quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Como é feita a reciclagem de pilhas e baterias

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/pops/como-e-feita-a-reciclagem-de-pilhas-e-baterias-900-info.shtml

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Dimensione corretamente os condutores



Quando devo usar um fio mais grosso e quando posso usar um fio mais fino? Bom, o fio mais grosso é caro, por isto eu uso o mais fino…

Esta é uma dúvida que muitos de vocês devem fazer ao se deparar com uma instalação elétrica nova ou uma reforma da instalação elétrica pela frente, não é mesmo?

Pois bem, vamos tentar elucidar isso. Um condutor de uma determinada seção tem a capacidade de conduzir uma determinada corrente em determinada condição de instalação. Por exemplo, um condutor com seção de 1,5mm2 em PVC, poderá conduzir uma corrente de até 15 amperes, se instalado em um eletroduto embutido com um único circuito, em uma temperatura de até 40 graus Celsius, por um percurso não maior que 20 metros. (estes valores são hipotéticos e servem apenas para exemplificar).

Se nesta mesma condição, instalarmos mais dois circuitos no mesmo eletroduto, a condição vai mudar e o condutor passará a ser capaz de conduzir somente 13 amperes. Isto se dá pela influência de temperatura e dissipação dos demais condutores, ou seja, quando você instala mais dois circuitos no mesmo eletroduto a temperatura ambiente do eletroduto subirá e então o isolamento precisará de mais folga para lidar com isto.

Se ao invés de passar 13 amperes, o circuito passar 15, como na condição anterior, ele poderá esquentar e provavelmente perderá seu isolamento podendo colocar em risco sua instalação iniciando um incêndio.

Este é um dos motivos pelos qual o dimensionamento correto de um condutor deve ser realizado em todas as instalações, pois neste dimensionamento é realizado um estudo de todos os parâmetros necessários para que a seção, ou bitola como é conhecida, seja adequada para a condição e não coloque em risco a instalação elétrica, tão pouco os usuários.

Outro benefício que se tem no dimensionamento correto é em relação à economia de energia elétrica, que é diminuída a medida que o dimensionamento do condutor é correto, e este é um ganho que não podemos deixar de obter certo?

Então ficam as dicas:

•    Não reduza a seção do condutor sem antes contratar um profissional habilitado para elaborar o projeto e definir a seção adequada;
•    Não aumente a corrente que passa por um condutor instalando mais equipamentos na mesma tomada, pois este pode aquecer e iniciar um incêndio;
•    Use, sempre que possível, uma seção maior do que a recomendada, pois assim você estará com sua instalação segura e ainda de quebra economiza energia.

Lembre-se: Um condutor bem dimensionado é garantia de segurança para todos.

Fonte: http://programacasasegura.org/br/artigos/dimensione-corretamente-os-condutores/

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Estudantes brasileiros constroem casa de garrafa PET


Uma casa ecologicamente correta, que oferece maior conforto térmico e ainda é mais barata que uma construção tradicional em alvenaria. Esse foi o projeto CASA PET, que rendeu a conquista do 5º Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários 2013 para uma equipe dez alunos da FATEC de Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

A ideia, nascida em 2012, começou a ganhar forma quando o grupo de estudantes – monitorados por três professores – se inscreveu e venceu em 2013 a quinta edição do concurso com o projeto da CASA PET. “Fomos premiados e, com isso, ganhamos R$ 30 mil para transformar a proposta em realidade no prazo de um ano. Sem dúvida, um desafio ainda maior”, conta a estudante Adriana Roberta Mendonça.
Com o troféu na mão e o dinheiro na conta, a equipe colocou a mão na massa. Em outubro de 2013, os alunos iniciaram a construção de uma casa de 24m² – incluindo uma sacada – no campus da FATEC de Presidente Prudente, com o uso de 4 mil garrafas PET preenchidas com areia lavada e solo cimento (uma mistura de terra com 10% de cimento), que substituíram os tijolos desde as fundações até o teto. A estrutura da edificação, como as colunas de sustentação, é a mesma de uma residência de alvenaria. “Da maneira como foi feita, a obra fica tão resistente quanto as casas comuns”, explica a professora Camila Pires Cremasco Gabriel, da UNESP de Tupã, uma das coordenadoras do projeto.

Além da reciclagem das embalagens PET, outro grande benefício do projeto implementado pelos alunos da FATEC é a economia. Enquanto uma obra com as mesmas medidas erguida com tijolos gasta 10 sacos de cimento, a CASA PET só precisa de quatro. Contabilizando a mão de obra, material e acabamento (pintura, instalações elétrica e hidráulica) o custo foi de R$ 15 mil, ou seja, 30% a menos do que seria gasto em um projeto igual com uso dos materiais tradicionais.
“O projeto CASA PET é de fundamental importância, pois prova que uma construção ecologicamente correta feita de embalagens PET é uma alternativa econômica viável e que pode ser utilizada por pessoas de baixa renda”, avalia Camila.

As vantagens não param ai. Além da economia, a estimativa é que os cômodos que substituem tijolos por garrafas PET sejam 20% mais frescos. Isso porque as paredes são bem mais espessas: 35 cm de largura, enquanto as convencionais têm, em média, 13 cm. “Com a obra concluída e entregue, o grupo de estudantes começa agora a fase de medições de temperatura dentro da residência, com o objetivo de comprovar esta tese. Esse trabalho deverá ser concluído no segundo semestre de 2015”, completa Camila.
Desde sua criação, o Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários já ajudou a tirar do papel várias ideias inovadoras. Uma delas, por exemplo, é o Projeto Bambu, desenvolvido por alunos da UNESP de Bauru, com o objetivo de capacitar agricultores da cadeia produtiva do bambu a gerarem renda por meio da produção de artesanato. A 6º edição do concurso ocorrerá no primeiro semestre de 2015 para estudantes universitários de todo o país.

Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/estudantes-brasileiros-constroem-casa-de-garrafa-pet

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Horário de Verão


A temporada 2014/2015 do horário de verão começou no dia 19 de outubro de 2014 e terminará à zero hora do dia 22 de fevereiro de 2015. Será adotado em dez estados brasileiros e no Distrito Federal, que adiantaram os relógios em uma hora.
O horário de verão tem o objetivo de reduzir o consumo de energia, já que se torna possível aproveitar melhor as horas de sol. As alterações são significativas na economia e afetam também o lado social da população.
Outra vantagem é o aumento da segurança do sistema elétrico e maior flexibilidade para a realização de manutenções, além de redução da pressão sobre o meio ambiente e nas tarifas cobradas pelo serviço. O horário de verão foi aplicado no Brasil pela primeira vez no verão de 1931/1932.
A medida é adotada sempre nesta época do ano, quando os dias são mais longos por causa da posição da Terra em relação ao Sol. No fim do ano, há também um aumento na demanda por energia, resultante do calor e do crescimento da produção industrial devido ao Natal.
Mas para que seja eficaz, é importante que cada um faça a sua parte e ajude a preservar este recurso tão fundamental que é a eletricidade. Adote medidas simples e altere um pouco os hábitos de consumo e confira a diferença!
Alterações no relógio biológico
Em condições normais, os diversos ritmos do nosso organismo estão sincronizados entre si, assim como claro/escuro ambiental. Com a mudança de fusos horários, o corpo tende a adaptar seus ritmos ao novo horário, causando uma desordem temporal interna, que após alguns dias tende a ser resolvida.
Durante essa fase, o indivíduo pode experimentar sensações como mal-estar, dificuldade para dormir no horário habitual, sonolência diurna e até mesmo alterações de humor e de hábitos alimentares.
Origens
O Horário de Verão surgiu em 1784 nos Estados Unidos, criado por Benjamin Franklin, antes mesmo de se existir a luz elétrica! Mas sua ideia não sensibilizou o governo americano e o primeiro país a adotar oficialmente o horário de verão foi a Alemanha, durante a Primeira Guerra Mundial.
No Brasil foi instituído pela primeira em 1931 pelo então presidente Getúlio Vargas e voltou a ser aplicado nos dois anos seguintes, retornando apenas dezesseis anos depois (1949), quando mais quatro edições foram realizadas. Nos anos 60 a medida vigorou por cinco anos seguidos (de 1963 a 1968) e desde 1985 vem sendo adotada sem interrupções. Definido pelo governo federal, o horário de verão começa em outubro ou no início de novembro e termina em fevereiro. Neste período, os relógios são adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste
Fonte: .http://programacasasegura.org/br/economia/horario-de-verao-vamos-economizar/

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Eletricidade e os cuidados em casa



Com eletricidade não se brinca. Todos os dias estamos sujeitos a levar choques elétricos ou causar acidentes devido ao mau uso da energia elétrica. Para evitar tudo isso, indicamos aqui algumas medidas bem simples, mas que são negligenciadas por grande parte das pessoas. Fique ligado!
  • Quando for trocar uma lâmpada, desligue o disjuntor;
  • Não sobrecarregue as instalações elétricas;
  • Nunca coloque mais de dois aparelhos elétricos em uma só tomada;
  • Evite o uso de “Ts” ou benjamins;
  • Ligue o fio terra em qualquer equipamento elétrico;
  • Use dispositivos de segurança nas tomadas e não deixe aparelhos elétricos ao alcance das crianças;
  • Leia atentamente as instruções do fabricante ao instalar aparelhos elétricos;
  • Feche a água pelo registro antes de mudar a chave seletora quente/frio do chuveiro ou da torneira elétrica;
  • Nunca puxe o fio para desligar um aparelho da tomada;
  • Limpe os eletrodomésticos só depois de retirá-los da tomada;
  • Verifique se os aparelhos elétricos não estão com os fios desencapados;
  • Jamais coloque roupas na parte traseira do seu refrigerador;
  • Não mexa na parte interna de uma TV ou vídeo cassete, mesmo que eles estejam desligados. A carga elétrica fica acumulada em algumas partes do aparelho;
  • Ao usar cortador de gramas elétrico, fique atento ao fio de energia do aparelho para que ele não seja atingido pela hélice;
  • Não permita que seu filho solte pipa ou pandorga próximo às redes elétricas;
  • Cuidado com instalações elétricas em lugares úmidos, como lavanderias, garagens e jardins;
  • Se as lâmpadas ou aparelhos elétricos de sua residência queimam com freqüência, os disjuntores desarmam ou as tomadas e os fios estão ficando quentes, chame um eletricista qualificado;
  • Somente pessoas com conhecimento técnico devem executar trabalhos em instalações elétricas.
Fonte: http://programacasasegura.org/br/seguranca/cuidados-em-casa/

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Nobel premia inventores do LED azul




Uma invenção que promete revolucionar a forma como o mundo ilumina suas casas e escritórios - e já está ajudando a criar as telas brilhantes de telefones celulares, computadores e TVs - rendeu ontem o prêmio Nobel de Física a dois cientistas japoneses e um americano nascido no Japão.
Ao inventar um novo tipo de diodo emissor de luz (LED), eles superaram um obstáculo crucial à criação de uma luz branca muito mais eficiente do que as lâmpadas incandescentes ou fluorescentes. Agora, LEDs estão por toda parte e especialistas dizem que sua utilização só vai crescer. "As lâmpadas incandescentes iluminaram o séc. XX; o séc. XXI será iluminado por lâmpadas LED", disse a comissão do Nobel ao anunciar o prêmio aos japoneses Isamu Akasaki e Hiroshi Amano, e Shuji Nakamura, naturalizado americano.
Nakamura, 60, é professor na Universidade da Califórnia. Akasaki, 85, é professor na Universidade Meijo e na Universidade Nagoya, no Japão, ao passo que Amano, 54 anos, é também professor na Universidade Nagoya. Akasaki e Amano realizaram suas invenções enquanto trabalhavam em Nagoya, enquanto Nakamura trabalhava independentemente na empresa japonesa Nichia Chemicals.
Em 2005, Nakamura processou a Nichia, numa disputa pelos direitos sobre a descoberta. Inicialmente a empresa havia pago ao cientista aproximadamente US$ 185, mas após acordo na Justiça japonesa, Nakamura recebeu US$ 8 milhões.
Antes, cientistas eram capazes de usar LEDs para produzir luz vermelha e verde. Mas era preciso também um LED azul para compor a luz branca. Os três novos prêmios Nobel criaram LEDs azuis.
Estima-se que a participação de iluminação por LED em casas, escritórios, ruas e indústrias está se aproximando de 10% nos EUA. Dentro de cinco anos, essa fração provavelmente suplantará 30%, à medida que os preços caírem.
A comissão premiadora do Nobel observou que para as pessoas sem acesso a redes de eletricidade, as lâmpadas baseadas em LEDs podem ser viáveis para ser usadas com energia solar barata porque consomem muito pouca energia. A comissão também disse que a eficiência dos LEDs ajuda a economizar os recursos naturais da Terra, porque cerca de um quarto do consumo mundial de eletricidade é utilizado para iluminação.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

"Cada litro de óleo usado contamina 20 mil litros de água potável”



O refugo que descartamos daquilo que usamos é um dos problemas mais graves enfrentados pela população mundial nos dias de hoje. Os diversos processos de reciclagens disponibilizados, tem ajudado muito, nas melhorias; ambiental e social. Armazenar corretamente e entregar ao coletador credenciado o óleo vegetal que você utiliza na sua cozinha e descarta na pia, além de preservar o meio-ambiente e consequentemente a sua saúde, você exerce um ato de cidadania, contribuindo com o serviço de saneamento básico da sua cidade. E você é recompensado por isso. 

Para evitar que o óleo de cozinha usado seja lançado na rede de esgoto, cidades, instituições e pessoas de todo o mundo têm criado métodos para reciclar o produto. As possibilidades são muitas: produção de resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e até biodiesel. A era do petróleo parece viver seus últimos 50 anos. Se ele continuar sendo usado da forma como é hoje, que aliás vai muito além de fazer asfalto, esse recurso simplesmente irá acabar.

Um indicativo de que esta previsão é correta é o preço dos combustíveis derivados que, como você pode ter reparado com o decorrer dos anos, só aumenta. Para resolver esse problema em particular, Haifang  Wen, professor assistente de Engenharia Civil na Universidade Estadual de Washington, nos Estados Unidos, parece ter encontrado uma solução brilhante, ele desenvolveu um jeito de usar óleo de cozinha para fazer um novo tipo de asfalto, tão eficiente quanto o que conhecemos hoje. A reutilização excessiva do óleo de cozinha de alimentos por restaurantes produz elementos tóxicos que podem causar doenças degenerativas, cardiovasculares e envelhecimento precoce, segundo o pesquisador Márcio Antônio Mendonça, do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília (UnB). Mendonça analisou o óleo de fritura de quatro restaurantes do Distrito Federal, que servem quatro mil refeições por dia. 

O pesquisador constatou que, o óleo por porção, chegava a apresentar acidez quatro vezes maior que o percentual de 0,3% permitido ao produto quando sai da fábrica. O índice de gordura saturada, acrescentou, também era três vezes maior do que o estabelecido pela lei. “O óleo perde seus constituintes naturais com a reutilização e forma compostos tóxicos, prejudiciais à saúde” afirmou Mendonça.

O consumo de óleo no país é de quinze litros por brasileiro, no ano. O óleo quando vai para a galeria de esgoto funciona como uma cola, aí vai juntando tudo. Um fiozinho de cabelo, fio dental, um pedacinho de plástico, tudo isso fica concentrado, forma-se uma massa e acaba entupindo a rede de esgoto. Todo dia, em pelo menos trinta pontos de São Paulo é feita uma limpeza para retirar o óleo grudado na galeria, "que chega a ficar realmente entupida e isso pode provocar o que se chama de refluxo, ou seja, o esgoto retornar a residência causando incomodo, mau cheiro, etc”, diz Marcelo Morgado, engenheiro químico - Sabesp.

Para ter uma visão geral da galeria de esgoto, muitas vezes os funcionários responsáveis pela limpeza têm que recorrer à tecnologia. Uma câmera, conectada a um cabo de fibra ótica, que capta imagens e possibilitam verificar a concentração de gordura. Por isso, para evitar tanto trabalho e contaminação do solo, dos rios, jamais jogue óleo de fritura na pia, no ralo. “Cada família gera um litro de óleo por mês. Levando em consideração que "cada litro de óleo usado contamina 20 mil litros de água potável”.

O óleo já usado, quando reciclado, pode ter várias destinações: produção de resina para tintas, aditivo de ração para animais, sabão, detergente, glicerina e biodiesel. O biodiesel é uma alternativa de combustível e aditivos derivados de fontes renováveis, que podem ser dendê, soja, óleo de cozinha e mamona. Para a utilização do biodiesel, não é necessário nenhuma mudança nos motores movidos a diesel do petróleo.


Fonte: http://caviann.wix.com/salveasaguas