quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Férias! Cuidados em dobro com a criançada



Durante as férias escolares, aumenta a permanência das crianças no quarto, em meio a seus games e computadores. A reunião de amigos eleva o número de crianças no espaço confinado. É neste período que os pais devem ter cuidado redobrado com os riscos de acidentes com choques elétricos, aumentando a cautela quanto à instalação elétrica do local.

  • Os pequenos são curiosos e, para eles, o alerta maior é para a proteção das tomadas. No caso de crianças, o grande problema é colocar o dedinho ou um objeto metálico no buraco da tomada, que pode ser fatal, alerta. Recomendação: tampar todas as tomadas não utilizadas com um protetor plástico comum, à venda em qualquer loja elétrica ou home center. Isso é válido, obviamente, desde que a criança não tenha força e habilidade suficientes para tirar o protetor. Para resolver o problema de uma vez por todas, independentemente da criança, deve-se usar tomadas com bloqueadores (obturadores) que já vêm de fábrica. Esse modelo é ainda pouco conhecido e usado no Brasil, mas deveria ser usado sempre por aqueles que têm ou recebem crianças pequenas em casa.
  • Para os filhos maiores, o perigo de choque pode ser maior, pois eles têm acesso fácil aos plugues dos aparelhos, correndo o risco ao colocar ou tirá-los da tomada. Sobretudo nos modelos antigos de tomadas, esse risco era um pouco maior do que no novo padrão de tomadas. É comum a retirada do aparelho da tomada puxando pelo cabo elétrico e não pelo corpo do plugue, o que aumenta o risco de danificar a extremidade do condutor, o qual pode se romper com o tempo, perfurando a isolação do cabo e, então, provocando o choque. Em ambas as situações, deve-se orientar a criança para que insira e retire os plugues das tomadas tocando-os apenas no corpo do plugue e nunca puxando o fio.
  • Outro alerta para os pais é orientar os filhos a não brincar com aparelhos que estão dando choque. Às vezes a criança acha engraçado levar choque de baixa intensidade, que ocorre por defeitos internos nos aparelhos. Isso é muito perigoso e pode ser fatal dependendo do percurso da corrente elétrica pelo corpo.
  • O uso de benjamins (ou tês) deve ser evitado para reduzir a ocorrência de sobrecargas. Fios soltos pelo chão no meio do caminho da criançada podem resultar em danos aos fios e consequentes choques elétricos, além do risco da criança tropeçar, cair e se machucar.
  • Um alerta que vai além da segurança: o controle no consumo de energia. Embora não esteja diretamente relacionado com a segurança, pois isso raramente leva a um incêndio, os pais devem orientar seus filhos a não deixarem os equipamentos ligados na tomada quando não estiverem sendo usados. A maioria dos eletroeletrônicos continua funcionando, mesmo que apenas para manter os LEDs acesos ou os relógios funcionando. Isso significa gasto desnecessário de energia com a consequente emissão de gás carbônico na atmosfera.
  • Outra medida que evita choques e acidentes em qualquer época do ano: o uso do fio terra e do dispositivo DR – este, popularmente conhecido por fazer desligar a energia elétrica. Esses dispositivos, associados ao bom uso dos aparelhos, podem reduzir o consumo de energia, além de evitar possíveis acidentes elétricos domésticos que, em alguns casos, podem ser fatais. Dispositivos do tipo DR protegem a corrente diferencial residual, e isso não acontece quando o fiozinho verde do chuveiro não está ligado na parede e permanece enrolado ao lado do aparelho.
  • Todos os circuitos elétricos, sejam de iluminação, tomadas ou outros equipamentos devem ser protegidos contra choques elétricos. Em particular o DR de alta sensibilidade é especialmente usado em áreas molhadas como banheiro, lavanderia e cozinha e tem como missão desligar automaticamente o circuito no momento em que ocorre uma descarga elétrica para a terra ou pelo corpo das pessoas. Quando você liga o ferro de passar, que consome muita energia, junto a outro equipamento, com o uso de um benjamim, ou T, por exemplo, e a energia cai, isso é sinal de que sua casa está correta, com o disjuntor funcionando perfeitamente. Ele impediu que a sobrecarga de energia provocada pelo mau uso dos dois aparelhos pudesse provocar uma temperatura elevada que, em casos extremos, pode resultar em incêndios.
Além de provocar incêndios, as instalações elétricas mal dimensionadas ou sem a manutenção adequada podem causar queimaduras de até terceiro grau, coagulação do sangue, lesão nos nervos, contrações musculares e reação nervosa de estremecimento (a sensação de choque).
Fonte: http://programacasasegura.org/br/noticias/ferias-cuidados-em-dobro-com-a-criancada/

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Como é feita a reciclagem de pilhas e baterias

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/pops/como-e-feita-a-reciclagem-de-pilhas-e-baterias-900-info.shtml

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Dimensione corretamente os condutores



Quando devo usar um fio mais grosso e quando posso usar um fio mais fino? Bom, o fio mais grosso é caro, por isto eu uso o mais fino…

Esta é uma dúvida que muitos de vocês devem fazer ao se deparar com uma instalação elétrica nova ou uma reforma da instalação elétrica pela frente, não é mesmo?

Pois bem, vamos tentar elucidar isso. Um condutor de uma determinada seção tem a capacidade de conduzir uma determinada corrente em determinada condição de instalação. Por exemplo, um condutor com seção de 1,5mm2 em PVC, poderá conduzir uma corrente de até 15 amperes, se instalado em um eletroduto embutido com um único circuito, em uma temperatura de até 40 graus Celsius, por um percurso não maior que 20 metros. (estes valores são hipotéticos e servem apenas para exemplificar).

Se nesta mesma condição, instalarmos mais dois circuitos no mesmo eletroduto, a condição vai mudar e o condutor passará a ser capaz de conduzir somente 13 amperes. Isto se dá pela influência de temperatura e dissipação dos demais condutores, ou seja, quando você instala mais dois circuitos no mesmo eletroduto a temperatura ambiente do eletroduto subirá e então o isolamento precisará de mais folga para lidar com isto.

Se ao invés de passar 13 amperes, o circuito passar 15, como na condição anterior, ele poderá esquentar e provavelmente perderá seu isolamento podendo colocar em risco sua instalação iniciando um incêndio.

Este é um dos motivos pelos qual o dimensionamento correto de um condutor deve ser realizado em todas as instalações, pois neste dimensionamento é realizado um estudo de todos os parâmetros necessários para que a seção, ou bitola como é conhecida, seja adequada para a condição e não coloque em risco a instalação elétrica, tão pouco os usuários.

Outro benefício que se tem no dimensionamento correto é em relação à economia de energia elétrica, que é diminuída a medida que o dimensionamento do condutor é correto, e este é um ganho que não podemos deixar de obter certo?

Então ficam as dicas:

•    Não reduza a seção do condutor sem antes contratar um profissional habilitado para elaborar o projeto e definir a seção adequada;
•    Não aumente a corrente que passa por um condutor instalando mais equipamentos na mesma tomada, pois este pode aquecer e iniciar um incêndio;
•    Use, sempre que possível, uma seção maior do que a recomendada, pois assim você estará com sua instalação segura e ainda de quebra economiza energia.

Lembre-se: Um condutor bem dimensionado é garantia de segurança para todos.

Fonte: http://programacasasegura.org/br/artigos/dimensione-corretamente-os-condutores/

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http://www.santil.com.br/departamento/98946/04/fios-e-cabos





quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Estudantes brasileiros constroem casa de garrafa PET


Uma casa ecologicamente correta, que oferece maior conforto térmico e ainda é mais barata que uma construção tradicional em alvenaria. Esse foi o projeto CASA PET, que rendeu a conquista do 5º Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários 2013 para uma equipe dez alunos da FATEC de Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

A ideia, nascida em 2012, começou a ganhar forma quando o grupo de estudantes – monitorados por três professores – se inscreveu e venceu em 2013 a quinta edição do concurso com o projeto da CASA PET. “Fomos premiados e, com isso, ganhamos R$ 30 mil para transformar a proposta em realidade no prazo de um ano. Sem dúvida, um desafio ainda maior”, conta a estudante Adriana Roberta Mendonça.
Com o troféu na mão e o dinheiro na conta, a equipe colocou a mão na massa. Em outubro de 2013, os alunos iniciaram a construção de uma casa de 24m² – incluindo uma sacada – no campus da FATEC de Presidente Prudente, com o uso de 4 mil garrafas PET preenchidas com areia lavada e solo cimento (uma mistura de terra com 10% de cimento), que substituíram os tijolos desde as fundações até o teto. A estrutura da edificação, como as colunas de sustentação, é a mesma de uma residência de alvenaria. “Da maneira como foi feita, a obra fica tão resistente quanto as casas comuns”, explica a professora Camila Pires Cremasco Gabriel, da UNESP de Tupã, uma das coordenadoras do projeto.

Além da reciclagem das embalagens PET, outro grande benefício do projeto implementado pelos alunos da FATEC é a economia. Enquanto uma obra com as mesmas medidas erguida com tijolos gasta 10 sacos de cimento, a CASA PET só precisa de quatro. Contabilizando a mão de obra, material e acabamento (pintura, instalações elétrica e hidráulica) o custo foi de R$ 15 mil, ou seja, 30% a menos do que seria gasto em um projeto igual com uso dos materiais tradicionais.
“O projeto CASA PET é de fundamental importância, pois prova que uma construção ecologicamente correta feita de embalagens PET é uma alternativa econômica viável e que pode ser utilizada por pessoas de baixa renda”, avalia Camila.

As vantagens não param ai. Além da economia, a estimativa é que os cômodos que substituem tijolos por garrafas PET sejam 20% mais frescos. Isso porque as paredes são bem mais espessas: 35 cm de largura, enquanto as convencionais têm, em média, 13 cm. “Com a obra concluída e entregue, o grupo de estudantes começa agora a fase de medições de temperatura dentro da residência, com o objetivo de comprovar esta tese. Esse trabalho deverá ser concluído no segundo semestre de 2015”, completa Camila.
Desde sua criação, o Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários já ajudou a tirar do papel várias ideias inovadoras. Uma delas, por exemplo, é o Projeto Bambu, desenvolvido por alunos da UNESP de Bauru, com o objetivo de capacitar agricultores da cadeia produtiva do bambu a gerarem renda por meio da produção de artesanato. A 6º edição do concurso ocorrerá no primeiro semestre de 2015 para estudantes universitários de todo o país.

Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/estudantes-brasileiros-constroem-casa-de-garrafa-pet

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Horário de Verão


A temporada 2014/2015 do horário de verão começou no dia 19 de outubro de 2014 e terminará à zero hora do dia 22 de fevereiro de 2015. Será adotado em dez estados brasileiros e no Distrito Federal, que adiantaram os relógios em uma hora.
O horário de verão tem o objetivo de reduzir o consumo de energia, já que se torna possível aproveitar melhor as horas de sol. As alterações são significativas na economia e afetam também o lado social da população.
Outra vantagem é o aumento da segurança do sistema elétrico e maior flexibilidade para a realização de manutenções, além de redução da pressão sobre o meio ambiente e nas tarifas cobradas pelo serviço. O horário de verão foi aplicado no Brasil pela primeira vez no verão de 1931/1932.
A medida é adotada sempre nesta época do ano, quando os dias são mais longos por causa da posição da Terra em relação ao Sol. No fim do ano, há também um aumento na demanda por energia, resultante do calor e do crescimento da produção industrial devido ao Natal.
Mas para que seja eficaz, é importante que cada um faça a sua parte e ajude a preservar este recurso tão fundamental que é a eletricidade. Adote medidas simples e altere um pouco os hábitos de consumo e confira a diferença!
Alterações no relógio biológico
Em condições normais, os diversos ritmos do nosso organismo estão sincronizados entre si, assim como claro/escuro ambiental. Com a mudança de fusos horários, o corpo tende a adaptar seus ritmos ao novo horário, causando uma desordem temporal interna, que após alguns dias tende a ser resolvida.
Durante essa fase, o indivíduo pode experimentar sensações como mal-estar, dificuldade para dormir no horário habitual, sonolência diurna e até mesmo alterações de humor e de hábitos alimentares.
Origens
O Horário de Verão surgiu em 1784 nos Estados Unidos, criado por Benjamin Franklin, antes mesmo de se existir a luz elétrica! Mas sua ideia não sensibilizou o governo americano e o primeiro país a adotar oficialmente o horário de verão foi a Alemanha, durante a Primeira Guerra Mundial.
No Brasil foi instituído pela primeira em 1931 pelo então presidente Getúlio Vargas e voltou a ser aplicado nos dois anos seguintes, retornando apenas dezesseis anos depois (1949), quando mais quatro edições foram realizadas. Nos anos 60 a medida vigorou por cinco anos seguidos (de 1963 a 1968) e desde 1985 vem sendo adotada sem interrupções. Definido pelo governo federal, o horário de verão começa em outubro ou no início de novembro e termina em fevereiro. Neste período, os relógios são adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste
Fonte: .http://programacasasegura.org/br/economia/horario-de-verao-vamos-economizar/

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Eletricidade e os cuidados em casa



Com eletricidade não se brinca. Todos os dias estamos sujeitos a levar choques elétricos ou causar acidentes devido ao mau uso da energia elétrica. Para evitar tudo isso, indicamos aqui algumas medidas bem simples, mas que são negligenciadas por grande parte das pessoas. Fique ligado!
  • Quando for trocar uma lâmpada, desligue o disjuntor;
  • Não sobrecarregue as instalações elétricas;
  • Nunca coloque mais de dois aparelhos elétricos em uma só tomada;
  • Evite o uso de “Ts” ou benjamins;
  • Ligue o fio terra em qualquer equipamento elétrico;
  • Use dispositivos de segurança nas tomadas e não deixe aparelhos elétricos ao alcance das crianças;
  • Leia atentamente as instruções do fabricante ao instalar aparelhos elétricos;
  • Feche a água pelo registro antes de mudar a chave seletora quente/frio do chuveiro ou da torneira elétrica;
  • Nunca puxe o fio para desligar um aparelho da tomada;
  • Limpe os eletrodomésticos só depois de retirá-los da tomada;
  • Verifique se os aparelhos elétricos não estão com os fios desencapados;
  • Jamais coloque roupas na parte traseira do seu refrigerador;
  • Não mexa na parte interna de uma TV ou vídeo cassete, mesmo que eles estejam desligados. A carga elétrica fica acumulada em algumas partes do aparelho;
  • Ao usar cortador de gramas elétrico, fique atento ao fio de energia do aparelho para que ele não seja atingido pela hélice;
  • Não permita que seu filho solte pipa ou pandorga próximo às redes elétricas;
  • Cuidado com instalações elétricas em lugares úmidos, como lavanderias, garagens e jardins;
  • Se as lâmpadas ou aparelhos elétricos de sua residência queimam com freqüência, os disjuntores desarmam ou as tomadas e os fios estão ficando quentes, chame um eletricista qualificado;
  • Somente pessoas com conhecimento técnico devem executar trabalhos em instalações elétricas.
Fonte: http://programacasasegura.org/br/seguranca/cuidados-em-casa/

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Nobel premia inventores do LED azul




Uma invenção que promete revolucionar a forma como o mundo ilumina suas casas e escritórios - e já está ajudando a criar as telas brilhantes de telefones celulares, computadores e TVs - rendeu ontem o prêmio Nobel de Física a dois cientistas japoneses e um americano nascido no Japão.
Ao inventar um novo tipo de diodo emissor de luz (LED), eles superaram um obstáculo crucial à criação de uma luz branca muito mais eficiente do que as lâmpadas incandescentes ou fluorescentes. Agora, LEDs estão por toda parte e especialistas dizem que sua utilização só vai crescer. "As lâmpadas incandescentes iluminaram o séc. XX; o séc. XXI será iluminado por lâmpadas LED", disse a comissão do Nobel ao anunciar o prêmio aos japoneses Isamu Akasaki e Hiroshi Amano, e Shuji Nakamura, naturalizado americano.
Nakamura, 60, é professor na Universidade da Califórnia. Akasaki, 85, é professor na Universidade Meijo e na Universidade Nagoya, no Japão, ao passo que Amano, 54 anos, é também professor na Universidade Nagoya. Akasaki e Amano realizaram suas invenções enquanto trabalhavam em Nagoya, enquanto Nakamura trabalhava independentemente na empresa japonesa Nichia Chemicals.
Em 2005, Nakamura processou a Nichia, numa disputa pelos direitos sobre a descoberta. Inicialmente a empresa havia pago ao cientista aproximadamente US$ 185, mas após acordo na Justiça japonesa, Nakamura recebeu US$ 8 milhões.
Antes, cientistas eram capazes de usar LEDs para produzir luz vermelha e verde. Mas era preciso também um LED azul para compor a luz branca. Os três novos prêmios Nobel criaram LEDs azuis.
Estima-se que a participação de iluminação por LED em casas, escritórios, ruas e indústrias está se aproximando de 10% nos EUA. Dentro de cinco anos, essa fração provavelmente suplantará 30%, à medida que os preços caírem.
A comissão premiadora do Nobel observou que para as pessoas sem acesso a redes de eletricidade, as lâmpadas baseadas em LEDs podem ser viáveis para ser usadas com energia solar barata porque consomem muito pouca energia. A comissão também disse que a eficiência dos LEDs ajuda a economizar os recursos naturais da Terra, porque cerca de um quarto do consumo mundial de eletricidade é utilizado para iluminação.