sábado, 30 de janeiro de 2016

Chuvas fortes e raios



As situações de riscos envolvendo eletricidade são comuns e, por isso, o Programa Casa Segura indica alguns procedimentos e atitudes fundamentais para a sua segurança e do seu imóvel nestas situações.
Durante a ocorrência de raios, forma-se uma sobretensão (voltagem acima do normal), que se propaga pela rede elétrica da rua e pode chegar às residências. Neste cenário, a rede que normalmente funciona em 110 ou 220 volts pode receber uma descarga de milhares de Volts. Esse pico de energia pode acabar percorrendo a rede elétrica do imóvel e queimar os aparelhos que estejam conectados às tomadas, independentemente de estarem funcionando ou não;
No momento de chuva forte com raios, retire todos os aparelhos da tomada até que a intensidade da chuva diminua. Evite também usar o telefone, a TV e a internet por cabo durante esse período, uma vez que uma descarga elevada pode também percorrer essas fiações;
No caso de chuveiro elétrico, evite tomar banho por, caso haja uma sobretensão no circuito elétrico do chuveiro, uma parte da descarga elétrica pode ser transferida para a água. Embora a possibilidade deste tipo de acidente seja remota, não custa nada prevenir;
Lembre-se que o cobre é o melhor condutor de energia e é fundamental na instalação de para-raios que protegem sua vida e sua casa.

 Veja a seguir Mitos e Verdades sobre os raios:
“Um raio não cai duas vezes em um mesmo lugar” – MITO. Essa afirmação é uma grande bobagem! É comprovado que um raio pode cair mais de uma vez no mesmo lugar sim.
“O para-raios do vizinho protege minha casa” – MITO. Cada casa tem que ter o seu para-raios.
“O para-raios atraem os raios para suas edificações” – MITO. Na realidade o para-raios é um caminho seguro para conduzir a energia gerada pelo raio à terra.
“O para-raios protege meus equipamentos eletroeletrônicos” – MITO. Para isso é necessário aterramento elétrico (fio terra) e supressores de surto. Todo o sistema de aterramento deve ser equipotencializado (feito de maneira a distribuir de forma igual a carga).

fonte: http://programacasasegura.org/blog/2016/01/18/intensidade-das-chuvas-e-a-alta-frequencia-de-queda-de-raios-traz-preocupacoes-em-dobro-para-a-populacao/

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Dicas importantes para as férias





Medidas simples com relação à energia elétrica podem trazer economia e segurança para a casa durante o período de férias que se inicia


Crianças em casa, período de chuvas e raios ou viagem e casa vazia. Todas estas ocorrências no período de férias exigem cuidados especiais com a instalação elétrica. Algumas atitudes podem fazer a diferença e evitar acidentes domésticos que colocam em risco o patrimônio e até a vida de pessoas. Adicionalmente à segurança, ainda podem gerar economia na conta de energia. A Santil – uma das principais distribuidoras de material elétrico do país – reuniu abaixo algumas dicas importantes. Vale a pena conferir:


Ø  Ao sair de viagem, somente desligar os equipamentos eletroeletrônicos não é suficiente para evitar acidentes. Mesmo que os aparelhos não estejam em funcionamento, existe o risco de sobretensão elétrica (variação brusca da tensão, que pode ser provocada pelos raios, por exemplo). Por isso, desconecte da tomada os equipamentos que não são de uso contínuo.

Ø  A sobretensão provocada pela incidência de raios ocorre por meio da rede de distribuição de energia e entra na residência pelos cabos que ligam a instalação à rede pública. É recomendável que os cabos de telefone, de antenas de televisão e de provedores de internet sejam desconectados, pois também podem propagar sobretensões, mesmo que não estejam em funcionamento.

Ø  Além de oferecer mais segurança, desconectar os aparelhos das tomadas resulta em economia de energia. De acordo com alguns estudos, o consumo de aparelhos em stand-by (modo de espera) pode representar 12% do consumo doméstico de energia.

Ø  Durante o período de viagem e casa vazia, mantenha o funcionamento da geladeira no modo de intensidade mínima. Se for deixar alguma lâmpada acesa, utilize as mais econômicas (compactas ou de LED) ou instale um temporizador, desenvolvido para ligar e desligar automaticamente aparelhos elétricos ou eletrônicos com horários programados.

Ø  Na hora da brincadeira, oriente as crianças a soltarem pipas em parques ou campos abertos. Uma pipa enroscada na fiação da rede elétrica não deve ser puxada, pois os fios podem se tocar e provocar um curto­-circuito. Além de proibido, o uso de cerol na linha da pipa pode danificar cabos da rede elétrica e provocar acidentes graves com ciclistas e motociclistas.

Ø  Durante as férias, as crianças acabam ficando mais tempo “plugadas” nos games e computadores. Ensine-as a retirar o equipamento da tomada puxando pelo corpo do plugue e nunca pelo cabo, pois isso pode danificar a extremidade do condutor e provocar um choque.

Ø  Não ligue muitos aparelhos na mesma tomada, evitando a sobrecarga e curto-circuito. Mantenha os cabos organizados e fora do caminho para evitar tropeços e quedas das crianças e danos aos cabos e aparelhos.

Ø  Uso do ar condicionado, ventiladores, maior número de banhos, festas, mais eletroeletrônicos conectados, tudo isso significa consumo extra de energia elétrica no período de férias. É importante ficar de olho na capacidade da instalação para que não haja sobrecargas. Redes mal dimensionadas estão entre as causas mais comuns deste tipo de ocorrência.

Ø  Estas medidas simples podem proporcionar um período de férias sem sustos ou prejuízos com a energia elétrica. E lembre-se: muitas dicas podem ser aproveitadas para o ano todo!


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

15 dicas para economizar energia elétrica


1. Utilize lâmpadas mais econômicas. As lâmpada led garantem economia de até 90% se comparada ás lâmpadas incandescentes. Confira nossas opções em:http://www.santil.com.br/departamento/101808/18/led
2. Use a luz natural, através de claraboias, grandes aberturas, iluminação zenital, prateleiras de luz, etc. Coloque as mesas de trabalho e de leitura próximas às janelas;
3. Pinte os ambientes de cor clara, especialmente os tetos, que refletem e espalham a luz pro todo o ambiente;
4. Use fotocélulas nos ambientes externos, assim as luminárias só acendem à noite (como nos postes de iluminação pública)
Confira algumas opções em:
http://www.santil.com.br/busca.asp?PalavraChave=fotocelula
5. Nos corredores, escadas e outros locais de passagem, onde não há longa permanência de pessoas, instale temporizadores ou sensores de presença embutidos em lâmpadas;
Confira algumas opções em:
http://www.santil.com.br/busca.asp…
6. Utilize dimmers, que controlam a intensidade da luz (além de economizar, ainda pode criar um clima na casa!);
7. Mantenha os lustres e globos transparentes bem limpos, assim não vai gastar energia à toa;
8. Não deixe as luzes acesas em ambientes onde não tem ninguém;
9. Compre equipamentos com o selo Procel de Economia de Energia, de preferência da Categoria A;
10. Instale um sistema solar de aquecimento de água
11. Mantenha limpos os filtros dos condicionadores de ar e evite deixar o aparelho ligado quando o ambiente estiver desocupado;
12. Não instale fogão e geladeira lado a lado, pois um atrapalha o desempenho do outro;
13. Não forre as prateleiras da geladeira, isso dificulta a passagem do ar, gastando mais energia;
14. Evite usar equipamentos de alto consumo, como ferro de passar roupa e chuveiro elétrico, nos horários de pico;
15. Para subir 1 ou 2 andares, evite o elevador, procure usar a escada, contribuindo também para sua saúde.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Estradas que recarregam carros elétricos serão testadas na Inglaterra



Para incentivar o setor nacional de carros elétricos, o governo da Inglaterra pensa em introduzir pelo país pistas que possam carregar veículos enquanto eles seguem viagem.
Proposto pela Highways England, o projeto terá uma fase de testes com duração de 18 meses, analisando assim a viabilidade das vias de carga.

Para os testes, que não serão públicos, os veículos serão equipados com tecnologia sem fio.
“O nosso compromisso é o de realizar testes fora das ruas, ou seja, não em vias públicas, em 2016 ou 2017,” disse Stuart Thompson, um porta-voz da Highways England.

Abaixo da superfície das estradas serão instalados fios elétricos, responsáveis por gerar campos eletromagnéticos. captados por uma bobina dentro do dispositivo e assim convertidos em eletricidade. É o mesmo princípio usado nos carregadores sem fio para celulares.

A intenção do projeto é aumentar a autonomia dos carros elétricos e a expectativa é que os primeiros testes comecem no final deste ano.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Extensões, benjamins e similares: saiba usar

Acessórios são úteis, mas precisam ser usados com critério para não causarem sobrecarga na instalação elétrica



Benjamim, “T”, extensão, régua, multiplicador de tomadas... os nomes são variados. Facilmente encontrados à venda em supermercados, lojas de material elétrico ou construção, são práticos, úteis e resolvem o problema quando precisamos de um ponto de energia elétrica e não temos uma tomada disponível por perto. Certo? Depende.

Não é raro escutarmos que estes itens não são recomendados e que colocam em risco aparelhos eletrônicos e a instalação elétrica. E aí é que surge a dúvida: usar ou não usar? “Basta ter cuidados e seguir critérios. Seu uso não pode ser generalizado para todo e qualquer tipo de situação, sob o risco de sobrecarga elétrica”, comenta Gilmar Nascimento, gerente de vendas da Santil, uma das principais distribuidoras de material elétrico do país.

Os dispositivos são recomendados para a conexão simultânea de aparelhos, desde que a soma das potências deles não ultrapasse a capacidade de fornecimento de corrente da tomada em que serão conectados. Se usados de forma inapropriada, podem causar sobrecarga na rede elétrica, curto-circuito na tomada, deformações por superaquecimento, funcionamento anormal dos equipamentos ou até mesmo incêndio.

A razão disso é que o aumento de potência faz com que haja um acréscimo da corrente elétrica naquele ponto do circuito. Se a tomada e os fios ou cabos estiverem mal dimensionados para esta carga, ocorrerá um aquecimento, que pode iniciar até um incêndio.


Como calcular
A soma das correntes consumidas pelos aparelhos ligados ao multiplicador de tomadas não deve ser superior à capacidade máxima da tomada. Para uma tomada residencial comum, no Brasil, este limite pode ser de 10 ou de 20 amperes (A), de acordo com o modelo utilizado, padronizado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Uma forma prática de fazer este cálculo é conferir qual é a corrente da tomada e do multiplicador e associar 1 ampere para cada 100 W de potência do aparelho, em redes de 110 V (volts), e 1 ampere para cada 200 W (watts) em redes de 220 V.

Então, no benjamim colocado em uma tomada com capacidade de 10 A (a mais comum), não podemos ligar, por exemplo, um ferro de passar de 700 W e um forno de micro-ondas também de 700 W. A corrente, na somatória, chegaria a 14 A, o que é acima da capacidade da tomada.

Nunca se deve ultrapassar a capacidade da tomada elétrica ou do multiplicador. Por segurança, a soma não deve ser superior ao limite de corrente estipulado para este ou para a tomada, o que for menor.


Quando usar Exemplo prático
Os acessórios são ideais para ligar aparelhos que consomem pouca energia elétrica. Um exemplo comum é conectar um abajur, um ventilador portátil e um telefone no mesmo multiplicador. Como possuem baixo consumo de energia, mesmo que conectados simultaneamente, não ultrapassarão a capacidade de corrente da tomada.

Então, é sempre recomendável que haja um equilíbrio da potência: ao ligar um eletrodoméstico em um benjamim, deve se “aliviar” outros plugues que estejam conectados no mesmo circuito. Outra regra básica é: nunca utilizar equipamentos de alta potência em benjamins ou similares. Note que alguns aparelhos que consomem corrente bastante elevada não podem ser ligados nem
mesmo na tomada, como é o caso do chuveiro elétrico, que é conectado diretamente na rede elétrica da casa.

Na falta de pontos de energia elétrica para equipamentos que ultrapassem o limite de capacidade das tomadas e multiplicadores, a solução é instalar mais tomadas ou fazer um rodízio de aparelhos,  quando forem utilizados.


Outro ponto importante, destaca o gerente de vendas da Santil, refere-se à qualidade dos acessórios: “Existem inúmeros modelos disponíveis no mercado, mas é preciso ficar atento à procedência dos itens, adquirir produtos certificados e de empresas reconhecidas”.

sábado, 18 de julho de 2015

Cinco dicas para uma instalação elétrica segura




Com vendas efetivadas nas lojas, pelo televendas e por meio da loja virtual, a Santil, fundada em 1978, tem larga experiência quando o assunto é instalação elétrica. Por isso, reuniu cinco dicas valiosas acerca de um item de fundamental importância em qualquer projeto: a segurança. Afinal, a falta de cuidados e atenção neste quesito pode ser fatal. Confira: -
-Projetos devem ser realizados, sempre (inclusive reformas e manutenções), por profissional habilitado. Dessa forma, com base no dimensionamento da carga elétrica em questão haverá a correta especificação da seção nominal – bitola - dos condutores, da quantidade de circuitos (tomadas e pontos de luz) necessários, da capacidade dos disjuntores, entre outros itens relevantes.
- Instalações seguras incluem sistemas de aterramento ("fio terra"), tomadas com contato de aterramento; dispositivo diferencial residual (DR); dispositivos protetores de surtos (DPS); cabos elétricos retardantes de chama; e eletrodutos normalizados - produtos que oferecem nível mais elevado de segurança e evitam o desperdício de energia elétrica.
- O cuidado com as emendas dos condutores elétricos e suas conexões é fundamental, tanto para a durabilidade da instalação quanto para não haver aquecimento e perda elétrica.
- É preciso prever circuitos de iluminação separados dos circuitos de tomadas de uso geral e circuitos independentes exclusivos para cada equipamento com corrente nominal acima de 10A (ampères), como chuveiros, torneiras elétricas e máquinas de lavar louça, por exemplo.
- um projeto elétrico adequado às necessidades do imóvel deve obedecer rigorosamente as exigências técnicas prescritas pela NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão - norma que orienta sobre os princípios fundamentais para a concepção de um projeto de instalação elétrica.
Conheça mais sobre a Santil e compre materiais elétricos das melhores marcas pelo menor preço em:
Santil Comercial Elétrica Eireli
Loja Piqueri: (11) 3998.3000
Loja Osasco: (11) 3695.9000
Loja Santa Ifigênia: (11) 3338.0000
Televendas Santil Água Branca: (11) 3616.5000


sexta-feira, 3 de julho de 2015

LED certificada, um compromisso de todos nós



Por Karina Jorge Bassani*
  
Economia, preservação do meio ambiente, qualidade e durabilidade. Apoiada nestes – e em outros – predicados, a tecnologia LED vem passo a passo conquistando seu espaço no varejo brasileiro. E, portanto, o debate em torno do tema vem, aos poucos, buscando também o seu lugar. Não poderia ser diferente, afinal é algo novo e ainda um tanto distante da cultura geral. Precisa ser discutida, elucidada, destrinchada...

Quer um dado importante para atestar o que estamos afirmando? Em 2014, a tecnologia das lâmpadas LED venceu o Prêmio Nobel de Física ao provar que, apesar de ser aproximadamente 15 vezes mais cara do que a lâmpada incandescente, a de LED dura 50 vezes mais e é, em média, 8 vezes mais eficiente que a incandescente, que desperdiça energia gerando mais calor do que luz.

A boa notícia é que as vantagens não se restringem ao bolso do consumidor. A nova tecnologia também apresenta benefícios para o meio ambiente já que são mais resistentes, superando as fluorescentes que, por sua vez, duram 10 vezes mais que as lâmpadas amarelas. Com maior vida útil, contribui para a diminuição da produção e descarte de resíduos na natureza. E não possuem mercúrio como nas fluorescentes que, mesmo que em pequena quantidade, representa um risco para o meio ambiente.

Com tantas utilidades, a aceitação da tecnologia LED deverá crescer mais de 30% ao ano no Brasil. Estima-se que, em 2020, cerca de 70% do faturamento do setor de iluminação serão provenientes desses produtos, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). Com índices tão consideráveis, o governo precisou tomar medidas para proteger o consumidor.

Assim, em 17 de março de 2015, regulamentou o comércio de lâmpadas de LED no Brasil, publicando duas portarias que passaram a disciplinar a fabricação e a importação dos produtos com essa nova e moderna tecnologia. As duas portarias, 143 e 144, regulamentadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), tratam, respectivamente, dos aspectos técnicos da qualidade das lâmpadas de LED e do envolvimento dos fabricantes, importadores e lojistas quanto à comercialização. Em outras palavras, a partir da regulamentação, os fabricantes só poderão trazer ao Brasil lâmpadas de LED que estejam previamente certificadas e liberadas para importação em conformidade com as exigências.

Ainda de acordo com o Inmetro, além de segurança, estão sendo avaliadas também: a eficiência energética das lâmpadas LED – no âmbito do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) – e a durabilidade. Os critérios utilizados para comprovar a vida útil ficam por conta dos ensaios com alguns dos componentes das lâmpadas LED que permitem atestar a veracidade da informação de durabilidade informada pelo fabricante. Na verdade, segue o mesmo padrão da certificação aplicada hoje para as lâmpadas incandescentes e fluorescentes compactas.


Nós da Santil não só apoiamos a iniciativa, que trará benefícios incontáveis para o mercado, como também trabalhamos dentro das regras estipuladas, oferecendo ao consumidor o que de melhor há em tecnologia LED. Acreditamos que esse deve ser um compromisso de todos nós.