A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20)
vai reunir milhares de eventos paralelos e oficiais durante a sua
realização, de 13 a 22 de junho. Para o público conseguir acompanhar a
intensa programação que acontece em vários pontos da cidade do Rio de
Janeiro, para os 11 dias da Conferência, o Comitê Nacional de Organização
da Rio+20 (CNO) criou a Agenda Total, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
A ferramenta já está disponível para visualização do público, que pode informar-se sobre data, local, horário e tema de mais de 2 mil eventos
cadastrados. A ideia é que a Agenda seja alimentada diariamente pelos
editores de cada evento, que poderão atualizar as informações em tempo
real e fornecer mais dados para o público.
A programação de eventos da Agenda Total está dividida em quatro sub-agendas:
• Eventos oficiais
• Cúpula dos Povos
• Eventos paralelos
• Eventos culturais
Parte do conteúdo será restrito à imprensa e a alguns membros da
sociedade civil. Por meio de login e senha, será possível atualizar
informações, fazer upload de imagens em alta resolução, vídeos e documentos, além de assistir a transmissão à distância de palestras, debates e workshops.
Veículos de imprensa e outros interessados em acessar a área de intranet devem enviar um email para janaina@agendatotal.org.
A Agenda Total também pode ser encontrada nos totens da Rio+20, espalhados por diversos pontos da cidade do Rio de Janeiro.
Acesse o site da Agenda Total .(http://www.agendatotal.org/)
quarta-feira, 13 de junho de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Programa Planeta Verde Liteman busca solução para o descarte incorreto de lâmpadas com mercúrio
Apenas 3% das lâmpadas de vapor de sódio e metálico produzidas no Brasil recebem descarte responsável
Por Ricardo Casarin
O Programa Planeta Verde Liteman, criado em agosto de 2011, tem o objetivo de alterar o cenário do País em relação ao descarte incorreto de lâmpadas que contém mercúrio.
O projeto da Liteman busca reciclar lâmpadas de vapor de sódio e metálico existentes no mercado, incluindo produtos de outras marcas. Atualmente, apenas 3% das 15 milhões de unidades produzidas por ano recebem descarte responsável no Brasil.
Segundo a gerente de estratégias comerciais da Liteman, Glaucia Sudan, o programa enfrenta dificuldades iniciais para que as informações cheguem ao cliente final. “Muitas vezes, as revendas podem não informar ao cliente final que aquela lâmpada tem um programa de reciclagem e que o cliente pode devolvê-la sem custo e receber o certificado de destinação responsável. Nós esperávamos que o resultado fosse maior, mas ele ainda não é expressivo”, conta Glaucia.
Glaucia também atribui a dificuldades a falta de uma cultura de reciclagem de lâmpadas no País: “As empresas que tem o ISO 14001 realmente se preocupam, nos procuram e estão envolvidas no processo. Mas em relação as demais empresas, sentimos que não existe um apelo muito forte, ainda não é uma cultura das empresas e dos usuários de lâmpadas de descarga que façam essa devolução voluntariamente”.
A gerente acredita que esse panorama só irá se alterar quando existir uma pressão legal maior sobre as empresas. “A Política Nacional de Resíduos Sólidos hoje existe como lei, mas não existe uma metodologia aplicável, não existe uma fiscalização e nem multas. Quando existir essa regulamentação, vai ocorrer um aumento de adesão ao processo”, afirma Glaucia.
Fonte: http://www.jornaldainstalacao.com.br/index.php?id_secao=1¬icia=11111
Por Ricardo Casarin
O Programa Planeta Verde Liteman, criado em agosto de 2011, tem o objetivo de alterar o cenário do País em relação ao descarte incorreto de lâmpadas que contém mercúrio.
O projeto da Liteman busca reciclar lâmpadas de vapor de sódio e metálico existentes no mercado, incluindo produtos de outras marcas. Atualmente, apenas 3% das 15 milhões de unidades produzidas por ano recebem descarte responsável no Brasil.
Segundo a gerente de estratégias comerciais da Liteman, Glaucia Sudan, o programa enfrenta dificuldades iniciais para que as informações cheguem ao cliente final. “Muitas vezes, as revendas podem não informar ao cliente final que aquela lâmpada tem um programa de reciclagem e que o cliente pode devolvê-la sem custo e receber o certificado de destinação responsável. Nós esperávamos que o resultado fosse maior, mas ele ainda não é expressivo”, conta Glaucia.
Glaucia também atribui a dificuldades a falta de uma cultura de reciclagem de lâmpadas no País: “As empresas que tem o ISO 14001 realmente se preocupam, nos procuram e estão envolvidas no processo. Mas em relação as demais empresas, sentimos que não existe um apelo muito forte, ainda não é uma cultura das empresas e dos usuários de lâmpadas de descarga que façam essa devolução voluntariamente”.
A gerente acredita que esse panorama só irá se alterar quando existir uma pressão legal maior sobre as empresas. “A Política Nacional de Resíduos Sólidos hoje existe como lei, mas não existe uma metodologia aplicável, não existe uma fiscalização e nem multas. Quando existir essa regulamentação, vai ocorrer um aumento de adesão ao processo”, afirma Glaucia.
Fonte: http://www.jornaldainstalacao.com.br/index.php?id_secao=1¬icia=11111
sexta-feira, 16 de março de 2012
10 dicas para uma casa sustentável
As teorias de que o mundo vai acabar em 2012 rolam soltas por aí. Pode até parecer bobagem se pensarmos em uma grande catástrofe que acabaria com toda a humanidade de uma só vez. Mas se pararmos para pensar em tantas tragédias naturais que estão acontecendo, vemos que algo está errado.
Tanta destruição tem uma grande participação da humanidade e o nosso papel é tentar diminuir tudo isso ao máximo. Gosto muito de ler sobre sustentabilidade e tento colocar muita coisa em prática, sei que não consigo ter atitudes corretas todo o tempo, mas vamos nos unir e tentar diminuir as agressões ao nosso planeta. Conto com você!
Para começar essa nossa jornada, confira algumas atitudes simples que você pode fazer em casa e na decoração, e que são muito úteis e ajudam o planeta, vamos lá:
1- Deixe o sol iluminar sua casa
A luz natural ajuda na economia de energia elétrica e torna o cômodo mais agradável.
A luz natural ajuda na economia de energia elétrica e torna o cômodo mais agradável.
2- Reutilize a água
Você é um dos que pensam que a água não vai acabar? Sinto-lhe informar, mas a previsão é que daqui a 25 anos, mais de 2 bilhões de pessoas não terão água para as suas necessidades vitais. Vamos preservar este líquido precioso. Já é possível, por exemplo, usar a água do banho em outras áreas da casa. Através de um sistema de tratamento, pode-se reutilizá-la também na descarga do vaso sanitário.
Você é um dos que pensam que a água não vai acabar? Sinto-lhe informar, mas a previsão é que daqui a 25 anos, mais de 2 bilhões de pessoas não terão água para as suas necessidades vitais. Vamos preservar este líquido precioso. Já é possível, por exemplo, usar a água do banho em outras áreas da casa. Através de um sistema de tratamento, pode-se reutilizá-la também na descarga do vaso sanitário.
3- Ecobags
Aquela inocente sacolinha plástica de supermercado demora cerca de 400 anos para se decompor no meio ambiente. Substituir estes monstros de plástico por ecobags, as famosas sacolas reutilizáveis está com tudo em muitos países e andando pelas ruas vejo que no Brasil já está virando realidade! Já é possível encontrar ecobags para todos os estilos, muito mais legal desfilar por ai com uma sacola estilosa!
Aquela inocente sacolinha plástica de supermercado demora cerca de 400 anos para se decompor no meio ambiente. Substituir estes monstros de plástico por ecobags, as famosas sacolas reutilizáveis está com tudo em muitos países e andando pelas ruas vejo que no Brasil já está virando realidade! Já é possível encontrar ecobags para todos os estilos, muito mais legal desfilar por ai com uma sacola estilosa!
4- Dê um gás no seu banho
Nesta dica vamos juntar duas coisas importantes, o consumo de água e luz durante o banho. Nada melhor do que um banho para relaxar, mas o chuveiro elétrico é o grande vilão nos gastos de energia, uma ótima opção é a utilização do aquecimento a gás.
Nesta dica vamos juntar duas coisas importantes, o consumo de água e luz durante o banho. Nada melhor do que um banho para relaxar, mas o chuveiro elétrico é o grande vilão nos gastos de energia, uma ótima opção é a utilização do aquecimento a gás.
Já o consumo de água é assustador, se você toma um banho de 15 minutos, saiba que você gasta em média 243 litros, enquanto a ONU diz que cada pessoa precisa de cerca de 110 litros de água por dia para a tender às necessidades de consumo e higiene. Ficou assustado? Eu também.
5- Lâmpadas de LED
Elas são mais caras que as convencionais, mas é preciso levar em conta o seu resultado no longo prazo. Esse tipo de lâmpada dura mais e consome menos energia. É um investimento que vale a pena.
Elas são mais caras que as convencionais, mas é preciso levar em conta o seu resultado no longo prazo. Esse tipo de lâmpada dura mais e consome menos energia. É um investimento que vale a pena.
6- Selo PROCEL
O Selo Procel é concedido anualmente, desde 1994, aos equipamentos que apresentam os melhores índices de eficiência energética dentro da sua categoria. Sua finalidade é estimular a fabricação nacional de produtos mais eficientes no item economia de energia, e orientar o consumidor a adquirir equipamentos mais econômicos.
O Selo Procel é concedido anualmente, desde 1994, aos equipamentos que apresentam os melhores índices de eficiência energética dentro da sua categoria. Sua finalidade é estimular a fabricação nacional de produtos mais eficientes no item economia de energia, e orientar o consumidor a adquirir equipamentos mais econômicos.
7- Separação de lixo
Separe o lixo para reciclagem. Apesar de haver coleta seletiva em muitas cidades, muito pouco ainda é feito neste sentido, vamos começar a colaborar!
Separe o lixo para reciclagem. Apesar de haver coleta seletiva em muitas cidades, muito pouco ainda é feito neste sentido, vamos começar a colaborar!
8- Lavar a calçada
Uma prática comum e nenhum pouco sustentável é varrer a calçada com água, imagine quanta água é desperdiçada. Na hora de lavar a calçada, varra com a vassoura, isso tira o grosso da sujeira e ajuda na economia da água. Quer ser mais amigo do meio ambiente? reutilize a água usada na máquina de lavar roupa, trocando a mangueira pelo balde, a economia vai ser gigante.
Uma prática comum e nenhum pouco sustentável é varrer a calçada com água, imagine quanta água é desperdiçada. Na hora de lavar a calçada, varra com a vassoura, isso tira o grosso da sujeira e ajuda na economia da água. Quer ser mais amigo do meio ambiente? reutilize a água usada na máquina de lavar roupa, trocando a mangueira pelo balde, a economia vai ser gigante.
9- Paredes que refletem
A luminosidade do ambiente pode ser potencializada através dos tons escolhidos para as paredes, cores mais claras ajudam a refletir a luz natural e tornam o ambiente mais claro e leve.
A luminosidade do ambiente pode ser potencializada através dos tons escolhidos para as paredes, cores mais claras ajudam a refletir a luz natural e tornam o ambiente mais claro e leve.
10- Tenha uma consciência ecológica
Você não precisa se tornar um eco chato, o legal é colocar estas atitudes no seu dia-a-dia, no início é preciso se policiar e ficar lembrando, mas depois tudo vai ficando natural. Simples atitudes de cada um, podem ajudar a tornar nosso planeta um lugar mais agradável.
Você não precisa se tornar um eco chato, o legal é colocar estas atitudes no seu dia-a-dia, no início é preciso se policiar e ficar lembrando, mas depois tudo vai ficando natural. Simples atitudes de cada um, podem ajudar a tornar nosso planeta um lugar mais agradável.
Fazendo a nossa parte, nós merecemos aproveitar um pouco de ar puro na área de lazer:
Fonte: http://www.lojaskdblog.com.br/blog/2012/01/13/10-dicas-para-uma-casa-sustentavel/?utm_source=twitter&utm_medium=midia_social&utm_content=&utm_campaign=blog
terça-feira, 13 de março de 2012
Governo lança novas modalidades de crédito para projetos ambientais
Com orçamento superior a R$ 300 milhões em 2012, serão apoiadas ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançaram, na primeira quinzena deste mês, novas modalidades de crédito para projetos ambientais. As operações estão previstas no Programa Fundo Clima (Fundo Clima), cujo orçamento pode atingir até 2014, recursos da ordem de R$ 1 bilhão.
A proposta é incentivar investimentos relevantes para que o Brasil atinja suas metas de redução de emissões de gases do efeito estufa, estabelecidas na Política Nacional sobre Mudança do Clima (Lei 12.187/2009). Para se ter uma ideia, a legislação propõe uma redução entre 36,1 % e 38,9% de suas emissões projetadas até 2020.
Pelas novas linhas serão apoiados projetos relacionados a ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, além de projetos de redução de emissões de gases do efeito estufa. O fundo dispõe de linhas de crédito não reembolsável e reembolsável, operadas respectivamente pelo MMA e pelo BNDES.
Os recursos não reembolsáveis atenderão ações de adaptação e mitigação, especialmente que atendam aos setores mais vulneráveis da sociedade. Já os reembolsáveis estão voltados para projetos de mitigação ligados prioritariamente aos planos setoriais e para ações de adaptação que tenham potencial de retorno financeiro e investimentos do setor público.
Espera-se com essa atuação abrangente, fazer com que o país reduza suas vulnerabilidades aos efeitos adversos da mudança do clima e prepare-se para competir em uma economia de baixo teor de carbono. "O Fundo Clima é um dos principais instrumentos da política brasileira de mudança do clima”, observou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante o lançamento das modalidades, no Rio de Janeiro, no dia 13 de fevereiro.
Os recursos do instrumento são provenientes da parcela de até 60% da Participação Especial do Petróleo, recebida pelo MMA. O limite para captação do instrumento, apenas por conta da participação especial, está estimado em aproximadamente R$ 750 milhões por ano.
Em 2011, o orçamento destinado às duas modalidades foi de R$ 230 milhões. Do total, R$ 30 milhões correspondem à parcela não reembolsável, que já entrou em vigor no ano passado, e R$ 200 milhões para a modalidade reembolsável, que estará disponível a partir de agora, com o lançamento da linha de crédito. Para 2012, o orçamento da parcela reembolsável é de R$ 360 milhões.
As aplicações reembolsáveis operadas pelo BNDES estão divididas em seis linhas de ação, organizadas nos subprogramas modais de transporte eficientes; máquinas e equipamentos eficientes; energias renováveis; resíduos com aproveitamento energético; carvão vegetal; e combate à desertificação.
Nesse escopo poderão ser financiados, por exemplo, projetos de transporte, que contribuam para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e de poluentes em veículos coletivos urbanos e de passageiros e que promovam a melhoria da mobilidade urbana nas regiões metropolitanas. Contarão com crédito, ainda, propostas de restauração de biomas e de atividades produtivas sustentáveis de madeiras nativas, fibras e frutos na região Nordeste.
As modalidades têm juros a partir de 2,5% ao ano, sendo definida de acordo com o subprograma. Os prazos de financiamento, também são variáveis e podem chegar a 25 anos, prazo máximo para empreendimentos de transporte urbano sobre trilhos. A participação do BNDES poderá ser de até 90% do valor dos itens financiáveis.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançaram, na primeira quinzena deste mês, novas modalidades de crédito para projetos ambientais. As operações estão previstas no Programa Fundo Clima (Fundo Clima), cujo orçamento pode atingir até 2014, recursos da ordem de R$ 1 bilhão.
A proposta é incentivar investimentos relevantes para que o Brasil atinja suas metas de redução de emissões de gases do efeito estufa, estabelecidas na Política Nacional sobre Mudança do Clima (Lei 12.187/2009). Para se ter uma ideia, a legislação propõe uma redução entre 36,1 % e 38,9% de suas emissões projetadas até 2020.
Pelas novas linhas serão apoiados projetos relacionados a ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, além de projetos de redução de emissões de gases do efeito estufa. O fundo dispõe de linhas de crédito não reembolsável e reembolsável, operadas respectivamente pelo MMA e pelo BNDES.
Os recursos não reembolsáveis atenderão ações de adaptação e mitigação, especialmente que atendam aos setores mais vulneráveis da sociedade. Já os reembolsáveis estão voltados para projetos de mitigação ligados prioritariamente aos planos setoriais e para ações de adaptação que tenham potencial de retorno financeiro e investimentos do setor público.
Espera-se com essa atuação abrangente, fazer com que o país reduza suas vulnerabilidades aos efeitos adversos da mudança do clima e prepare-se para competir em uma economia de baixo teor de carbono. "O Fundo Clima é um dos principais instrumentos da política brasileira de mudança do clima”, observou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante o lançamento das modalidades, no Rio de Janeiro, no dia 13 de fevereiro.
Os recursos do instrumento são provenientes da parcela de até 60% da Participação Especial do Petróleo, recebida pelo MMA. O limite para captação do instrumento, apenas por conta da participação especial, está estimado em aproximadamente R$ 750 milhões por ano.
Em 2011, o orçamento destinado às duas modalidades foi de R$ 230 milhões. Do total, R$ 30 milhões correspondem à parcela não reembolsável, que já entrou em vigor no ano passado, e R$ 200 milhões para a modalidade reembolsável, que estará disponível a partir de agora, com o lançamento da linha de crédito. Para 2012, o orçamento da parcela reembolsável é de R$ 360 milhões.
As aplicações reembolsáveis operadas pelo BNDES estão divididas em seis linhas de ação, organizadas nos subprogramas modais de transporte eficientes; máquinas e equipamentos eficientes; energias renováveis; resíduos com aproveitamento energético; carvão vegetal; e combate à desertificação.
Nesse escopo poderão ser financiados, por exemplo, projetos de transporte, que contribuam para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e de poluentes em veículos coletivos urbanos e de passageiros e que promovam a melhoria da mobilidade urbana nas regiões metropolitanas. Contarão com crédito, ainda, propostas de restauração de biomas e de atividades produtivas sustentáveis de madeiras nativas, fibras e frutos na região Nordeste.
As modalidades têm juros a partir de 2,5% ao ano, sendo definida de acordo com o subprograma. Os prazos de financiamento, também são variáveis e podem chegar a 25 anos, prazo máximo para empreendimentos de transporte urbano sobre trilhos. A participação do BNDES poderá ser de até 90% do valor dos itens financiáveis.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançaram, na primeira quinzena deste mês, novas modalidades de crédito para projetos ambientais. As operações estão previstas no Programa Fundo Clima (Fundo Clima), cujo orçamento pode atingir até 2014, recursos da ordem de R$ 1 bilhão.
A proposta é incentivar investimentos relevantes para que o Brasil atinja suas metas de redução de emissões de gases do efeito estufa, estabelecidas na Política Nacional sobre Mudança do Clima (Lei 12.187/2009). Para se ter uma ideia, a legislação propõe uma redução entre 36,1 % e 38,9% de suas emissões projetadas até 2020.
Pelas novas linhas serão apoiados projetos relacionados a ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, além de projetos de redução de emissões de gases do efeito estufa. O fundo dispõe de linhas de crédito não reembolsável e reembolsável, operadas respectivamente pelo MMA e pelo BNDES.
Os recursos não reembolsáveis atenderão ações de adaptação e mitigação, especialmente que atendam aos setores mais vulneráveis da sociedade. Já os reembolsáveis estão voltados para projetos de mitigação ligados prioritariamente aos planos setoriais e para ações de adaptação que tenham potencial de retorno financeiro e investimentos do setor público.
Espera-se com essa atuação abrangente, fazer com que o país reduza suas vulnerabilidades aos efeitos adversos da mudança do clima e prepare-se para competir em uma economia de baixo teor de carbono. "O Fundo Clima é um dos principais instrumentos da política brasileira de mudança do clima”, observou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante o lançamento das modalidades, no Rio de Janeiro, no dia 13 de fevereiro.
Os recursos do instrumento são provenientes da parcela de até 60% da Participação Especial do Petróleo, recebida pelo MMA. O limite para captação do instrumento, apenas por conta da participação especial, está estimado em aproximadamente R$ 750 milhões por ano.
Em 2011, o orçamento destinado às duas modalidades foi de R$ 230 milhões. Do total, R$ 30 milhões correspondem à parcela não reembolsável, que já entrou em vigor no ano passado, e R$ 200 milhões para a modalidade reembolsável, que estará disponível a partir de agora, com o lançamento da linha de crédito. Para 2012, o orçamento da parcela reembolsável é de R$ 360 milhões.
As aplicações reembolsáveis operadas pelo BNDES estão divididas em seis linhas de ação, organizadas nos subprogramas modais de transporte eficientes; máquinas e equipamentos eficientes; energias renováveis; resíduos com aproveitamento energético; carvão vegetal; e combate à desertificação.
Nesse escopo poderão ser financiados, por exemplo, projetos de transporte, que contribuam para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e de poluentes em veículos coletivos urbanos e de passageiros e que promovam a melhoria da mobilidade urbana nas regiões metropolitanas. Contarão com crédito, ainda, propostas de restauração de biomas e de atividades produtivas sustentáveis de madeiras nativas, fibras e frutos na região Nordeste.
As modalidades têm juros a partir de 2,5% ao ano, sendo definida de acordo com o subprograma. Os prazos de financiamento, também são variáveis e podem chegar a 25 anos, prazo máximo para empreendimentos de transporte urbano sobre trilhos. A participação do BNDES poderá ser de até 90% do valor dos itens financiáveis.
A proposta é incentivar investimentos relevantes para que o Brasil atinja suas metas de redução de emissões de gases do efeito estufa, estabelecidas na Política Nacional sobre Mudança do Clima (Lei 12.187/2009). Para se ter uma ideia, a legislação propõe uma redução entre 36,1 % e 38,9% de suas emissões projetadas até 2020.
Pelas novas linhas serão apoiados projetos relacionados a ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, além de projetos de redução de emissões de gases do efeito estufa. O fundo dispõe de linhas de crédito não reembolsável e reembolsável, operadas respectivamente pelo MMA e pelo BNDES.
Os recursos não reembolsáveis atenderão ações de adaptação e mitigação, especialmente que atendam aos setores mais vulneráveis da sociedade. Já os reembolsáveis estão voltados para projetos de mitigação ligados prioritariamente aos planos setoriais e para ações de adaptação que tenham potencial de retorno financeiro e investimentos do setor público.
Espera-se com essa atuação abrangente, fazer com que o país reduza suas vulnerabilidades aos efeitos adversos da mudança do clima e prepare-se para competir em uma economia de baixo teor de carbono. "O Fundo Clima é um dos principais instrumentos da política brasileira de mudança do clima”, observou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante o lançamento das modalidades, no Rio de Janeiro, no dia 13 de fevereiro.
Os recursos do instrumento são provenientes da parcela de até 60% da Participação Especial do Petróleo, recebida pelo MMA. O limite para captação do instrumento, apenas por conta da participação especial, está estimado em aproximadamente R$ 750 milhões por ano.
Em 2011, o orçamento destinado às duas modalidades foi de R$ 230 milhões. Do total, R$ 30 milhões correspondem à parcela não reembolsável, que já entrou em vigor no ano passado, e R$ 200 milhões para a modalidade reembolsável, que estará disponível a partir de agora, com o lançamento da linha de crédito. Para 2012, o orçamento da parcela reembolsável é de R$ 360 milhões.
As aplicações reembolsáveis operadas pelo BNDES estão divididas em seis linhas de ação, organizadas nos subprogramas modais de transporte eficientes; máquinas e equipamentos eficientes; energias renováveis; resíduos com aproveitamento energético; carvão vegetal; e combate à desertificação.
Nesse escopo poderão ser financiados, por exemplo, projetos de transporte, que contribuam para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e de poluentes em veículos coletivos urbanos e de passageiros e que promovam a melhoria da mobilidade urbana nas regiões metropolitanas. Contarão com crédito, ainda, propostas de restauração de biomas e de atividades produtivas sustentáveis de madeiras nativas, fibras e frutos na região Nordeste.
As modalidades têm juros a partir de 2,5% ao ano, sendo definida de acordo com o subprograma. Os prazos de financiamento, também são variáveis e podem chegar a 25 anos, prazo máximo para empreendimentos de transporte urbano sobre trilhos. A participação do BNDES poderá ser de até 90% do valor dos itens financiáveis.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Certificado ISO 14001 - Cemar Legrand
A Cemar Legrand, empresa do Grupo Legrand, conquistou o certificado ISO 14001, afirmando o compromisso que a empresa tem com o meio ambiente. A certificação foi conquistada após investimentos em adaptações na estrutura da empresa, além de estudo detalhado para a implantação do conceito de controle ambiental envolvendo colaboradores, fornecedores e clientes.
Foi necessário ajustar algumas práticas da empresa, inclusive nas decisões e desenvolvimento de produtos, além de identificar as situações de emergência ambiental que porventura poderão acontecer. Todos os colaboradores passaram por um trabalho de conscientização para modificar a cultura da empresa em relação ao tema.
Segundo o diretor da fábrica da Cemar, Odacyr J. Bortolozzo, a partir de agora a visão de todos os colaboradores e terceiros será diferente em relação ao meio ambiente.
"Cada um, a partir de agora, vai desempenhar suas atividades de forma racional, desenvolvendo suas atividades pensando na redução de geração de resíduos, do não desperdício da água e energia elétrica, além de separar corretamente os resíduos e saber o impacto que cada ação gera para o meio ambiente, não só para a empresa, mas para sua vida", salienta.
A ISO 14001 é uma norma internacional reconhecida que define o que deve ser feito para estabelecer um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) efetivo. A norma é desenvolvida com objetivo de criar o equilíbrio entre a manutenção da rentabilidade e a redução do impacto ambiental com o comprometimento de toda a organização.
Fonte: Revista ABREME Potência, ANO 8 Nº 78 pág. 9
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
ecofolião - Carnaval consciente
O Instituto Akatu elaborou uma lista muito bacana com dicas para que a folia de Carnaval seja boa para você, pra quem não gosta da festa e, também, para o planeta
O carnaval é um período de muita alegria e diversão, mas também de consumo exagerado. O feriado, as viagens e as festas acabam representando um gasto maior de combustível, de eletricidade, de fantasias e, é claro, de bebidas.
Na quarta-feira de cinzas, tudo isso deixa muito mais que saudades, deixa um monte de resíduos e uma conta ambiental alta a ser paga pelo planeta. Por isso, o Insituto Akatu para o Consumo Consciente elaborou 10 dicas para você curtir o carnaval sem descuidar da consciência ambiental e social.
1. Produza menos lixo
Para você ter uma idéia de como o carnaval produz lixo adicional ao usual, só na cidade de Salvador são recolhidas 1.500 toneladas a mais de lixo nos dias 6 dias de festas. Isto gera um alto custo extra de coleta para as prefeituras, pago com recursos públicos que poderiam ser investidos, por exemplo, para maior segurança no próximo carnaval.
2. Jogue o lixo no lixo
No carnaval, o lixo acumulado nas ruas entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Portanto, no carnaval, mais do que nunca, jogue o lixo exclusivamente no lixo.
3. Reutilize as fantasias
As fantasias de carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Portanto, para evitar o desperdício, nada melhor do que reutilizá-las, trocá-las com amigos, reciclá-las.
4. Cuidado com os excessos
O consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes e pelos altos níveis de violência no carnaval. Não passe da conta neste carnaval, consuma bebidas e alimentos com moderação, protegendo a sua saúde e a integridade física de todos.
5. Seja um turista consciente
Se você for viajar no carnaval, procure minimizar os impactos ambientais de sua viagem, respeite os costumes dos lugares visitados, prestigie a cultura e a economia locais.
6. Gaste menos combustível
Prefira transportes com menor consumo de combustível fóssil, o principal responsável pelo aquecimento global. Entre o avião e o carro, prefira o carro. Entre o carro e o ônibus, fique com o último. E aproveite os dias livres para andar de bicicleta e a pé.
7. Tire os equipamentos da tomada
Antes de viajar, não se esqueça de tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como TV, DVD, microondas e carregador de bateria. O modo "stand-by", que fica acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada, é responsável por até 25% da energia consumida por esses equipamentos.
8. Não desperdice água
O carnaval é a época em que muitas cidades, em especial as turísticas, enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do aumento excessivo de consumo. Portanto, se você já é um consumidor consciente de água, redobre os cuidados no carnaval. Evite as brincadeiras que implicam em desperdício, tome banhos mais curtos, desligue o chuveiro na hora de se ensaboar.
9. Aproveite a cidade vazia
Se sua cidade não for destino de foliões, e se você não for viajar, aproveite a tranqüilidade e o tempo livre em atividades que não custam dinheiro e não consomem recursos naturais: caminhadas, visitas a parques, museus e centros culturais, maior convívio com a família.
10 . Divulgue o consumo consciente
Durante o carnaval, se você presenciar casos de desrespeito aos preceitos que orientam essas dicas do Akatu, não hesite em orientar as pessoas. Sempre que tiver oportunidade, divulgue os princípios do consumo consciente. Contribua para que o carnaval seja cada vez mais uma época de alegria e paz e não de violência e ameaça ao equilíbrio do planeta.
Fonte: Site Planeta Sustentável - http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_268368.shtml
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Oportunidade sustentável
As empresas estão abrindo espaço para quem se dedica a entender de sustentabilidade
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| Stephanie Theuer, 24 anos, da Econergy, em Belo Horizonte: negociação dos créditos de carbono |
Todos os dias a engenheira paulistana Stephanie Theuer, de 24 anos, sai de casa para salvar o mundo. Ao menos é assim que ela se sente ao ir para o trabalho na Econergy, empresa que atua com projetos de venda de créditos de carbono, com escritório em Belo Horizonte.
Esse é um mercado em que há negociação entre companhias de países que se comprometeram com o Protocolo de Kyoto, assinado por 189 nações, a reduzir em 5% as emissões mundiais de gás carbônico. Quem não atinge a meta tem a chance de comprar créditos de outros países que já desenvolveram projetos e reduziram suas emissões.
Stephanie trabalha na área de captação de projetos e fechamento de contratos com empresas que querem desenvolver práticas sustentáveis. "Vim para fazer um estágio e passar alguns meses, já que sustentabilidade não era o meu foco, mas me apaixonei pelo assunto e não pretendo sair daqui." Ela até passou a ministrar palestras sobre créditos de carbono no Brasil e no exterior depois que começou a trabalhar na área.
A carreira de Stephanie está deixando de ser uma raridade. O próprio conceito de sustentabilidade também. Aliás, está em tudo quanto é anúncio de empresa- até daquelas que não têm a mínima noção do que isso significa.
É natural esse interesse maior das companhias pelo tema, por consciência ou necessidade de mercado. Por conseqüência, qualquer profissional que queira crescer e ter oportunidades hoje precisa incluir essa idéia em seu dia-a-dia de trabalho.
Não estamos falando de reciclagem de lixo.Uma empresa sustentável não é aquela que apenas reaproveita água. É a que, além disso, tem uma postura ética e de colaboração em relação a comunidade, clientes, funcionários e fornecedores.
Do mesmo jeito, não basta economizar papel para ser um profissional sustentável. É preciso manter uma postura de respeito à diversidade, ao meio ambiente, aos valores da comunidade. Inclui até usar bem o dinheiro que você ganha.
SEM MODISMOS
Estabelecer ações sustentáveis e duradouras entre as empresas e quem gira em torno delas é uma das funções que os novos profissionais da área têm pela frente. Iniciativas que não devem ser passageiras nem parecer guiadas por modismos.
Estabelecer ações sustentáveis e duradouras entre as empresas e quem gira em torno delas é uma das funções que os novos profissionais da área têm pela frente. Iniciativas que não devem ser passageiras nem parecer guiadas por modismos.
Simplesmente porque resultam de um fato que se tornou impossível de ignorar."Há dez anos, sustentabilidade era um assunto importante, mas visto como uma forma romântica de mobilização. Hoje é urgente e está baseado no consenso da mudança climática", diz o cientista político Sérgio Abranches, diretor da O Eco, organização não-governamental ligada à melhoria das condições ambientais, e professor do Instituto Coppead de Administração da UFRJ. Em outras palavras, é agir rapidamente ou ver os recursos naturais desaparecerem em poucas décadas.
Por ora, o que parte das empresas faz é criar áreas responsáveis pelas ações de sustentabilidade e cidadania empresarial. Ou elege profissionais de diversos departamentos para cuidar do assunto e incluir a pauta nas metas de negócios.
É justamente essa mudança que está criando um novo mercado para quem se interessa pelo assunto. A Serasa, empresa que faz análise de crédito, criou um departamento para implantar práticas sustentáveis na companhia, onde trabalham 113 pessoas com deficiência.
"A área começou há oito anos, com o nome de Responsabilidade Social, e agora engloba a Gestão da Cultura Organizacional", diz Tomás Carmona, gerente do departamento.
A Takaoka Empreendimentos, do mercado de construção civil em São Paulo, também criou uma área para difundir os conceitos de sustentabilidade em seus corredores. Um comitê formado por três pessoas, dois engenheiros civis e um ambientalista, trabalha com consultorias ambientais para a implantação de novos projetos de condomínios residenciais sustentáveis.
Algumas das ações adotadas foram o plantio de 150 mil árvores num condomínio, uso de madeira certificada e uma estação de tratamento de esgoto capaz de devolver ao meio ambiente água limpa o suficiente para ser tratada convencionalmente e tornar-se potável.
INVISTA EM FORMAÇÃO
Para se tornar um especialista no assunto e conseguir papel de destaque na empresa, é preciso mais do que interesse."Tem que acreditar, ter vivência, prática e bagagem", diz Tomás, que tem o objetivo de inserir o conceito em todas as áreas da Serasa. Por isso, Tomás trabalha com cientistas sociais, psicólogos e analistas. "Fazer cursos é importante porque cria networking e permite conviver com pessoas da área", diz.
Para se tornar um especialista no assunto e conseguir papel de destaque na empresa, é preciso mais do que interesse."Tem que acreditar, ter vivência, prática e bagagem", diz Tomás, que tem o objetivo de inserir o conceito em todas as áreas da Serasa. Por isso, Tomás trabalha com cientistas sociais, psicólogos e analistas. "Fazer cursos é importante porque cria networking e permite conviver com pessoas da área", diz.
A Fundação Getulio Vargas de São Paulo oferece um curso de dois anos que engloba 16 disciplinas e forma cerca de 30 alunos por turma desde 2005. Geralmente, os inscritos, entre 30 e 40 anos, trabalham no setor privado, têm nível de gerência e já atuam na área de sustentabilidade em sua empresa.
A Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte, oferece um programa voltado exclusivamente para o assunto: Gestão Responsável para a Sustentabilidade. Dura oito dias, que são divididos em quatro módulos presenciais intercalados com atividades à distância.
O programa está em sua quinta turma, com dirigentes e gestores de diversas áreas. A idade desses alunos varia de 28 a 60 anos e 62% são mulheres. Na primeira edição, não foi identificado nenhum aluno que já trabalhasse na área. Mas, em 2007, 34% dos inscritos já atuavam em departamentos voltados para sustentabilidade, o que comprova o aumento da preocupação das organizações com a melhora das condições do planeta.
NO FUTURO, TUDO MUDA
Trabalhar com sustentabilidade é a profissão do futuro? Toda empresa terá um departamento para cuidar do assunto? Não exatamente. Consultores de carreira e especialistas explicam que:
Trabalhar com sustentabilidade é a profissão do futuro? Toda empresa terá um departamento para cuidar do assunto? Não exatamente. Consultores de carreira e especialistas explicam que:
1. Independentemente da profissão, você terá de dominar o assunto e tomar decisões pautadas pelo conceito de sustentabilidade. "Isso exige uma formação diferenciada", diz Mario Monzoni, coordenador do Centro de Estudos em Sustentabilidade, da Fundação Getulio Vargas de São Paulo.
2. Em relação aos departamentos, poderão ser extintos. Mas hoje é cedo demais para fazer uma afirmação dessas."As áreas tendem a crescer e podem desaparecer conforme a empresa incorporar o conceito", diz Clarissa Lins, diretora da Federação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável.
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_251245.shtml?func=1&pag=1&fnt=9pt
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