sábado, 23 de setembro de 2017

PROJETO LUMINOTÉCNICO: O QUE CONSIDERAR AO FAZER UM


O acirrado mercado da construção civil demanda dos profissionais de arquitetura uma constante busca por especialização. E um caminho obrigatório para se diferenciar nesse contexto é qualificar-se, sobretudo, nas tendências e práticas mais modernas do mercado, a exemplo do desenvolvimento de projeto luminotécnico.
O Professor do curso de Master em Arquitetura e Lighting da PRAEVI|IPOG, Daniel Feldman, que também é Mestre e Doutor em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, esclarece que o assunto iluminação está dentro de grandes áreas, como Engenharia, Arquitetura e Design de Interiores. “Ela é parte de um todo muito maior. Quem trabalha nessa área e é apaixonado por iluminação sabe que luz faz muita diferença em um projeto e que pode valorizar bastante aquele ambiente iluminado, como pode também descaracterizá-lo”, ressalta.
Para compreender melhor isso na prática, o professor menciona algumas das vantagens de se investir em um projeto luminotécnico:
·        Agrega valor ao imóvel: seja em uma residência ou ambiente comercial, ao estruturar um projeto luminotécnico adequado é possível atribuir valor ao espaço, potencializando e valorizando o que há de melhor nele.
·        Melhora a experiência de quem circula nele: independente do espaço, ao adequar a iluminação ao uso dele a experiência fica mais personalizada e confortável a quem passa pelo ambiente.
Contratar arquiteto ou uma empresa?
Mesmo ciente da necessidade de estruturar um projeto luminotécnico, na hora de fazer o planejamento da iluminação de uma casa, surge então a dúvida sobre recorrer a um arquiteto ou uma empresa.
Muitas pessoas têm receio em contratar arquitetos achando que não são viáveis e acabam buscando uma empresa especializada em iluminação.
Mas é essencial esclarecer o cliente que projetos dessa natureza, além de bem eficazes, promovem economia, praticidade e sustentabilidade.
Como iniciar um projeto luminotécnico
A falta de conhecimento técnico é o principal empecilho que leva profissionais a não chegarem ao resultado esperado (tanto por ele, mas principalmente pelo cliente). Nesse sentido, há aspectos que não podem ser ignorados. Basta um só fator que pode comprometer toda a qualidade do serviço.
O primeiro passo é verificar qual a necessidade das pessoas que moram ou vão morar no local. A iluminação é tão importante que pode influenciar no bem-estar e na saúde de todos que ali convivem. É necessário verificar quais as atividades serão realizadas em cada cômodo para adequar os tipos de luzes para cada ambiente.
Para saber como é isso na prática, Feldman enumera quatro pilares essenciais que o profissional precisa passar para prestar um serviço de qualidade:
1.     Estudo preliminar: nesse momento é essencial ter uma conversa com o cliente para entender as necessidades e quais expectativas ele possui no projeto (qual orçamento, prazo, etc). Para essa etapa, é fundamental ter também em mãos a planta baixa DWG e definições mais exatas possíveis da distribuição do mobiliário e o projeto definitivo de arquitetura.
2.     Projeto de aprovação (ou anteprojeto): você pode apresentar imagens inspiradoras para demonstrar mais facilmente o cliente quais referências foram buscadas. É importante sinalizar nessa etapa também que o projeto luminotécnico atende ao limite de carga de energia.
3.     Projeto de execução: aprovadas as etapas anteriores, é hora de entregar um caderno com as especificações dos itens e orientações sobre a aquisição de materiais similares, a fim de não comprometer o resultado final com itens que fujam das características concebidas.
4.     Assistência na execução da obra: é uma etapa importante para garantir que o detalhamento previsto saia do papel e se incorpore à obra. Nessa etapa, podem surgir imprevistos que irão demandar um olhar especializado (por isso, é fundamental o acompanhamento).
De acordo com Feldman, esses quatro blocos são sucessivos e servem para coletar informações, desenvolver estudos técnicos e emitir os produtos finais para direcionamento da obra.
O tipo de lâmpada mais adequado para cada local
Para cada cômodo existe uma lâmpada mais apropriada. Elas estão disponíveis em diferentes cores e efeitos, portanto a sua utilização deve ser usada com cautela para não trazer desconforto. As luzes brancas se adaptam melhor nas cozinhas e nos banheiros, pois são lugares que necessitam de boa iluminação.
Na sala de estar e nos quartos o ideal é uma luz amarela e que não esquente muito, para proporcionar um ambiente mais aconchegante. Nas varandas e nas áreas de lazer é possível utilizar luzes que realçam as cores naturais. Como trata-se de um lugar de descontração, luzes coloridas também combinam.
Mas lembre-se que se for um local sem cobertura as lâmpadas terão que ser resistentes às chuvas.
Os modelos disponíveis no mercado
Iluminação difusa
A iluminação difusa é a mais utilizada. É aquela em que a lâmpada fica disposta no centro do teto e ilumina todo o ambiente.
Iluminação direta
Outro modelo é a direta, quando a luz ilumina somente um determinado objeto ou superfície. É muito utilizada em salas de estudos e escritórios. Elas também dão um efeito muito sofisticado quando iluminam uma peça de decoração como uma planta, por exemplo.
Iluminação indireta
O último tipo é a indireta, quando a luz é focada para uma superfície, como o teto de gesso, sendo que a luz se expande de forma sutil, iluminando o resto do cômodo.
A importância da luz natural no projeto luminotécnico
A utilização da iluminação natural além de produzir um ambiente mais confortável, ajuda a economizar energia, diminui o cansaço ocular e contribui para um clima mais fresco e saudável.
Uma dica para aumentar a incidência da luz natural é não posicionar os móveis em locais que bloqueiam as janelas e optar por cores mais claras na hora de escolher o mobiliário. O uso de espelhos em frente as janelas é uma boa opção, pois reflete a luz que vem de fora.

Durante o dia utiliza-se a luz natural e a noite utiliza-se um sistema de luzes artificiais, criando uma integração bastante favorável entre esses dois tipos de iluminação.



Encontre aqui tudo o que você procura em LED.
Acesse nosso site:http://www.santil.com.br
Ligue pra gente:
11 3998-3000 - Piqueri
11 3226-8100 - Santa Ifigênia
11 3695-9000 - Osasco

sábado, 16 de setembro de 2017

LUZ E SOMBRA

A iluminação é uma parte de extrema importância em um projeto arquitetônico. As mais variadas construções e localidades podem adquirir outra faceta dependendo da luz que nelas estiver inserida ou se nelas não se inserir luz alguma. Muitas vezes, ao entrar em um estabelecimento comercial ou em uma residência, sentimos uma sensação agradável que não conseguimos explicar. Esta sensação pode estar vindo da luz que ilumina o ambiente. Pensada para funcionar de maneira harmônica, ela é usufruída pelo indivíduo sem que este nem mesmo perceba. A iluminação pode também incomodar. Quem nunca reclamou, em um escritório, daquela luz branca, forte, que dá dor de cabeça e acaba até atrapalhando o desempenho no trabalho? Em locais públicos, como ruas, avenidas e praças, a falta de iluminação é o que afeta os transeuntes. Excesso de escuridão, nesses casos, gera insegurança, diminui o tráfego de pedestres após o pôr do sol, e coíbe a vida noturna nestas áreas.
Neste sentido, o papel de um especialista em projetos de iluminação, o chamado lighting designer, torna-se essencial, pois será este o profissional que irá pensar nos tipos de lâmpadas, luminárias e na disposição destes equipamentos nos ambientes, a fim de que a experiência da pessoa no local seja a mais agradável e proveitosa possível. Obviamente, levando-se em conta o tipo de atividade que ali será realizado. O sócio proprietário da empresa especializada em projetos luminotécnicos Arquitetura da Luz, Edmir Malveze, explica que “a luz é um estudo”, e que sendo, assim, “ela deve ser muito bem aplicada dentro do que o projeto realmente necessita”.
Baseando-se na experiência de 16 anos que tem no mercado, com aproximadamente cinco mil projetos realizados, Malveze afirma que pode se estabelecer uma diferença básica entre projetos voltados para residências, por exemplo, e projetos direcionados a escritórios corporativos, indústrias e estabelecimentos comerciais  Isto em razão da norma ABNT NBR ISSO/CIE 8995-1:2013, que substituiu a antiga ABN NBR 5413, que estabelece os valores de iluminância média mínima em serviço para iluminação artificial em interiores, onde se realizam atividades de comércio, indústria, ensino, esporte e outras.
“Então, quando falamos de um projeto decorativo, residencial ou até em lojas, em que não precisamos efetivamente pensar nestas normas, estamos tratando de um projeto mais tranquilo”, explica o proprietário da Arquitetura da Luz. Ou seja, neste tipo de projeto, a preocupação maior é com a decoração, se a luz ficará agradável ou se embelezará o ambiente.
No caso de projetos direcionados ao ambiente corporativo, segundo Malveze, o projetista precisa ter em mente que é preciso respeitar, entre outras coisas, por exemplo, o mínimo de 500 lux em uma mesa de trabalho. Assim, em projetos deste tipo, a margem para o designer usar sua criatividade diminui sensivelmente.
Além de influenciarem o tipo de iluminação a ser empregada em cada tipo de ambiente, as exigências normativas afetam também a forma como os lighting designers atuam. Pois, quando o projeto envolve a aplicação de normas técnicas, o projetista precisa do auxílio de um software de cálculo luminotécnico. Para ilustrar a utilização do programa computacional, Malveze cita um exemplo bem prático: a iluminação de um escritório em que há a necessidade de ter 500 lux no plano de trabalho. Em primeiro lugar, determina-se a luminária que será utilizada. Depois, junto com esta informação, são inseridas no software – como, por exemplo, o Dialux – diversas informações relacionadas ao projeto, como as dimensões do ambiente, o pé direito, os acabamentos, a cor da parede, a cor do piso, do teto.  “Em cima disso ele vai nos dar a quantidade de luminárias necessárias para o projeto. “É matemática pura: metragem quadrado, lux, lumens”, diz.
Não obstante, de acordo com o sócio proprietário da Arquitetura da Luz, o fato de o designer ter que se preocupar, primeiramente, com as normas a serem seguidas em um projeto como este não quer dizer que ele não possa exercer sua criatividade e projetar uma iluminação personalizada, que siga orientações do cliente, caso este queira algo diferenciado. Malveze explica que, quando se trata de iluminação, é necessário distinguir, de pronto, os dois produtos essenciais dos projetos: a lâmpada e a luminária. “Eu costumo dizer que a luminária é roupa da lâmpada. Então, temos roupas mais bonitas, mais feias, mais simples, mas quem manda mesmo é a lâmpada”, conta. Desse modo, entende-se que, se não é possível mexer na lâmpada, já que é preciso que ela emita a quantidade de lux exigidas pelas normas, é aceitável ousar nas luminárias.
Quando a solicitação do cliente é um projeto básico, costumam-se utilizar, segundo Malveze, refletores de alto brilho, as chamadas luminárias aplicadas, que formam a curva de luz necessária, para que no ambiente se exerça a atividade laboral sem problemas. “Mas, muitas vezes, o projeto necessita de um design de iluminação mais interessante, pois o cliente quer ter um espaço descolado. Então, nós usamos, sim, luminárias decorativas, com um apuro estético, contudo, mesmo assim conseguimos aplicar os luxes necessários”, explica.


Encontre aqui tudo o que você procura em LED.
Acesse nosso site:http://www.santil.com.br
Ligue pra gente:
11 3998-3000 - Piqueri
11 3226-8100 - Santa Ifigênia
11 3695-9000 - Osasco


domingo, 10 de setembro de 2017

CABOS SUBTERRÂNEOS: UMA QUESTÃO DE EFICIÊNCIA E NÃO APENAS ESTÉTICA



Os cabos subterrâneos são uma tendência mundial. Na Europa, há um amplo movimento para aterrar os cabos de alta, média, baixa tensão e também de telecomunicações. Na Holanda, por exemplo, segundo dados do Sycabel – sindicato francês de profissionais do setor –, 100% dos cabos de média tensão são subterrâneos. Os dados mostram, ainda, que outros países europeus também possuem uma rede subterrânea avançada, como Reino Unido (81%), Alemanha (60%) e Itália (35%). No Brasil, a maior concentração de uso de cabos subterrâneos está nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Mesmo assim, em proporção incompatível com o tamanho das metrópoles e do país – fontes indicam que apenas entre 2% e 11% dos cabos nessas cidades são aterrados. É importante observar que essa tendência mundial leva em consideração os aspectos de eficiência, confiabilidade, segurança e sustentabilidade, e não apenas o impacto visual que permite cidades mais bonitas, onde seja possível contemplar suas belezas sem a interferência de fios aparentes.

Uma das principais razões para se investir em cabos subterrâneos é que, como não ficam expostos, são menos suscetíveis aos impactos de condições meteorológicas adversas, que incluem ainda a queda de árvores, que causam sérios problemas e rompimentos aos cabos aéreos. O mesmo acontece com acidentes que derrubam postes e podem deixar até mesmo um bairro inteiro sem energia elétrica, internet e sinal telefônico. Isto não acontece com os cabos subterrâneos, pois, além de mais resistentes, sua instalação abaixo da superfície os deixam mais protegidos de acidentes e mudanças climáticas. Cabos subterrâneos são isolados, o que garante menor perda de energia e maior durabilidade e vida útil – o que não acontece nos aéreos – e menor risco de corte de sinal devido a raios, acidentes e outros incidentes que causam alguma interrupção.

Outro aspecto importante relacionado à eficiência do cabo subterrâneo está na transmissão de energia. Os subterrâneos são capazes de transmitir mais energia em um mesmo cabo, isto porque podem ter diâmetros muito maiores do que os aéreos, que possuem um limite de peso para não derrubar o poste. A longividade é outro ponto positivo nos cabos subterrâneos, que duram, em média, 25 anos e não requerem manutenção constante como os aéreos, que estão sujeitos a acúmulo de poluição, contribuindo para redução da qualidade e vida útil do mesmo. No que diz respeito à manutenção, após uma forte chuva, por exemplo, é preciso uma grande equipe na rua para restabelecer a energia nos locais danificados, o que eleva o custo de serviço. Some-se a este custo de manutenção a necessidade constante de poda das árvores que tanto podem atrapalhar a realização de serviços quanto danificá-los.

A estabilidade da transmissão de energia é outra importante característica dos cabos subterrâneos. Manter a estabilidade na transmissão é um ponto crucial tanto para hospitais como para residências. Imagine quanto os hospitais gastam em equipamentos geradores para os casos de falta de energia? Afinal, uma parada no fornecimento pode representar a vida ou morte de um paciente.  O mesmo acontece nas residências que possuem familiares em situação de homecare, que estão em casa com uma miniestrutura hospitalar e dependem da energia elétrica para manter os equipamentos funcionando. Empresas também podem ser afetadas com a instabilidade energética, independentemente do tamanho, pois todas terão prejuízos. Uma montadora ou indústria de peças pode ter uma linha de produção inteira paralisada. Médias ou pequenas empresas de fornecimento de alimentos prontos podem perder toda a matéria-prima, como alimentos que necessitam de refrigeração além de ficar sem produzir, correndo o risco de perder clientes.

Apenas para se ter uma ideia do impacto da instabilidade de energia, um estudo de duas empresas americanas – Kinectrics e Marbek – realizado em áreas urbanas do país comparou as interrupções de fornecimento de energia nos cabos aéreos e subterrâneos. O resultado mostrou que os cabos aéreos apresentaram 16.600 horas de interrupção em um ano e os subterrâneos tiveram apenas 863 horas de interrupção. Some-se a isto, a quantidade de equipamentos danificados devido a instabilidade da transmissão de energia.

É fato que o custo de instalação de cabos subterrâneos é, num primeiro momento, maior do que cabos aéreos devido às obras de construção civil que consomem grande parte do investimento total – chegam até 70%, segundo estudo da AES. Entretanto, segundo fontes de mercado, este investimento inicial se paga em até cinco anos. Além disso, a rede subterrânea não está sujeita a efeitos externos, como chuva, poluição e colisões de veículos em postes ou na fiação aérea, o que reduz os custos de manutenção, permitindo aos cabos vida útil comprovada de até mais de 40 anos. Já na opção aérea, os fatores externos levam a uma necessidade de troca de cabos em períodos de até dois anos após a instalação.

Para acelerar a adoção desta tecnologia é necessário que as novas construções já contemplem as instalações subterrâneas em seus projetos para, ao longo do tempo, termos uma rede elétrica mais eficiente. Para as construções que já existem, o ideal seria realizar o mapeamento dos locais que mais necessitam de estabilidade na transmissão de energia, como concentração de hospitais, para investir nesta troca. É certo que, além de centros históricos e cidades turísticas, que seriam beneficiados esteticamente, a adoção de cabos subterrâneos propicia negócios mais duradouros e uma nova forma de relacionamento com as comunidades.

Por Marcello Mori, diretor Comercial de Elétrica & Telecomunicações da Dow para a América Latina.


Encontre aqui tudo o que você procura em LED.
Acesse nosso site:http://www.santil.com.br
Ligue pra gente:
11 3998-3000 - Piqueri
11 3226-8100 - Santa Ifigênia
11 3695-9000 - Osasco


domingo, 3 de setembro de 2017

A HORA CERTA PARA TROCAR DE LÂMPADA



Se perguntássemos para a maioria dos brasileiros quando é que eles decidem comprar uma lâmpada nova, é certo que uma grande porcentagem de pessoas responderia em uníssono: quando a lâmpada queima. Esse é um hábito que os consumidores do mercado nacional mantêm há gerações. No entanto, o ideal é que as lâmpadas sejam trocadas de acordo com o que o consumidor procura para iluminar diferentes tipos de ambiente, seja em sua casa ou escritório.

Dito isso, o que as empresas de iluminação devem começar a pensar é em como instruir esse consumidor a escolher a melhor solução para iluminação, pensando em fatores como economia de energia, descarte correto de lâmpadas usadas e tipos de iluminação para cada ambiente.

A discussão em torno do consumo de lâmpadas no Brasil tem aumentado constantemente.Uma parte disso deve-se ao fim das vendas de lâmpadas incandescentes no país. Com isso, o mercado tem se voltado para os produtos de Led, que estão sendo sugeridos como uma nova opção. Mas poucas pessoas conhecem os benefícios e as diferenças entre as lâmpadas que têm essa tecnologia.

O LED

A tecnologia de Led é o que existe de mais inovador em termos de iluminação. Possui alta durabilidade (de 25 mil a 50 mil horas) e economia, além de ser, em sua maioria, um produto bivolt que pode ser completamente adequado para o sistema elétrico existente nas residências e prédios comerciais no país. As lâmpadas de Led são comprovadamente mais econômicas, pois consomem menos energia que as incandescentes (geram economia de até 90% na conta de luz do consumidor) e conseguem iluminar bem mais. Essas lâmpadas podem ser aplicadas em residências, escritórios, uso decorativo, comercial e industrial.

Os Leds oferecem ainda vantagens para o meio ambiente, considerando que não contêm metais pesados e possuem uma estrutura até 95% reciclável, tornando o descarte muito mais fácil do que as lâmpadas tradicionais. Como não emite radiação infravermelha (responsável por gerar o calor), é possível diminuir o uso de ar condicionado em regiões mais quentes, o que pode resultar em uma economia de energia e no custo na conta de luz.

Quando o consumidor decide comprar um produto com a tecnologia Led, é preciso ficar atento a inúmeros detalhes. O primeiro deles é checar se o produto tem certificação do Inmetro. Alguns dos principais fabricantes de lâmpada Led no Brasil já são certificados. É possível verificar na hora da compra o selo de garantia do Inmetro, que fica visível nas embalagens dos produtos certificados.

O próximo passo ao escolher uma lâmpada nova é entender qual tipo de ambiente será iluminado. Seja quarto, sala, cozinha, o consumidor tem um gosto particular para cada ambiente. Uns preferem mais luminosidade, outros preferem ambientes mais aconchegantes e com pouca iluminação. Ao escolher a nova lâmpada, o que muitos olham, de forma equivocada, é apenas a sua potência que é declarada em watts. Mas a forma correta de escolher a lâmpada, pensando em sua capacidade de iluminação, é verificar a quantidade de entrega dos lúmens finais do produto, o responsável pela capacidade da lâmpada em iluminar menos ou mais um ambiente.

LÚMENS

Diferentemente do que muitos pensam, não é apenas a potência (Watts) que determina a eficiência de iluminação de uma lâmpada. A potência indica o consumo, mas a capacidade de iluminação de uma lâmpada depende da quantidade de lúmens finais do produto. Lúmens é a unidade usada para medir a intensidade de iluminação.

O lúmen também é usado para declarar a intensidade luminosa de luz visível emitido por uma fonte. Por meio dessa unidade de medida se pode comparar o brilho de qualquer fonte de luz, seja ela incandescente ou Led. E é exatamente esse o grande diferencial do Led, que consegue oferecer uma grande quantidade de lúmens, com uma potência menor que qualquer outra lâmpada, aumentando sua eficiência. É aí que o consumidor sai ganhando. Quanto menos potência a lâmpada tiver, mais barato será o gasto com energia.

As lâmpadas Led emitem ainda mais luminosidade. Para exemplificar melhor, uma lâmpada incandescente só consegue emitir até 15 lúmens por watt. Já o Led pode emitir de 100 a 130 lúmens por watt.

ÀS COMPRAS
A forma como os produtos estão dispostos nas grandes redes de lojas de material de construção, supermercados, home centers e outros estabelecimentos comercias, é algo que ajuda muito na hora do consumidor escolher uma lâmpada nova.
Atualmente, já existem empresas que pensam nisso ao elaborar a comunicação visual de seus materiais nos pontos de venda. É importante simplificar a procura do consumidor pelo produto e facilitar a identificação da lâmpada ideal para cada ambiente da casa. As embalagens das lâmpadas Led estão cada vez mais inovadoras, permitindo que o consumidor encontre de forma rápida e fácil qual é a tecnologia, produto e temperatura de cor ideal para o ambiente que ele quer iluminar. Algumas empresas já separam os produtos por categorias: Casa & Escritório, Decor e Profissional, e investem em embalagens com cores diferentes para categorizar o tipo de tecnologia do produto. Isso ajuda bastante na hora da compra.
É importante que as empresas de lâmpadas e soluções de iluminação tenham em mente manter o seu consumidor bem informado e instruído sobre o tipo de produto que procura.


Encontre aqui tudo o que você procura em LED.
Acesse nosso site:http://www.santil.com.br
Ligue pra gente:
11 3998-3000 - Piqueri
11 3226-8100 - Santa Ifigênia
11 3695-9000 - Osasco

domingo, 27 de agosto de 2017

SOBRECARGAS ELÉTRICAS PODEM TER ORIGEM EM PROJETO SUBDIMENSIONADO


Problema pode ser evitado se instalações atenderem à norma técnica NBR 5410 e às necessidades do usuário por pontos de energia
 Redação AECweb / e-Construmarket

A sobrecarga nas instalações elétricas é um assunto sério e que pode ocorrer em qualquer tipo de edifício. O problema, normalmente, surge de erros cometidos na elaboração do projeto ou de falhas que acontecem durante a operação do sistema. “Muitos casos apresentam inconformidades em relação à ABNT NBR 5410/2004 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão, norma que determina todos os critérios para projeto, manutenção e execução dos sistemas em baixa tensão no Brasil”, destaca o engenheiro Carlos Gustavo Castelo Branco, consultor da Grid Power Solutions Engenharia, empresa que desenvolve projetos e presta consultoria na área de instalações elétricas em baixa, média e alta tensão.
A sobrecarga elétrica é decorrente do excesso de carga ligada em determinado circuito e/ou tomada. Em outras palavras, ao conectar diferentes equipamentos no mesmo ponto, a corrente elétrica passa a ser maior do que aquela suportada pelos fios e cabos. O curto-circuito, por sua vez, é o excesso de corrente que acontece devido a uma falha que provoca a ligação direta de uma das fases de determinado circuito com outra fase, ou com um condutor neutro.


Mais Causas


Outras causas possíveis das sobrecargas são a falta de informação básica dos usuários, que conectam de maneira indiscriminada todo tipo de equipamento em qualquer tomada, além do uso de benjamins. Quando o circuito elétrico começa a sofrer com o problema, passa a apresentar alguns sinais que necessitam de atenção. “O sintoma principal é o desligamento intempestivo e/ou aleatório do disjuntor vinculado ao sistema. Também é possível que ocorram constantes quedas de tensão nas cargas desse circuito”, informa o especialista.

O curto-circuito pode ter origem na sobrecarga elétrica. Porém, quando o sistema é bem dimensionado e está em conformidade com a ABNT NBR 5410, isso não deve acontecer
Carlos Gustavo Castelo Branco

Quando o disjuntor desliga o circuito de maneira contínua, alguns usuários ou mesmo o prestador de serviços sem conhecimento técnico optam por trocar o equipamento por outro que suporte correntes maiores. Entretanto, essa ação não é recomendada. “Os desligamentos dos disjuntores devem ser encarados como o primeiro sinal de alerta, que indica ser necessária a contratação de um eletricista ou técnico experiente para análise e diagnóstico do problema”, destaca Castelo Branco. A própria troca do disjuntor, por exemplo, precisa ser acompanhada de intervenções em todo o circuito, com a substituição dos fios e cabos elétricos por outros de seção (bitola) maior.

Quando constatada a existência de sobrecargas, algumas medidas corretivas têm que ser aplicadas. “Tudo começa com o estudo do projeto elétrico e a inspeção da instalação. É preciso comparar as cargas previstas com aquelas que estão efetivamente conectadas ao circuito. E, ainda, verificar se as bitolas dos cabos e respectiva proteção estão adequadas conforme a norma e uso previsto”, diz o engenheiro. Caso encontradas inconsistências, a melhor alternativa é o retrofit ou reforma da instalação. Nessa intervenção, pode ser disponibilizada uma quantidade maior de pontos de tomadas e/ou aumento da bitola dos condutores, bem como o ajuste da respectiva proteção.

Consequências

As consequências das sobrecargas podem ser mais graves do que os simples danos aos equipamentos ligados ao sistema elétrico. “O problema mais sério é a ocorrência de incêndios, que colocam em risco a vida de todos os ocupantes da edificação. O fogo é considerado a consequência final decorrente de uma sobrecarga não protegida adequadamente”, informa. Outro resultado são os desligamentos desnecessários, que acontecem quando a proteção elétrica foi bem dimensionada e entra em ação para evitar um perigo maior.

As ações para evitar que o problema aconteça começam nos cuidados que o engenheiro elétrico deve ter na elaboração o projeto. “É fundamental prever a quantidade de tomadas/circuitos suficientes para que os usuários não precisem utilizar extensões ou benjamins”, comenta o especialista. O ideal é que sejam planejadas tomadas com vários espelhos nos locais onde existem mais de um equipamento elétrico, como nas proximidades de televisores, equipamentos de som ou informática.

Os imóveis mais sujeitos às sobrecargas, normalmente, são aqueles com idade superior a 15 anos. Os cabos elétricos e demais materiais usados nos sistemas têm vida útil limitada, que dependendo do uso e do local onde estão podem sofrer degradação mais acelerada. O padrão atual, regido pela ABNT NBR 14136 - Plugues e tomadas para uso doméstico e análogo até 20 A/250 V em corrente alternada -, veio para ajudar na segurança elétrica dos usuários. “A norma separa os tipos de tomada em tamanhos físicos distintos (10A ou 20A), ou seja, temos aquelas ideais para equipamentos mais usuais e outras voltadas para os aparelhos de uso específico, que necessitam de corrente elétrica acima de 10A para funcionar”, explica.

A prevenção dos problemas gerados pelas sobrecargas passa ainda pelo uso correto da instalação elétrica. O engenheiro sugere que o usuário deveria receber treinamento básico, o que poderia ser feito no recebimento do imóvel. “Essa simples iniciativa seria capaz de evitar muitos acidentes, já que as pessoas saberiam como proceder em cada situação que pode ocorrer no dia a dia do sistema”, observa.
  

Carlos Gustavo Castelo Branco é há oito anos é professor adjunto do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Ceará, sendo responsável pelas disciplinas de Instalações elétricas prediais e industriais.

Encontre aqui tudo o que você procura em LED.
Acesse nosso site:http://www.santil.com.br
Ligue pra gente:
11 3998-3000 - Piqueri
11 3226-8100 - Santa Ifigênia
11 3695-9000 - Osasco

domingo, 20 de agosto de 2017

SAIBA INVESTIR EM PRODUTOS ELÉTRICOS DE QUALIDADE



A preocupação com a qualidade e o atendimento às normas técnicas não são exageradas quando o assunto é instalação elétrica. Matérias-primas e produtos de baixa qualidade podem consumir energia na forma de perdas elétricas – quando a energia é consumida, mas nós não a utilizamos e ainda pagamos na conta –, afetando substancialmente o orçamento dos consumidores, além de causar choques e curtos-circuitos. Um projeto bem dimensionado, no qual sejam utilizados materiais de qualidade, evita mais do que apenas disjuntores desarmados, poupa de situações mais graves, como as descritas acima. Também gera economia de tempo e de dinheiro, já que previne futuros danos e prejuízos. Assim, a aplicação de produtos de boa origem só traz vantagens.

Neste artigo, falaremos de três em especial e que fazem toda a diferença no quesito segurança, a começar pelo dispositivo Diferencial Residual (DR). Trata-se de um item que salva vidas, protegendo pessoas e animais contra choques elétricos e incêndios. São obrigatórios em circuitos elétricos de ambientes onde há contato com água, como banheiros, cozinhas, lavanderias, áreas externas, entre outros. Podem ser encontrados com diversos valores de corrente nominal residual (30, 100 e 300mA), sendo o mais usual em instalação residencial o DR de 30 mA. A explicação para tal é que, nesta corrente nominal de 30mA é sentido um leve choque, mas não há risco de morte por fibrilação cardíaca ou parada respiratória.

Os DRs não possuem certificação compulsória do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), mas podem ser certificados de forma voluntária. Assim sendo, a aquisição de produto de fabricante conhecido e tradicional no mercado é importante, já que o consumidor não consegue avaliar sua qualidade. Em cada DR há um botão de teste, que simula uma fuga a terra, ou seja, simula um choque elétrico, e o mesmo deve desarmar, como se fosse uma situação real. Isso dá uma clara noção da situação do produto.

Conhecido como DPS, o Dispositivo de Proteção contra Surto tem a função de proteger os produtos elétricos e eletrônicos contra surto de tensão provocados por descargas atmosféricas e manobras no sistema elétrico, como, por exemplo,em subestações fornecedoras de energia. É um produto que, internamente, pode apresentar grande diferença entre um fabricante e outro, além de não ser possível avaliar sua qualidade apenas pelo visual. Portanto, todo cuidado é pouco.

Diferentemente do DPS, as tomadas e os interruptores possuem certificação compulsória do Inmetro, fato esse que garantiria a qualidade dos produtos, não fossem os maus fabricantes. É uma compra que merece toda a atenção. Hoje, as tomadas seguem, obrigatoriamente, o padrão brasileiro, que passou a valer em 2011 e proibiu a comercialização do critério antigo. Desse modo, casa haja em algum comércio, tomadas em desacordo com o atual padrão, configura desrespeito à legislação. Além disso, não existe motivo técnico que justifique não cumprir com a determinação.

Já os interruptores são produtos que, se não forem de qualidade, com certeza apresentarão problemas de contato. Entretanto, é algo que só será percebido no médio prazo. O problema é que não temos apenas um interruptor em uma instalação elétrica, temos muitos, no mínimo um por ambiente. Assim, trocar os interruptores quando começarem a falhar representará perda de tempo e de dinheiro, então, porque não comprar produto de qualidade na primeira vez?


*Nelson Volyk é engenheiro eletricista e gerente de Engenharia de Produto da SIL Fios e Cabos Elétricos.

Encontre aqui tudo o que você procura em LED.
Acesse nosso site:http://www.santil.com.br
Ligue pra gente:
11 3998-3000 - Piqueri
11 3226-8100 - Santa Ifigênia
11 3695-9000 - Osasco

domingo, 6 de agosto de 2017

HCL, O SER HUMANO NO CENTRO DA ILUMINAÇÃO


A perfeita interação entre luz, clima e ambiente, em sintonia para corresponder às necessidades de cada pessoa em um momento específico do dia. Este é o conceito da Human Centric Lighting (HCL), prática difundida mundialmente que está revolucionando a indústria de iluminação. Por esse método, tecnologias e efeitos naturais se complementam para produzir a melhor aplicação luminotécnica.

Tratando especificamente de escritórios, a HCL é capaz de oferecer efeitos luminosos distintos para cada atividade, permitindo melhora da produtividade e criatividade. Afinal, é mais fácil se concentrar em boas condições visuais quando estamos em uma atmosfera leve, que proporcione sensação de bem-estar e motivação.

Na Europa, onde o conceito está mais desenvolvido, há requisitos mínimos para determinar a iluminação de escritórios profissionais, com base em estipulações normativas claras – levando em conta critérios de qualidade como: iluminância, uniformidade, controle de ofuscamento e sensibilidade ao contraste.

Quando a HCL é aplicada, a temperatura de cor da luz é trabalhada individualmente conforme o período do dia, já que sempre acompanha a iluminação natural do mesmo período. É inegável que a luminosidade natural seja sempre a melhor fonte de luz possível, mas esse conceito tenta se aproximar ao máximo das suas qualidades, em uma combinação eficiente com outras fontes luz artificiais.


De forma resumida, a HCL proporciona a luz certa no local certo. Ao aproveitar os raios solares para compor um cenário que estimule o desempenho profissional, garante aos ambientes, características como: controle de luz dinâmico, grandes janelas para captar o ambiente externo e superfícies que permitam reflexão, entre outros pequenos detalhes responsáveis por trazer benefícios imensos. 

Fonte: http://www.jornaldainstalacao.com.br/img/artigos/Osram.pdf


Encontre aqui tudo o que você procura em LED.
Acesse nosso site:http://www.santil.com.br
Ligue pra gente:
11 3998-3000 - Piqueri
11 3226-8100 - Santa Ifigênia
11 3695-9000 - Osasco