-se que, em 2020, cerca de 70% do faturamento do setor de iluminação serão provenientes desses produtos, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Com índices tão consideráveis, o governo precisou tomar medidas para proteger o consumidor.

Assim, em 17 de março de 2015, regulamentou o comércio de lâmpadas de LED no Brasil, publicando duas portarias que passaram a disciplinar a fabricação e a importação dos produtos com essa nova e moderna tecnologia. As duas portarias, 143 e 144, regulamentadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), tratam, respectivamente, dos aspectos técnicos da qualidade das lâmpadas de LED e do envolvimento dos fabricantes, importadores e lojistas quanto à comercialização. Em outras palavras, a partir da regulamentação, os fabricantes só poderão trazer ao Brasil lâmpadas de LED que estejam previamente certificadas e liberadas para importação em conformidade com as exigências.

Ainda de acordo com o Inmetro, além de segurança, estão sendo avaliadas também: a eficiência energética das lâmpadas LED – no âmbito do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) – e a durabilidade. Os critérios utilizados para comprovar a vida útil ficam por conta dos ensaios com alguns dos componentes das lâmpadas LED que permitem atestar a veracidade da informação de durabilidade informada pelo fabricante. Na verdade, segue o mesmo padrão da certificação aplicada hoje para as lâmpadas incandescentes e fluorescentes compactas.


Nós da Santil não só apoiamos a iniciativa, que trará benefícios incontáveis para o mercado, como também trabalhamos dentro das regras estipuladas, oferecendo ao consumidor o que de melhor há em tecnologia LED. Acreditamos que esse deve ser um compromisso de todos nós.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Sua conta de luz veio alta demais?



Estamos sofrendo grandes aumentos por parte do governo, mas, já feitas estas considerações, você continua desconfiado do valor de sua conta de luz?Confira as super dicas da Elektro:
Orientações sobre conta alta
Se ao receber a sua conta de luz você identificar uma diferença muito grande entre os valores da conta atual e da anterior, siga nossas dicas abaixo para tentar identificar as possíveis causas:
  •  Acompanhe a leitura do medidor: Anote a leitura atual do seu medidor, subtraia da última leitura emitida em sua conta de luz e divida esse valor pela quantidade de dias entre elas. Esse resultado será o seu consumo médio diário que poderá auxiliá-lo a identificar se você está realmente consumindo mais energia. Mais detalhes em Cálculo e histórico de consumo.
  • Possível erro na anotação da leitura: Seguindo os passos do item anterior, ao anotar a leitura do seu medidor você poderá confrontá-la com a última anotada na conta e, caso a leitura atual esteja menor que a anterior, encaminhe uma solicitação de análise para a cia responsável pela distribuição elétrica da sua região
  • Mudança de alíquota do ICMS: Mesmo uma pequena variação de consumo pode provocar alteração no valor de sua conta de luz. Isso acontece devido à mudança de faixa da alíquota de ICMS do seu Estado (SP ou MS). Mais detalhes em Tributos recolhidos.
  • Acúmulo de contas (plurimestral): Sua conta pode estar trazendo o valor acumulado dos últimos meses, não cobrados, devido ao faturamento plurimestral das contas demonstrativas/vinculadas. Mais detalhes em Conta demonstrativa ou vinculada.
  • Taxas de serviços prestados: Veja se na sua conta não estão relacionados taxas de serviços solicitados por você, tais como religação, custo de diferença de medição (troca de medidor em ligação nova ou reforma), etc.
  • Tarifa social: Se a unidade consumidora for utilizada apenas como residência, pode ser que você tenha direito a tarifa de energia com desconto (baixa renda). Para isso você deve atender algumas exigências governamentais.
  • Teste no medidor: Se mesmo com as informações acima você ainda tiver dúvidas sobre o seu consumo de energia, você pode realizar um teste simples e rápido em seu medidor. Veja a figura acima. 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Santil destaca alternativas às lâmpadas incandescentes



Lâmpadas fluorescentes e de LED são opções eficientes
e econômicas para a iluminação de ambientes residenciais, comerciais
e de via públicas e estão cada vez mais acessíveis


No próximo dia 30 de junho, as lâmpadas incandescentes de 60W – a potência mais utilizada pelos brasileiros – deixam de vez o mercado. Para muitas pessoas, a medida pode provocar dúvidas quanto ao que fazer quando as lâmpadas de suas casas queimarem, já que as incandescentes vêm iluminando há mais de um século os mais diversos ambientes residenciais ou corporativos. Os consumidores, entretanto, podem contar com soluções variadas.

Karina Jorge Bassani, diretora financeira da Santil, uma das principais distribuidoras de materiais elétricos do país,destaca que este é um movimento mundial que atende às novas necessidades de economia de energia elétrica, problema que afeta a todos. “Com o passar dos anos, a evolução tecnológica acompanhou as mudanças no estilo de vida das pessoas e a inevitável elevação da demanda. Aumentaram as exigências por mais eficiência, com economia de energia elétrica e redução de custos, sejam em empresas ou em nossa casa”, afirma.

Muitos consumidores podem ficar inseguros, mas o mercado já oferece produtos cada vez mais aperfeiçoados, com preços que estão, gradativamente, em queda. As lâmpadas fluorescentes foram um dos primeiros passos de sucesso no sentido de oferecer uma resposta eficaz aos desafios que surgiam.

Criada em 1938, esse tipo de lâmpada foi muito utilizada em uso comercial e industrial. Desde 2001, quando o país despertou para o déficit energético, com o chamado “apagão”, as fluorescentes passaram a ser fabricadas em formatos compactos, conquistando significativas parcelas de consumidores, em busca de boa luminosidade, durabilidade, com economia de energia. Essas lâmpadas economizam cerca de 40% de energia elétrica se comparadas às incandescentes.

Mais recentes são os produtos com LED (Light EmitingDiode/Diodo Emissor de Luz) – existente desde 1962. O aperfeiçoamento desta tecnologia vem permitindo a ampliação da gama de itens, para diferentes aplicações e que atendem a gostos variados, com economia energética de cerca de 80% em comparação às incandescentes.

Aos poucos, essa alternativa vem conquistando os consumidores, que têm à disposição uma variedade de marcas e tipos de produtos para quaisquer necessidades. As opções são inúmeras e estão cada vez mais acessíveis. O LED já é utilizado nos mais diferentes tipos de lâmpadas, o que amplia a gama de aplicações e atende às diferentes necessidades e projetos decorativos.

São plafons, luminárias, lustres, componentes diversos e lâmpadas decorativas e funcionais, com diferentes potências, cores e formas, incluindo o formato de bulbo como das incandescentes, com luz branca e amarela, que resgata a sensação de conforto visual atribuída às antigas lâmpadas. “Nossos vendedores estão sempre preparados para ajudar a sanar dúvidas dos consumidores com relação à equivalência entre os modelos, aplicações mais adequadas, instalação, etc.”, ressalta Karina.

Nova luz
O processo de banimento das lâmpadas incandescentes foi iniciado em 2010 e visa retirar do mercado os produtos energeticamente ineficientes. A crise hídrica e energética, os altos custos de energia contribuem para o desenvolvimento de uma nova visão sobre o problema.


“Os recentes reajustes dos custos de energia elétrica vem provocando um aumento da demanda por lâmpadas economizadoras. Na Santil, o aumento das vendas de LED foi de 200% em 2014, se comparado a 2013. Essa preocupação demonstra que um novo ciclo se inicia. Um ciclo virtuoso, no qual todos ganham e pelo qual todos devem trabalhar: setores públicos e privados, indústria e comércio e a sociedade”, finaliza Karina.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Santil investe em ações sustentáveis





As iniciativas colocadas em prática visam, além da economia
imediata de recursos e maior proteção do meio ambiente, despertar
a consciência de cada colaborador para o tema



Atenta à questão da sustentabilidade e ciente da responsabilidade que pessoas e empresas devem ter em favor ao meio ambiente, a Santil - uma das principais distribuidoras de material elétrico do país - coloca em prática várias iniciativas para estimular o consumo consciente e o descarte correto. Além de resultados práticos no dia a dia da empresa, as medidas têm como objetivo maior, despertar a consciência de todos os colaboradores para a importância do tema.

“Dependemos da participação de cada indivíduo e de atitudes conscientes, para avançar no campo da sustentabilidade que, sabemos, envolve aspectos econômicos, equilíbrio social e preservação do meio ambiente”, destaca Karina Jorge Bassani , diretora financeira da Santil.

Já há alguns anos a empresa criou programas internos de incentivo ao descarte adequado e ao consumo e utilização racional dos recursos disponíveis, valores já incorporados no dia a dia da maior parte dos colaboradores e comprovados com o levantamento financeiro dos últimos anos na compra de papéis, envelopes, tintas para impressão e copos descartáveis, por exemplo.

Apesar do constante aumento do quadro de colaboradores, a Santil tem conseguido reduzir, proporcionalmente, o consumo destes itens. Também tem alcançado resultados bastantes positivos em relação à mudança de hábitos. “Após uma forte campanha interna, hoje, quase todos os funcionários dos escritórios administrativos abandonaram os copos descartáveis e adotaram as garrafinhas ou copos individuais para água”, conta Karina. Do mesmo modo, a coleta seletiva foi implantada com sucesso em todos os pontos de venda, no Centro de Distribuição e na sede administrativa.

As campanhas para uso racional de papéis e tintas para impressão são regulares. Mais do que mensagens de incentivo e conscientização, os colaboradores já recebem sugestões de ações a serem adotadas, como procedimentos para imprimir frente e verso, configurar margens e copiar e colar apenas o conteúdo de interesse para impressão. Regularmente, processos operacionais são revisados com o objetivo de diminuir ou eliminar a impressão e arquivo de papéis desnecessários.

Envelopes são reutilizados e as sobras de papéis são picotadas e aproveitadas nas embalagens de produtos frágeis. Da mesma forma, sobras de embalagens de papelão e até de pallets de madeira são reaproveitados nas operações de armazenamento e entrega.


Parcerias com fornecedores comprometidos com a sustentabilidade são priorizadas e já geraram boas iniciativas, como o Selo Sacola Verde de Garantia, da Siemens, que dá autonomia à Santil para troca de produtos, que são encaminhados diretamente para centros de descarte e reciclagem autorizados.

Responsabilidade social
Além das práticas que demonstram respeito e preocupação com o meio ambiente, a Santil está atenta aos aspectos econômicos e sociais, que visam o bem-estar das gerações futuras e estão totalmente integrados ao conceito de sustentabilidade. Por isso, mantém também uma estrutura de Recursos Humanos que permite e valoriza a carreira profissional interna e inclui política de subsídios para qualificação e melhoria da formação acadêmica.

Há também as iniciativas dirigidas a comunidades externas. Entre elas, estão doações mensais a entidades envolvidas com o cuidado de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social; e a distribuição de alimentação a moradores de rua da região central de São Paulo. Este trabalho, realizado duas vezes por semana, há mais de 10 anos, inclui o preparo e a distribuição de 9.720 refeições por mês.

Nos pontos de venda, a Santil disponibiliza caixas para doação de cupons fiscais, que são encaminhados a uma instituição que presta auxílio a crianças e adultos carentes com deficiência intelectual.

Ainda com o objetivo de difundir os conceitos que envolvem a sustentabilidade e estimular o debate entre colaboradores, parceiros e clientes, a Santil criou, em 2011, o Blog EcoSantil, que reúne notícias ligadas à sustentabilidade, responsabilidade social e meio ambiente.

Conheça a santil: www.santil.com.br